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O GRANDE SILÊNCIO DA TARDE DE SEXTA FEIRA

 
A celebração da Paixão do Senhor aconteceu às  quinze horas da Sexta feira Santa. Tudo começou com a Márcia, que convidou a comunidade a estar em comunhão com todos os sofredores, todos aqueles que, como Cristo, assumiam a sua cruz.
 
Houve uma procissão em silêncio, da qual participaram os leitores, seguidos pelos ministros, o celebrante, Pe. Mário, acompanhado de uma religiosa da Palavra Viva, a Geralda, e um membro da comunidade. Chegando ao altar, todos se ajoelharam, enquanto que o padre e os seus dois auxiliares se prostraram diante do altar, e ali permaneceram em oração.
 
A prostração significou a humildade e o reconhecimento de que Jesus é o Senhor da história. Seguiram-se as leituras e a narrativa da Paixão proclamadas pelo Basile, Benedito e Olga. Terminada a narrativa, houve a oração universal, em que Pe. Mário e uma religiosa da Palavra Viva fizeram as invocações.
 
Na sequência a cruz foi levada para dentro da Igreja e foi cantado três vezes o refrão: "Eis o lenho da cruz, da qual pendeu a salvação do mundo". Quando a cruz chegou ao altar, todos os membros participantes da celebração beijaram a Cruz e fizeram a sua adoração.
 
A celebração continuou com o Rito da Comunhão. No final do encontro, a imagem do Cristo Morto foi levada para dentro da Igreja e mais uma vez as pessoas se dirigiram a ela.
 
A celebração foi organizada pela Pastoral da Saúde, ECC e Equipe de Noivos. As músicas foram executadas pela Pastoral da Música e as fotos registradas pela Rami, da PASCOM.