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Mensagens das Semanas Anteriores

Pensamentos da Semana - Janeiro 2013

Neste 5º domingo do tempo comum, ano c, as leituras dominicais destacam momentos confrontantes na vida do profeta Isaias e de Pedro:

A) Isaias: Diante da grandeza do que vê afirma: "Ai de mim, estou perdido! Sou apenas um homem de lábios impuros, mas eu vi com meus olhos o rei,o Senhor dos exércitos".(cf. Is 6,5).  

B) Pedro: "Afasta-me de mim, porque sou um homem pecador"(Lc 6,8). 

O convite  de Jesus a Pedro para avançar para águas mais profundas é um pedido que Jesus faz a cada batizado para aprofundar-se no caminho da fé. Jesus não é percebido na superficialidade más na profundidade: "Avança para águas mais profundas" (cf. Lc 6,4).

Aqueles que avançam para águas mais profundas respondem como Isaias: "Aqui estou! envia-me"(cf. Is 5,8b).

O apóstolo Paulo, falando da ressurreição confessa para os coríntios: " por último apareceu também a mim, como um abortivo, Na verdade, eu sou o menor dos apóstolos, nem mereço o nome de apóstolo porque persegui a Igreja de Deus". (1Cor 15,8.9).

Para tornar-se discípulo e missionário de Jesus hoje é necessário avançar para águas mais profundas da fé. Conquistada pela oração, leitura e meditação da Palavra,  participação da Eucaristia e engajamento nos serviços pastorais. (Pe. Mário).

O encontro com Jesus Cristo se dá através do serviço e da gratuidade, expressões de quem vive o caminho das aguas mais profundas. (Pe. Mário)

 A Palavra de Deus vem para nos INTERPELAR, PROVOCAR, CONSOLAR, CRIAR COMUNHÃO E SALVAR.

Os profetas são homens  ou  mulheres escolhidos(as) e consagrados(as) por Deus para denunciar os obstáculos que impedem a realização do Reino de Deus entre nós. "Antes de formar-te no ventre materno, eu te conheci, antes de saíres do seio de tua mãe, eu te consagrei e te fiz profeta das nações" (cf. Jr 1,5). 

O AMOR é o dom mais elevado que  podemos aspirar, sem esse somos como "címbalo que retine" (Cf. 1 Cor 12,31-33,13).  

As palavras e as atitudes de Jesus atraiam multidões. Assim também acontece com todo aquele que  com sua vida testemunha Jesus (cf. Lc 4,21-30).

Os profetas não são pessoas muito agradáveis nos dias de hoje, como não foram no passado, porque eles com sua ação procuram abrir os olhos dos que estão cegos e apontam os caminhos contrários aos planos do Pai. Vejamos o que fizeram com Jesus, que era mais do que um profeta: "Quando ouviram as palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade" (cf. Lc. 28-29). 

Vejamos o que Jesus nos diz ainda neste domingo: "Em verdade nenhum profeta é bem recebido em sua pátria" (Lc 4,24). Quando rejeitamos os profetas perdemos a oportunidade de sermos solidários e de construir um mundo melhor, vivermos o amor dom maior de Deus.

Na semana que passou realizamos o tríduo sobre São Paulo, voltamos a ler um trecho da carta de Dom Odilo: Senhor, aumentai a nossa fé: "Vivemos um tempo  de crise de fé, que se caracteriza pela superficialidade na adesão a Deus e às verdades da fé proclamadas pela Igreja; o subjetivismo leva facilmente às pessoas a escolherem o que mais  gostam e traz mais vantagem, em vez daquilo que é verdade". O tríduo era um convite e incentivo a voltarmos às raízes de nossa fé.

Para o apóstolo Paulo: A fé é viver a experiência do sentir-se amado por Deus, é sentir Cristo vivendo em nós (cf. Gl 2,20). 

Segundo o livro de Neemias havia um dia consagrado para o povo ouvir a palavra: "Este é o dia consagrado ao Senhor, vosso Deus. Não fiqueis tristes nem choreis" (cf. Ne 8,9). A Palavra é fonte  de sabedoria e vida.

O apóstolo Paulo lembra que o corpo é um só, embora  tenha muitos membros. Assim também Deus enriquece cada criatura com um dom para o enriquecimento da comunidade e busca do bem comum.(cf. 1Cor 12,12-30).

No evangelho deste domingo encontramos Jesus na Sinagoga apresentando a sua verdadeira missão:

"O espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres, proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor" (cf. Lc 4,14-21).

O amor a Palavra é  fonte de alimento para nossa fé, nossa esperança e a caridade que nos leva a sermos sempre solidários.

TRÍDUO SOBRE SÃO PAULO: Próxima terça, quarta, quinta faremos um tríduo para celebrar São Paulo. Na sexta-feira, feriado e festa de São Paulo teremos missa, às 8h e 18 horas.

ENCONTRO PAROQUIAL: No próximo dia 2 de fevereiro, sábado, entre às 08:00 com a missa até as -11:30 horas, no salão São Paulo, estaremos realizando um encontro com todas as lideranças da paróquia. Será um momento de partilha sobre nossas metas de 2013. Agradecemos a participação.

Estamos fazendo um esforço para entregar a comunidade  nossa agenda até o início de fevereiro 2013.

Estão abertas as inscrições da catequese e estas podem ser feitas na secretaria.

Nos painéis na saída da Igreja, bem como no quadro de anúncios na entrada da secretaria, constam recados importantes sobre a jornada da Mundial da Juventude. Lembramos que a paróquia através dos jovens e da secretaria estão vendendo suas camisetas e rifas. Informamos a comunidade que já temos 45 lugares de hospedagem oferecidos pelas famílias, ainda nos faltam 55 lugares. Obrigado pela participação.

Meus Irmãos e minhas Irmãs que lêem nosso site, voltamos com os pensamentos da semana, que se referem ao Batismo de Jesus

O profeta Isaias pré-anuncia Jesus: "Eis o meu servo, o meu eleito, nele se compraz minha alma, Sobre ele coloquei o meu Espírito"(Is 42,1).

Nesta semana voltamos o nosso olhar e pensamento sobre o Batismo de Jesus. Trata-se da apresentação de Jesus diante de João Batista. Do alto vem um anúncio de quem é Jesus: "Tu és meu Filho, o Amado"(Lc 3,22).

João Batista assim afirmava ao povo: "Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo" (Lc 3,16-22).

O Batismo é a porta de entrada na comunidade cristã, por isso é importante o batismo da criança, pois desde cedo ela vai aprendendo o significado do seguimento de Jesus. Mais do que nunca precisamos hoje compreender a grandeza deste sacramento.

A pessoa que recebe o sacramento do Batismo é convidada a acolher a todos sem distinção entre as pessoas (cf. At 10,34).

O profeta Isaias anuncia a missão de Jesus e como conseqüência, o compromisso de todo batizado: "Luz das nações, abrir os olhos dos cegos, tirar os cativos da prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas"(cf. Is 42,7).

 

Atenciosamente

Pe. Mário Pizetta

Pároco

 

 

 

Pensamentos da Semana - Dezembro 2012

Neste II domingo do Advento nos é apresentada a figura de João Batista, aquele que quer preparar os caminhos da chegada de Jesus: "esta é a voz daquele que grita  no deserto: preparai os caminhos do Senhor, endireitai a suas veredas"(cf. Lc 3,4). Assim como preparamos nossa casa para receber a quem nos visita, assim também precisamos preparar nosso coração para quem vem trazer a salvação. O caminho de preparação é um processo de purificação.

Anunciar o Evangelho, apresentar a Boa Noticia é a grande missão da comunidade dos batizados.

Afirma o profeta Baruc: "Despe, ó Jerusalém, a veste  de luto e de aflição e reveste os adornos da glória vinda de Deus. Cobre-te com o manto da justiça que vem de Deus" (Br 5,1.2). Converter-se é mudar o coração.

Uma denuncia  sobre uma injustiça social sem o anúncio da Palavra tornar-se-ia uma mensagem estéril.

"Optar pelo Reino significa despojar-se  de si , renuncia de toda forma de orgulho,disponibilidade às inspirações  do Espírito, obediência. O homem que quiser seguir a Jesus é chamado a despojar-se de si  e a perder-se  de algum modo"(cf. Missal Dominical, Paulus, 1995, p.59).

O caminho de conversão é um processo que gradativamente vai modificando o foco de nossas buscas: das coisas que passam para aquelas que não passam. (Pe. Mário)  

Atenciosamente

Pe. Mário Pizetta

Pároco

 

Pensamentos da Semana - Novembro 2012

Com a festa de Cristo Rei, no dia 25 de novembro, encerramos o Tempo Comum. Ingressamos agora no Tempo do Advento: um período de recolhimento interior.

Afirma o profeta Jeremias: "Assim diz o Senhor: farei cumprir a promessa dos bens futuros para a casa de Israel e de Judá. Da descendência de Davi farei nascer a semente da justiça"( cf. Jer 33,14-15). Deus cumprirá todas as suas promessas.

O apóstolo Paulo implora ao Senhor para que a comunidade de Tessalonica cresça no amor, dessa forma conquistando uma santidade cada vez mais agradável aos olhos de Deus (cf. 1Ts 3,12-13). A busca da santidade é um convite feito a todos. Quanto mais alguém vive a caridade mais atinge a santidade, e compreende melhor a vontade de Deus.

Precisamos estar sempre atentos a tudo o que acontece: "haverá sinais  no sol, na lua  e nas estrelas. Quando todas estas coisas começarem acontecer erguei vossa cabeça, porque a vossa libertação está próxima" (cf. Lc 21,25.28). Os tempos difíceis são tempos muito ricos para a pessoa. 

O caminho de preparação para este grande dia é a vigilância e a oração."ficai atentos e orai a todo momento"(cf. Lc 21,36).

O Advento é um tempo breve  que  chama atenção de todos nós para este momento tão cheio de graça, da visita do Filho de Deus a humanidade. A chegada de Jesus-Menino é um ato de Amor de Deus. Deus não se cansa de realizar maravilhas entre nós.

Neste domingo encerramos o Ano Litúrgico com a festa de CRISTO REI. A realeza de Cristo é universal e tem um poder real sobre tudo e sobre todos (cf. Missal Dominical, Paulus,1995, p.1081).

Afirma o profeta Daniel: " Seu poder  é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá" (cf. Dn 7,14b).

Assim diz Jesus a Pilatos: "O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas lutariam  para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui" cf. Jo 18,37). Aqueles que testemunham Jesus neste mundo são seus soldados.

Jesus Cristo torna-se rei pelo testemunho, amor, solidariedade, fraternidade, a verdade que anuncia a humanidade. Por isso que precisamos todos dobrar nossos joelhos diante dele. No reinado de Jesus não existe a violência. (Pe. Mário).

"Eu sou o Alfa e o Ômega", diz o Senhor Deus, "aquele que é, que era e que vem, o Todo Poderoso” (cf. Ap 1,8).

Neste domingo celebramos o dia do leigo e da leiga, eles são presença e fermento de transformação da sociedade. (cf. Liturgia Diária, ano XXI, nº 251, p.76).

A liturgia deste 33º domingo do tempo comum ano b nos alerta para a necessidade do homem estar atento para as suas últimas realidades (Pe. |Mário).

"Os sábios e todos os que ensinaram os caminhos das virtudes brilharão como estrelas no firmamento  para toda a humanidade"(Dn 12,3). Saibamos viver sempre com sabedoria.

Quando vivemos o perdão não temos necessidade da oferenda pelo pecado.(cf. Hb 10,18).

O evangelista Marcos neste domingo apresenta a compreensão da vinda do Filho do homem a partir da parábola da figueira.(cf. Mc 13,29).Sinal de sabedoria é saber ler os sinais que estão ao nosso redor e na história. Na compreensão deles a luz para o novo(Pe. Mário).

Jesus nos diz: "O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. Quanto ao dia e a hora ninguém sabe, somente o Pai"(cf. Mc 13,28ss).

Dirá o salmista: Guarda-me ó Deus, por que em vós me refugio, minha alma se rejubila e encontra o caminho para a vida (cf.Sl 15).

Neste último domingo celebramos a festa de Todos os santos, que recordamos   no nosso ato de fé: creio na comunhão dos santos.

Santidade é: Graça  de Deus e conquista do ser humano, que todos os dias procura de forma progressiva  viver intensamente a misericórdia, a pobreza, o desprendimento, a justiça, a  paz e a pureza,  no espírito das Bem-aventuranças. (Pe. Mário).

"Ser santo não significa   dizer  que  jamais  cometeram erros ou que jamais pecaram. Os santos são pecadores como o somos todos nós" (cf. Torres, Fernando, CMF, Meditações sobre leituras dominicais, ed. Ave Maria, p.234).

"Santos são  todos aqueles que lavaram e alvejaram suas vestes no sangue do Cordeiro!( Ap 7,14b).

Vejamos quanto grande é o amor de Deus por cada um de nós: "sermos chamados filhos e de fato o somos"(cf. 1Jo 3,1-3).

Na busca da vivência das Bem-aventuranças podemos ter grandes sofrimentos  mas "fiquem alegres e contentes por que será grande para vocês a recompensa no céu"  (cf. Mt. 5,12).

O cristão todos os dias é confrontado por propostas de felicidade e de vida plena, que quase sempre, conduzem  por caminhos  de escravidão, dependência e desilusão.(cf. Dehonianos. org.)

Cristo, sumos sacerdote, não entrou num santuário feito por mãos humanas, entrou apenas uma vez e ali ofereceu-se a si mesmo como sacrifício para destruir o pecado. (cf. Hb 9,24-28).

"Acautelai-vos  dos escribas, que gostam de exibir  longas vestes, de receber cumprimentos nas praças, de ocupar os primeiros assentos  nas sinagogas     e os primeiros lugares nos banquetes"(cf. Mc 12,38-44). 

Neste domingo somos convidados a nos perguntar: Qual é o culto que agrada a Deus? Veremos que agrada a Deus quando somos capazes de lhe oferecer tudo, quando aceitamos  a despojar-nos  das nossas certezas, das nossas seguranças, das nossas manifestações de orgulho  e de vaidade, dos nossos projetos  pessoais e preconceitos e passarmos a confiar plenamente no Senhor.

O comportamento das duas mulheres relatadas na liturgia deste domingo é a imagem viva das pessoas que confiam plenamente no Senhor. São felizes, mesmo diante do pouco ou do nada. Quem muito tem pode oferecer pouco, mas quem tem pouco oferece o que tem.

Buscamos a religião não para trazer benefícios ou privilégios mas para ajudar na construção de uma vida nova. 

Atenciosamente

Pe. Mário Pizetta

Pároco

 

Pensamentos da semana - Outubro 2012

"Todos virão cobertos de lágrimas e eu os receberei entre preces e conduzirei a todos para águas tranqüilas" (Jer 31,9).

O sacerdote é alguém tirado do meio do povo para se colocar a serviço deste mesmo povo. A missão do sacerdote é oferecer dons e sacrifícios pelos pecados do povo, ter compaixão dos que estão na ignorância e no erro (cf. Hb 5,1-6).

"Coragem , levanta-te, Jesus te chama" ( Mc 10,49b). Existem muitos gritos humanos que clamam por vida. Que o Senhor abra os nossos olhos para ver de onde emergem.

A fé supera os limites da vida humana. "Vai, a tua fé te curou" (Mc 10,49a).

"Jesus, Filho de Davi, tem piedade de mim" (Mc 10,47b). Existem duas situações de   cegueira: a de nascença, onde não temos consciência das coisas ao nosso redor e o fato de tornar-se cego, o sentido da perda para o  ser humano, é o caso do evangelho de hoje. O grito é a consciência da perda. (Pe. Mário)

Uma pergunta: qual é a pior cegueira: a física ou a do coração?

"O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos"(Mc 10,45).  

A lição do serviço é a porta de entrada da felicidade.( Pe. Mário) 

A carta aos Hebreus deste domingo nos fala: "aproximemo-nos  de Cristo com toda a confiança, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmos a graça de um auxílio no momento oportuno"(Hb 4,16). 

Lutar por uma causa em favor dos mais pequenos é conquistar uma dupla alegria: para si próprio no gesto de servir, para o outro na conquista de qualidade de vida. ( Pe. Mário) 

Todo gesto de servir é um ato de amor. Quando alguém serve elimina as diferenças e diminui as distâncias entre as pessoas. (Pe. Mário) 

Façamos crescer dentro de nós o espírito missionário. A revitalização dos trabalhos pastorais passa pela conquista do sentido missionário. Busquemos ser solidários com os missionarios (as). (Pe. Mário) 

A sabedoria é o maior bem que podemos pedir a Deus. "Preferi a sabedoria aos cetros e tronos e, em comparação com ela, julguei sem valor a riqueza" (Sb 7,8).

A acolhida a Palavra de Deus é sinal de busca da sabedoria. "A Palavra de Deus é viva, eficaz e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes" (Hb 4,12).

Para conquistar a vida eterna é necessário: conhecer e viver os mandamentos, desapegar-se dos bens e seguir Jesus (cf. Mc 10, 17-30).

Assim disse Jesus: "Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus. É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus"(Mc 10, 23.25).

"Quem deixar tudo para seguir Jesus receberá cem vezes mais em tudo nesta vida"(Mc 10,29).

A partilha, a fraternidade, a disponibilidade para com Deus nos torna próximos uns dos outros. Evangelizar é ir ao encontro do outro.(Pe. Mário)

"O cristão não deve ser morno; este é o mais grave perigo para o cristianismo hoje. A tepidez desacredita o cristianismo".(Bento XVI). A nova evangelização é uma redescoberta da alegria   de sermos batizados.

Deus criou o ser humano para viver com os outros seres na harmonia, solidariedade, paz e fraternidade, sem submissão. 

Assim diz o Senhor: "Por isso, deixará o homem o seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher, e eles serão uma só carne” (cf. Gn 2,24). Esta afirmação da Sagrada Escritura aponta que o vínculo existente entre o homem e a mulher é indissolúvel e torna-se um forte questionamento para o mundo pós-moderno que busca o provisório e não definitivo satisfazendo-se com o mais confortável.  

"Esta sim é osso dos meus ossos  e carne da minha carne” (cf. Gn 2,23). Na história humana vimos muitos abusos do homem, atitudes de prepotência, domínio sobre a mulher. Hoje vimos que este quadro tem sofrido muitas mudanças. Diríamos: estamos na busca de um modelo mais equilibrado. 

A família é a base para a formação de uma personalidade, equilíbrio e maturidade. O lugar privilegiado onde são transmitidos os valores. Investir na família é garantia de um desenvolvimento saudável de todos. 

A morte de Jesus na cruz é uma atitude de solidariedade com a humanidade e em nada contrapõe  a grandeza e glória recebida do Pai, pelo contrário é gesto de amor. 

"Deixai vir a mim as crianças. Ele abraçava as crianças  e as abençoava impondo-lhes as mãos" (cf. Mc 2,14.16). A valorização de  Jesus pelas crianças não era apenas pela sua inocência, sua pureza, mas também porque eram expressão de vida. 

Atenciosamente

Pe. Mário Pizetta

Pároco

 

Pensamentos da Semana - Setembro de 2012

 

A advertência  vem do apóstolo Tiago: "Agora ricos, chorai e gemei, por causa das desgraças que estão para cair sobre vós" (cf. Tg 5,1).  "Riqueza acumulada é sinal de morte; partilhada é sinal de vida"(cf. Liturgia Diária - pistas para a reflexão pg.90) 

“O Reino de Deus é maior que o pequeno grupo que formamos - maior que o que somos em nossa paróquia, nossa comunidade, nosso grupo ou nossa Igreja" (cf.Torres, Fernando - Meditações sobre as leituras dominicais - pg.286 - Ed. Ave Maria - pg. 286 - SP)  

Fazer o bem e anunciar  a mensagem de Jesus  não é privilégio de ninguém. Vejam o que diz Jesus: "Ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nosso favor" (cf. Mc 9,39-40). 

A liberdade religiosa é uma das conquistas mais expressivas do ser humano. O fato de existir formas diferentes de prestar culto a  Deus expressa a busca do homem ao transcendente.  (Pe. Mário) 

O espírito ecumênico é uma conquista  da modernidade e se baseia  na crença de que Deus não se revelou apenas  na tradição judeo-cristã, mas também através das grandes tradições religiosas como o hinduismo, islamismo etc....(cf. Prado, José Amaral de Almeida, Homilias Dominicais, Colégio Santa Cruz, pg. 339)

Viver o Evangelho de forma coerente é uma forma de incomodar a sociedade (Pe. Mário).

" Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos.”(cf. Mc 9,35).

A fidelidade a Cristo é  uma das expressões da vida do justo (cf. Tg  2,17-20).

Onde existe a inveja, a rivalidade, a cobiça e a disputa, está presente a injustiça e a verdade não convive.(Pe. Mário)

Os humildes  estão sempre mais abertos ao serviço. A Igreja deve estar sempre ao serviço da vida plena.(Pe. Mário]

A verdadeira compreensão de Jesus acontece sempre que alguém se dispõe a caminhar com ele. ( Pe. Mário)

A fé que não é traduzida em obras é morta (cf. Tg 2,17). Da mesma forma a religião que não se traduz em vida.

A liturgia da Palavra do 24º domingo nos apresenta uma pergunta de Jesus: "Quem sou eu para você?” (cf. Mc 8,29).

A forma como reconhecemos Jesus nos permite estabelecer parâmetros de existência. (Pe. Mário).

O ato de crer nos permite reconhecer a Deus como "o meu Auxiliador", por isso que somos fortes diante das dificuldades quando sentimos a sua presença (Pe. Mário).

"Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga” (Mc 8,34b).

Não basta dizer que acreditamos em Jesus é preciso também aprender a carregar a cruz juntamente com Ele.

Em tempos difíceis, busquemos palavras de esperança: "Criai ânimo, não tenhais medo". Então se abrirão os olhos dos cegos e se descerarão os ouvidos dos surdos"(cf. Is   5,4a.5).

Os que acreditam e vivem a fé em Jesus Cristo não podem fazer acepções de pessoas (cf. Tg 2,1).

A religião se coloca a serviço da vida humana, eliminando toda forma de discriminação e exploração ( Pe. Mário).

Cristo abre nossos ouvidos  e libera a nossa língua para podermos escutar e proclamar suas maravilhas. "Efatá", "Abra-te"(cf. Mc 7,34).

"Ele tem feito bem todas as coisas: aos surdos faz ouvir e aos mudos falar "(cf. Mc 7,37).

Na abertura e acolhida a Palavra de Deus está a construção de uma nova criatura (Pe. Mário)

"Os pobres e marginalizados foram escolhidos por Deus para serem os herdeiros do reino" (cf. Tg 2,5b)

As recordações do passado que não favorecem a celebração da vida podem se tornar opressoras e nos fazem perder o sentido.  

"Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas  que ensinam são preceitos humanos" (cf. Mc 7,6b-7).  

As celebrações na caminhada de uma comunidade são momentos fortes de recordação, manifestação da vida e do amor de Deus (pe. Mário).  

Nos alerta o apóstolo Tiago: "Sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos"(cf. Tg 1,22).  

Aqueles que praticam os ensinamentos do Senhor encontram a sabedoria e a inteligência em suas ações (cf. Dt 4,6).  

A participação na celebração da Eucaristia não pode se tornar uma obrigação mas constituir-se numa expressão profunda comunhão com Deus e a comunidade (Pe. Mário) 

Pe. Mário Pizetta
Pároco

 

 
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