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Catequese

O QUE É SER MISSIONÁRIO?

 

No mês de outubro, em que celebramos as missões, uma reflexão sobre o que é ser missionário:

Fonte da imagem: http://catolicos.vialumina.com.br/index.php/catolicos-em-missao/

 

Missionário é aquele que anuncia o Evangelho, fazendo suas as palavras e o testemunho de Jesus Cristo; mas é também aquele que, mesmo sem anúncio explícito, encarna e vive cada uma dessas palavras, transformando-as em gestos concretos de solidariedade.

 

Missionário é aquele que está disposto a sair, lançar-se em terras estranhas e inóspitas, abrir veredas novas no deserto ou na selva; mas é também aquele que se dispõe a ficar, convertendo-se em presença viva e atuante em cada dor humana e em cada porão de sofrimento.

 

Missionário é aquele que, por seus feitos e dedicação, ganha imagens impressas e coloridas, fixadas em profusão nas paredes de templos e casas; mas é também aquele que, desconhecido e silencioso, oferece no altar do anonimato sua vida e suas forças.

 

Missionário é aquele cuja voz e ação entusiasma e congrega ao seu redor multidões; mas é também aquele que, caso a caso, faz-se o companheiro mudo de cada solidão, o refúgio e bálsamo para o abandono e a exclusão.

 

Missionário é aquele cuja face divino-humana espelha os traços de um Deus pai e mãe, cheio de amor, misericórdia e compaixão; mas é também aquele em cujo rosto humano-divino; imprimem-se as angústias e esperanças dos pobres.

 

Missionário é aquele que sobe à montanha, onde reza e se deixa interpelar pela presença do Pai; mas é também aquele que desce à rua e aos campos e, no contato vivo com mulheres e homens desfigurados, questiona e pugna por uma sociedade justa e solidária.

 

Autor: Pe. Alfredo Gonçalves – Pastoral Social da CNBB

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/diversos/o-que-e-ser-missionario/


Por que maio é o mês de Maria?

Conheça a tradição que vem do hemisfério norte e que nos presenteia com um mês inteiro dedicado à nossa Mãe celestial

No mês de maio, milhões de pessoas participam de romarias e peregrinações a santuários marianos, fazem orações especiais a Maria e lhe oferecem presentes, tanto espirituais quanto materiais. 

Dedicar o mês de maio – também chamado de "mês das flores" no hemisfério norte – a Maria é uma devoção arraigada há séculos. Com sua poesia "Ben vennas Mayo", das Cantigas de Santa Maria, Afonso X o Sábio nos revela que esta tradição já existia na Idade Média. 

A Igreja sempre incentivou tal devoção, por exemplo concedendo indulgências plenárias especiais e com referências em alguns documentos do Magistério, como a encíclica "Mense Maio", de Paulo Vi, em 1965. 

"O mês de maio nos estimula a pensar e a falar de modo particular dela – constatou João Paulo II em uma audiência geral, ao começar o mês de maio em 1979. De fato, este é o seu mês. Assim, o período do ano litúrgico [Ressurreição] e ao mesmo tempo o mês corrente chamam e convidam os nossos corações a abrirem-se de maneira singular para Maria." 

Mas, por que existe este mês, se outros contêm festas litúrgicas mais destacadas dedicadas a Maria? O beato cardeal John Henry Newman oferece várias razões em seu livro póstumo "Meditações e devoções".

"A primeira razão é porque é o tempo em que a terra faz surgir a terna folhagem e os verdes pastos, depois do frio e da neve do inverno, da cruel atmosfera, do vento selvagem e das chuvas da primavera", escreve de um país do hemisfério norte. 

"Porque os dias se tornam longos, o sol nasce cedo e se põe tarde – acrescenta. Porque semelhante alegria e júbilo externo da natureza são os melhores acompanhantes da nossa devoção Àquela que é a Rosa Mística e a Casa de Deus." 

"Ninguém pode negar que este seja pelo menos o mês da promessa e da esperança – continua. Ainda que o tempo não seja favorável, é o mês que dá início e é prelúdio do verão." 

"Maio é o mês, se não da consumação, pelo menos da promessa, e não é este o sentido no qual mais propriamente recordamos a Santíssima Virgem Maria, a quem dedicamos o mês?", pergunta em sua obra, publicada em 1893. 

Alguns autores, como Vittorio Messori, veem nesta manifestação da religiosidade popular uma cristianização de uma celebração pagã: a dedicação do mês de maio às deusas da fecundidade – na Grécia, Artemisa; em Roma, Flora. De fato, maio deve seu nome à deusa da primavera Maia. 

Além disso, em muitos países, durante o mês de maio, comemora-se o Dia das Mães, e a lembrança se dirige também à nossa Mãe do céu.

Para muitos, maio é o mês mais bonito, como Maria é a mulher mais bela; o mês mais florido que conduz o coração até Ela, uma Palavra feita flor.

Fonte: https://pt.aleteia.org/2015/05/04/por-que-maio-e-o-mes-de-maria


VIVENDO A QUARESMA

Quaresma é tempo de preparação para renascermos em Cristo com uma vida nova. Por isso é importante a prática da oração, jejum e caridade, que nos permite preencher nossa alma com o Espírito Santo, olhando para o próximo com um olhar misericordioso de Jesus, a partir de nossa mudança e amadurecimento na fé.

Mas a prática da caridade vai muito além de doar um bem para um necessitado, ela começa por meio de nossa própria doação ao próximo dentro de nosso lar, por exemplo, quando nos preocupamos com nossos pais, apresentamos Jesus a nossos filhos. Abaixo um texto para refletir sobre o acompanhamento dos pais na vida religiosa dos filhos – atitudes que devem ir além da quaresma.

 

A importância do Acompanhamento dos Pais na formação religiosa dos filhos


Fonte da imagem: http://oratoriosaoluiz.com.br/a-importancia-do-acompanhamento-dos-pais-na-formacao-religiosa-dos-filhos/

Sabemos que a sociedade mudou. A família, como parte viva da sociedade, também mudou, e esta mudança afeta o relacionamento dos seus membros. Deste modo, a família tem dificuldades de se encontrar como família cristã e, com isso, vai diminuindo sua capacidade de responder aos novos desafios, no que diz respeito à fé e aos anseios mais profundos do coração humano.

Quando a educação da fé é iniciada na família, é mais perceptível a sua assimilação em outros meios como a catequese paroquial, o ambiente escolar e mesmo o universo jovem social. É preciso então que a família tenha consciência de que os filhos são a sua maior riqueza e que educando-os, através de valores morais e cristãos, estará preservando esse bem maior e preparando pessoas para uma vida feliz e realizada.

Neste contexto social e cultural diversificado, o que fazer, então, com que a família seja, de fato, o lugar para o despertar da fé?

Primeiro: Os pais precisam tomar consciência de que a verdadeira catequese começa ainda no ventre materno. Durante o período da gestação, deve-se tomar os cuidados necessários para que a gravidez seja serena e feliz. Cuidado para que a mulher viva este período sem turbulências, agitos e dificuldades, procurando, esposo e esposa, dialogar, amar, conversar com a criança, demonstrando, assim, afeto e carinho, para que ela, desde já, experimente o amor de Deus e da família. A experiência mística dos pais, ao longo da gestação, do mistério da vida que brota no ventre materno, certamente fará com que a criança encontre, efetivamente, na família, uma Igreja doméstica.

Segundo: É a partir da convivência familiar que a criança forma interiormente a imagem de Deus, que posteriormente será trabalhada na catequese em vista dos sacramentos. Se a criança percebe que a família é o espaço de comunhão, de partilha e de amor, certamente compreenderá melhor a imagem de Deus como um Deus amor, partilha e comunhão. Essa formação contribuirá para a formação de sua personalidade e de seu caráter.

Terceiro: A família deve compreender que, quando a criança chega à catequese paroquial, ela já precisa ter vivenciado os valores da fé, no seio familiar, assim como deve compreender que a Igreja é apenas uma cooperadora na continuidade da educação cristã. Deve também tomar consciência de que a catequese é um processo permanente e não se destina simplesmente à preparação para os sacramentos. Assim, compreendemos que a catequese, como processo, é algo a ser vivido por toda a vida, portanto deve ser transmitida em seus vários níveis, e a família é a instituição que acompanhará essa evolução.

Por fim, quando a criança já estiver participando da catequese paroquial é importante que a família acompanhe e ajude a Igreja a transmitir e a vivenciar os valores da fé. Grande parte das famílias contribui para isso. Muitas outras esquecem de seu papel e atribui toda essa responsabilidade à Igreja. Isso acontece, porque muitas vezes falta o interesse pela educação religiosa dos filhos.

É preciso então que, antes mesmo de receberem o matrimônio, os pais tenham consciência de que a família é um projeto de Deus e, para que este projeto seja executado, Deus conta com a participação ativa deles.

Fonte:http://www.catequesehoje.org.br/index.php/outro-olhar/catequese-e-modernidade/511-a-importancia-do-acompanhamento-dos-pais-na-formacao-religiosa-dos-filhos


Inscrições abertas para a Catequese!


 

Mais um ano se iniciou com novos sonhos, projetos, alegrias e realizações, na esperança de um mundo melhor. A Paróquia Santo Inácio de Loiola está retomando suas atividades a todo o vapor e já está com as inscrições abertas para a catequese de crianças, jovens e adultos.


Para as crianças a partir dos oito anos que desejam fazer a 1ª Eucaristia – e também aquelas que não se batizaram – os encontros acontecerão sempre aos domingos, a partir das 9h30 até às 12h, iniciando com a participação na missa; ou as quartas-feiras das 8h30 às 10h (primeiro ano), das 10h às 11h30 (segundo ano) ou das 15h às 16h30 (primeiro e segundo anos).


As crianças com até 14 anos, que já fizeram a Primeira Eucaristia, poderão se inscrever na Perseverança – encontros que proporcionarão momentos de reflexão e discernimento espiritual, numa fase importante de transição e amadurecimento do pré-adolescente. Os encontros acontecerão aos domingos, das 9h30 às 12h, iniciando com a participação na missa. Nesse mesmo período também acontecem os encontros de preparação de Coroinhas, que não exigem idade mínima para começar e nem a realização da Eucaristia.


A partir dos 14 anos, os jovens que desejarem crismar – ou ainda que não foram batizados ou não realizaram a Eucaristia – poderão se inscrever na Crisma de Jovens. Os encontros acontecerão aos domingos, das 10h às 12h30 (com participação na missa das 11h30). Para os jovens que já foram crismados e desejam continuar atuando na igreja, poderão inscrever-se no Grupo de Jovens Tabor (encontros aos sábados no período da manhã ou tarde).


Já a Crisma de Adultos é recomendada àqueles que possuem mais de 18 anos e não foram crismados e/ou batizados e/ou realizaram o Sacramento da Eucaristia. Os encontros acontecerão aos domingos, das 9h30 às 12h30 (com a participação na missa das 11h30).


Os encontros da Eucaristia, Perseverança e Coroinha iniciam-se em 5 de março, já a crisma de jovens e adultos acontecerá após a crisma das atuais turmas (data a confirmar).


As inscrições podem ser feitas na secretaria da Paróquia ou diretamente com as catequistas, que estarão à disposição na porta da igreja, aos finais de semana, antes e depois das missas, durante todo o mês de fevereiro.


Advento – tempo de esperança

Iniciamos o tempo do Advento, que assinala também o início de um novo Ano Litúrgico. Um novo ano que queremos que seja um aprofundamento de nossa vida cristã na história como discípulos missionários. Iniciamos com a expectativa da vinda do Messias até o anúncio que o Senhor Jesus é Rei.

No Advento temos a oportunidade de aprofundar a expectativa do “Senhor que virá para julgar os vivos e os mortos”, e na semana que antecede a festa natalina a preparação próxima para celebrar o “Senhor que nasceu pobre no Oriente”. Entre essas duas vindas, o cristão celebra cada dia o seu coração que se abre para o “Senhor que vem” em sua vida e renova a sua existência.

Celebrar o Natal é reconhecer que “Deus visitou o seu povo” (Lc 7, 16). Tal reconhecimento não se pode efetivar somente com nossas palavras. A visita de Deus quer atingir o nosso coração e transformar-nos desde dentro. A tão desejada transformação do mundo, a superação da fome, a vitória da paz e a efetiva fraternidade entre os homens dependem, na verdade, da renovação dos corações. Somos convidados, em primeiro lugar, a aprender a “estar com Jesus”, e então nossa vida em sociedade verá nascer o Sol da Justiça. verdadeiramente para os outros, para a comunidade” (Carta encíclica Spe Salvi, n. 28).

Enquanto todos se voltam para o lucro comercial neste tempo que antecede o Natal, os católicos se preparam para que em seu coração haja espaço para o Verbo Encarnado que veio para salvar a todos.

Celebrar bem a solenidade do Natal do Senhor requer que saibamos apresentar a Deus um coração bem disposto, pois “não desprezas, ó Deus, um coração contrito e humilhado” (Sl 51, 19). Um coração que busca com sinceridade a conversão é fonte de inestimável comunhão com Deus e com os irmãos.

Por isso mesmo, a oportunidade das celebrações penitenciais se multiplica pelas Paróquias, dando a oportunidade de uma renovação interior. Neste tempo de Advento não tenhamos medo de Cristo. “Ele não tira nada, Ele dá tudo. Quem se doa por Ele, recebe o cêntuplo. Sim, abri de par em par as portas a Cristo e encontrareis a vida verdadeira” (Bento XVI, homilia da Missa de início do ministério petrino, 24/4/2005).

Dom Orani Tempesta

Fonte: http://www.oarcanjo.net/site/index.php/reflexao/advento-tempo-de-esperanca/


SÃO FRANCISCO DE ASSIS E SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS: EXEMPLOS DO PLENO AMOR A DEUS

No mês de outubro celebramos as datas de dois santos muito conhecidos e que foram grande exemplo de superação das dificuldades e de plena confiança em Deus: Santa Teresinha do Menino Jesus (01/10) e São Francisco de Assis (04/10). Saiba mais sobre suas inspiradoras e emocionantes histórias de vida:

Santa Teresinha do Menino Jesus
 

Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face (Teresa Martin) nasceu em Alençon na França, em 1873 e morreu em 1897; deu à sua breve existência o cunho inigualável do sorriso, expressão daquela alegria ultraterrena, que segundo as suas palavras “não está nos objetos que nos circundam, mas reside no íntimo mais profundo da alma”. Inclinada por temperamento à calma e à tristeza, Teresa, com lindos cabelos loiros, olhos azuis, traços delicados, alta, extraordinariamente bonita, quando escrevia no seu diário “Oh! sim, tudo me sorrirá aqui na terra”, era uma época em que estava experimentando injustiças e incompreensões. Já atingida pela tuberculose pulmonar, debilitada nas forças, não rejeitava trabalho algum e continuava “a jogar para Jesus flores de pequenos sacrifícios”.

Qualquer um que tenha lido as páginas estupendas dos seus caderninhos onde ia traçando, por obediência, as suas experiências interiores, publicadas depois sob o título de História de uma Alma, bem sabe que esses sacrifícios não eram pequenos. Teresa deu à sua vida de ascese o título de Infância espiritual não por natural tendência de colocar tudo no diminutivo, mas por uma escolha muito preciosa conforme o convite do Evangelho de “se fazer pequeno como criança”. Ela escreve: “Eu havia me oferecido a Jesus Menino como um brinquedo, e lhe havia dito que não se servisse de mim como uma coisa de luxo, que as crianças se contentam em guardar, mas como uma pequena bola sem valor, que ele pudesse jogar na terra, empurrar com os pés, deixar em um canto, ou também apertar contra o coração, quando isso lhe agradasse. Numa palavra, queria divertir o Menino Jesus e abandonar-me aos seus caprichos infantis.”

A vida da infância espiritual é também a expressão da sua profunda humildade. Os nove anos que passou no Carmelo de Lisieux (aí entrou aos quinze anos, após ter ido a Roma pedir autorização ao Papa), viveu-os tão intensamente a ponto de oferecer ao mundo católico a surpreendentemente imagem de uma santa, aparentemente estranha ao mundo em que viveu, sem relações espirituais com o mundo moderno. No entanto, estava tão imersa na realidade da vida eclesial a ponto de ser declarada em 1927, dois anos após sua elevação às honras dos altares, padroeira principal das missões, e ser invocada desde 1944, como padroeira secundária da França, ao lado da guerreira Joana D’Arc.

São Francisco de Assis, mais do que protetor dos animais, é defensor da Igreja de Cristo

São Francisco, muito mais do que um santo da ecologia foi um gigante da Igreja; fundou uma das maiores Congregações religiosas: os franciscanos. Tinha um amor profundo à Sagrada Eucaristia.

Era um grande católico, fiel à Igreja, ao Papa e às missões para salvar almas. Participou da quinta Cruzada. Quando os cristãos cercaram Damietta, no delta do Nilo, no Egito, São Francisco foi para lá. Resolveu ir até os muçulmanos maometanos, para tentar convertê-los ou morrer mártir.

A pregação de São Francisco, que foi ouvida até pelos lobos, não foi aceita pelos muçulmanos. Malek Kamel deixou partir São Francisco que voltou ao campo cruzado. A guerra prosseguiu, e depois de 17 meses de cerco, Damietta foi tomada pelos cristãos.

Sua vida é um grande exemplo para nós.

São Francisco de Assis, rogai por nós!


Vocação: um chamado de Cristo para uma nova vida

 

"Na raiz de cada vocação cristã, há este movimento fundamental da experiência de fé: crer significa deixar-se a si mesmo, sair da comodidade e rigidez do próprio eu para centrar a nossa vida em Jesus Cristo; abandonar como Abraão a própria terra pondo-se confiadamente a caminho, sabendo que Deus indicará a estrada para a nova terra. Esta «saída» não deve ser entendida como um desprezo da própria vida, do próprio sentir, da própria humanidade; pelo contrário, quem se põe a caminho no seguimento de Cristo encontra a vida em abundância, colocando tudo de si à disposição de Deus e do seu Reino".

Papa Francisco 

“Deixar-se a si mesmo”; “(...) “centrar a nossa vida em Jesus Cristo”: essas expressões do pontífice sintetizam, da melhor forma possível, o significado de exercer uma vocação.

O mês de Agosto é o mês dedicado às Vocações, a todos os vocacionados e vocacionadas que receberam o chamado de Deus. É justamente esta palavra que representa a essência da vocação: o chamado. Deus nos chama e cabe a nós responde-Lo. Muitas vezes este chamado não acontece de forma direta, sendo preciso que nos aprofundemos em Deus para alcançar o despertar vocacional.

Em cada domingo do mês de Agosto é lembrado um determinado tipo de vocação. São eles:

Vocação aos ministérios ordenados: envolve as vocações sacerdotais e diaconais. Estão relacionadas a todos aqueles que receberam um chamado de serviço e entrega total a Deus, dedicando-se em tempo integral a esta missão.

Vocação matrimonial: o chamado à entrega e essência da manifestação de amor de um pelo outro por meio da união.

Vocação à vida consagrada: religiosos e religiosas, consagrados e consagradas, que se dedicam exclusivamente a uma vida de serviço e missão apostólica em instituições, comunidades e etc.. à semelhança dos discípulos em sua caminhada evangelizadora.

Vocação do cristão leigo da Igreja: aqui estão inseridos todos os leigos e leigas que atuam em serviço pela Igreja, incluindo a Catequese.

Como o próprio Papa Francisco nos alerta, o SER catequese é muito diferente do FAZER catequese, pois o primeiro envolve assumir o chamado de Deus vivendo em plena comunhão com Ele, e assim apresentar, de coração aberto, a pessoa de Jesus a todos os catequizandos.

Ser Catequista não se trata apenas de transmitir ensinamentos de Jesus, mas principalmente manifestar Seu amor por nós, sendo testemunha do quão maravilhoso Ele é em nossas vidas, por meio de nosso envolvimento e entrega a Deus e à Igreja.

Diz o Papa Francisco: “A catequese é um pilar para a educação da fé. Ser catequista é doar-se por amor, ensinando, aprendendo e transformando vidas. Ajudando o próximo a enxergar tantas maravilhas a sua volta. Promovendo um encontro com Jesus Cristo e com sua palavra que é vida.”

E há ainda a maior vocação de todas que é a cristã, pela qual, assim como ocorre nas outras vocações, somos chamados a vivenciar plenamente dois dos maiores mandamentos que Deus nos dá: Amá-Lo sobre todas as coisas e amar o próximo como a nós mesmos. E isso só se concretiza quando deixamos nós mesmos para viver em Cristo. 


“Para a maior Glória de Deus” – Vida e obra de Santo Inácio de Loyola

Neste mês em que celebramos a festa do padroeiro de nossa paróquia – Santo Inácio de Loyola – no dia 31/07, conheça um pouco mais sobre sua vida e a bela experiência de conversão pela qual ele passou:

Inácio nasceu em Loyola na Espanha, no ano de 1491, e pertenceu a uma nobre e numerosa família religiosa (era o mais novo de doze irmãos), ao ponto de receber com 14 anos a tonsura, mas preferiu a carreira militar e assim como jovem valente entregou-se às ambições e às aventuras das armas e dos amores. Aconteceu que, durante a defesa do castelo de Pamplona, Inácio quebrou uma perna, precisando assim ficar paralisado por um tempo; desse mal Deus tirou o bem da sua conversão, já que depois de ler a vida de Jesus e alguns livros da vida dos santos concluiu: “São Francisco fez isso, pois eu tenho de fazer o mesmo. São Domingos fez isso, pois eu tenho também que o fazer”.

Realmente ele fez, como os santos o fizeram, e levou muitos a fazerem “tudo para a maior glória de Deus”, pois pendurou sua espada aos pés da imagem de Nossa Senhora de Montserrat, entregou-se à vida eremítica, na qual viveu seus “famosos” exercícios espirituais, e logo depois de estudar Filosofia e Teologia lançou os fundamentos da Companhia de Jesus.

A instituição de Inácio iniciada em 1534 era algo novo e original, além de providencial para os tempos da Contra-Reforma. Ele mesmo esclarece: “O fim desta Companhia não é somente ocupar-se com a graça divina, da salvação e perfeição da alma própria, mas, com a mesma graça, esforçar-se intensamente por ajudar a salvação e perfeição da alma do próximo”.

Com Deus, Santo Inácio de Loyola conseguiu testemunhar sua paixão convertida, pois sua ambição única tornou-se a aventura do salvar almas e o seu amor a Jesus. Foi para o céu com 65 anos e lá intercede para que nós façamos o mesmo agora “com todo o coração, com toda a alma, com toda a vontade”, repetia.

Santo Inácio de Loyola, rogai por nós!

Fonte consultada: santo.cancaonova.com/santo/santo-inacio-de-loyola-reconhecido-tendo-a-alma-maior-que-o-mundo


OS SANTOS JUNINOS


 

“Viva Santo Antônio, São João e São Pedro! ” Este é o mês das festas juninas, onde são realizadas comemorações de alguns santos muito devotos em nosso país. Vamos apreciar cada um deles? 

Santo Antônio - 13 de junho – Padroeiro de Osasco

Entre os santos que mais são comemorados durante as festas juninas, Santo Antônio é com certeza o que mais possui devotos espalhados pelo Brasil e também por Portugal. Esse santo, que normalmente é representado carregando o menino Jesus em seus braços, ficou realmente conhecido como "casamenteiro" e é sempre o mais invocado para auxiliar moças solteiras a encontrarem seus noivos.

Mas não é só o título de casamenteiro que Santo Antônio carrega. Ele também é conhecido por ajudar as pessoas a encontrarem objetos perdidos.


Na tradição brasileira, o devoto de Santo Antônio gosta de ter sua imagem pequena para poder carregá-la. Por esse e tantos outros motivos que ele é considerado o "santo dos milagres".

Ainda há outro costume que é muito praticado pela Igreja e pelos fiéis. Todo o dia 13 de junho, as igrejas distribuem aos pobres e afortunados os famosos pãezinhos de Santo Antônio. A tradição diz que o pãozinho deve ser guardado dentro de uma lata de mantimento, para a garantia de que não faltará comida durante todo o ano.


São João Batista - 24 de junho – Protetor dos doentes

Outro santo muito comemorado no mês de junho é São João. Esse santo é o responsável pelo título de "santo festeiro", por isso, no dia 24 de junho, dia do seu nascimento, as festas são recheadas de muita dança, em especial o forró. 

No Nordeste do País, existem muitas festas em homenagem a São João, que também é conhecido como protetor dos casados e enfermos, principalmente no que se refere a dores de cabeça e de garganta.

O levantamento do mastro de São João se dá no anoitecer da véspera do dia 24. O mastro, composto por uma madeira resistente, roliça, uniforme e lisa, carrega uma bandeira que pode ter dois formatos, em triângulo com a imagem dos três santos, São João, Santo Antônio e São Pedro; ou em forma de caixa, com apenas a figura de São João do Carneirinho. A bandeira é colocada no topo do mastro.

Diz a Bíblia que foi ele quem batizou Jesus. É o mais famoso dos três santos de junho, tanto que as festas juninas são conhecidas como festas joaninas ou festas de São João.

São Pedro - 29 de junho – Dono da chuva

Segundo a Bíblia Sagrada, antes de ser batizado, Pedro se chamava Simão e trabalhava como pescador. Simão tinha o sonho de seguir os ensinamentos de Jesus, tornando-se um de seus apóstolos mais importantes. Ao fazer a escolha, Jesus disse: "És Pedro! E sobre esta rocha construirei minha Igreja". 

Escolhido como o líder dos apóstolos, criou mais tarde a comunidade cristã de Roma, vindo a se tornar o primeiro papa da Igreja Católica. Daí vem as crendices populares de que São Pedro ganhou as chaves do céu por ter sido escolhido como líder e, quando chove muito, dizemos que está lavando o céu. Ou ainda que para entrar no céu precisamos ganhar autorização de São Pedro.

Na igreja católica, no dia de São Pedro é feita uma comemoração com uma grande festa junina. Nesta acontecem várias queimas de fogos com danças e muitas comidas típicas.

São Pedro é considerado o mais sério dos três santos juninos. Dizem que Santo Antônio é o santo casamenteiro, mas é no dia de São Pedro que se escolhe o melhor pretendente.

 

Façamos então não somente do mês de junho, mas todos os meses um pouquinho de cada comemoração se tornar algo PROVIDENTE; como Santo Antônio, dar e repartir aos que precisam; como São João, assistir e amparar os doentes em qualquer aspecto e como também São Pedro, seguir aos ensinamentos de Jesus.”

Uma ótima Festa Junina!

 

Fonte: www.institutosaopiox.org.br/momento_sabedoria_jul2014.php


 

MAIO, MÊS DE MARIA

Neste mês dedicado à mãe do filho de Deus, aquela que deu o seu Sim ao Pai Eterno, numa manifestação de entrega e confiança em ser a mãe de Jesus Salvador, façamos uma pequena reflexão sobre a vida de Maria e sua mais bela lição de amor a Deus:

A mãe que soube esperar

Maria uniu-se ao Redentor em todos os momentos da sua vida e especialmente na Paixão, oferecendo sua imensa dor juntamente com o sacrifício do Filho. Ali ouviu dos lábios de Jesus agonizante a sua <<nomeação>> como Mãe dos discípulos, mãe de todos os homens: <<Mulher, eis aí teu filho>>… (Jo 19,26). Por isso, certamente merecia receber as primícias da alegria da Ressurreição.

É muito bonito pensar que, naqueles momentos de escuridão quase total que envolveu os discípulos após a morte de Jesus, a única luz de esperança que não se apagou foi o coração de Maria. Esse coração maternal, que acabava de ser atravessado por uma espada de dor, como profetiza Simeão (cf. Lc 2, 35), foi, ao mesmo tempo, a única lâmpada que ardia com a luz da santa esperança. Ela foi a única que, no silêncio do sábado santo, esperou na ressurreição do terceiro dia.

A mãe que ensina a confiar

Certamente, ao longo de toda a sua vida, ela viveu e encarnou a esperança como ninguém. Acreditou no anúncio do Anjo Gabriel, entregou-se sem duvidar ao que Deus lhe pedia – <<Eis a escrava do Senhor!>> -, e desse solo fecundo da fé, brotou-lhe a esperança como uma planta viçosa, como uma fonte de água viva.

Quando Jesus nos deu Maria como Mãe, na agonia na Cruz, garantiu-nos a esperança. É verdade que a nossa esperança deve estar, toda ela, colocada em Deus. Só Deus é o motivo e a fonte radical da esperança, que, sem a sua graça, não pode existir. Mas Ele deu-nos uma Mãe – a sua Mãe – para que, com a ternura de seu coração, nos ensinasse a confiar; para que nos amparasse e nos guiasse na vida e, como a mãe leva a criança pela mão, nos conduzisse ao encontro de Cristo e finalmente nos introduzisse no Céu.

A Mãe de Misericórdia

Maria é Mãe. Ela nos moverá ao arrependimento sincero, ela nos levará – se for preciso, pela orelha – até à Confissão, e nos carregará finalmente no colo, limpos e felizes.


Fonte: http://cleofas.com.br/maria-mae-da-santa-esperanca/


CONVITE PARA CATEQUESE

CRIANÇAS - JOVENS - ADULTOS


ENCONTROS

Preparação para 1ª eucaristia das crianças


Quarta feira:

Manhã - Primeiro ano das 08h30 às 11h30
              Segundo Ano das 10h00 às 11h30

Tarde - Primeiro e segundo ano das 15h00 às 16h30

Domingo:

Manhã - Primeiro e segundo Ano das 9:30 às 12h00, iniciando com a missa às 9h30


PERSEVERANÇA E COROINHAS

Domingo: das 9h30 às 12h00 (com a participação na missa das 09h30).
 

PREPARAÇÃO PARA O BATISMO / 1ª EUCARISTIA / CRISMA DE JOVENS E ADULTOS

DOMINGO: Jovens - das 10h00 às 11h20 (com a participação na missa das 11h30).

DOMINGO: Adultos  - das 09h30 às 11h00 (com a participação na missa das 11h30).


COMO VIVER BEM O TEMPO DA QUARESMA

Quaresma, tempo especial de graças: devemos aproveitar ao máximo para fazermos uma renovação espiritual em nossa vida. Durante quarenta dias Cristo jejuou e rezou para nos dar o exemplo de como vencer as tentações no deserto de nossas vidas.

Na Quarta-Feira de Cinzas, começa a quaresma, nas celebrações desse dia os sacerdotes colocam um pouco de cinzas sobre a cabeça dos fiéis. O sentido deste gesto é de lembrar que “Do pó viemos e ao pó voltaremos”. Este gesto lembra-nos que estamos de passagem por este mundo, e que a vida de verdade, começa depois da morte; e que, portanto, devemos viver em função disso.

Esses quarenta dias, devem ser um tempo forte de meditação, oração, jejum, esmola (caridade), práticas que a Igreja chama de “remédios contra o pecado”.

É tempo para se meditar profundamente a Bíblia, em especial os Evangelhos, a vida dos santos, viver um pouco de mortificação, ou seja, fazermos abstinência de tudo que mais gostamos de fazer em sinal de penitência, com a intenção de fortalecer o espírito para que possamos vencer as fraquezas da carne.

É tempo de “rever a vida” e abandonar o pecado (orgulho, vaidade, arrogância, prepotência, ganância, pornografia, sexismo, gula, ira, inveja, preguiça, mentira, etc.). Enfim, viver o que Jesus recomendou: “Vigiai e orai, porque o espírito é forte, mas a carne é fraca”.

É tempo de oração e penitência mais profundas, tempo de alegria, ao contrário do que se pensa, pois a alma fica mais leve e feliz. O prazer é satisfação do corpo, mas a alegria é a satisfação da alma.

Santo Agostinho dizia que “o pecador não suporta nem a si mesmo”, e que “os teus pecados são a tua tristeza; deixa que a santidade seja a tua alegria”. Para isso podemos fazer uma Confissão bem feita; o meio mais eficaz para se livrar do pecado. Não há graça maior do que ser perdoado por Deus, estar livre das misérias da alma e estar em paz com a consciência.

Fonte: http://cleofas.com.br/como-viver-bem-o-tempo-da-quaresma/


 “Sede misericordiosos” (Lc 6,36)

 

Chegamos em 2016 e, com ele, vêm as expectativas, esperanças e novos planos para este período que se inicia. Neste ano, o Papa Francisco tem um convite especial a nos fazer: contemplar a misericórdia divina abrindo nosso coração a Deus e sendo misericordiosos com os demais, já que estamos no Ano Santo Extraordinário da Misericórdia, proclamado pelo pontífice.

Anos Santos ou Jubileus são celebrados a cada 25 anos, fora desse período são considerados extraordinários como é o caso deste que celebramos. O motivo é o cinquentenário do Concílio Vaticano II, encerrado em 8 de dezembro de 1965.

Foi justamente em 8 de dezembro de 2015 que se iniciou o Ano Santo da Misericórdia, o qual se encerrará em 20 de novembro de 2016, festa de Cristo Rei. Nas palavras do pontífice: “Será, portanto, um Ano Santo extraordinário para viver, na existência de cada dia, a misericórdia que o Pai, desde sempre, estende sobre nós. Neste Jubileu, deixemo-nos surpreender por Deus. Ele nunca se cansa de escancarar a porta do seu coração, para repetir que nos ama e deseja partilhar conosco a tua vida”.

Antes de mais nada é preciso acolher a misericórdia de Deus, acolhimento este que significa compreender e contemplar a manifestação máxima do amor misericordioso de Deus por nós, ao enviar seu filho amado à Terra para ser crucificado e nos salvar. E como se dá essa compreensão? Amando incondicionalmente assim como Ele nos ama, passando a enxergar o próximo como um verdadeiro irmão e filho de Deus.

É preciso estar atento para que não nos deixemos levar pelo pecado da soberba, que envenena o ser humano e o faz pensar ser melhor que os outros, considerar-se autossuficiente e menosprezar até mesmo a Deus. E onde não há Deus, não há misericórdia. Só a misericórdia restaura e salva.

Portanto, o Ano Santo, por meio das obras de misericórdia, é uma grande oportunidade para reintroduzir no coração do cristão as boas práticas cristãs, inspirado no amor de Deus.

 Catequese – Paróquia Santo Inácio de Loyola 

O Que é Catequese? Motivação.