Banner
Contador de Visitas
447209


Mensagens das Semanas Anteriores

OBRIGADO SENHOR

Nesta última mensagem de 2014 gostaríamos de expressar nossa gratidão a todos os paroquianos pela PARTICIPAÇÃO  E COLABORAÇÃO RECEBIDA. Renovamos o apelo para continuarmos caminhando juntos em 2015, pois UNIDOS encontramos mais forças para superar as dificuldades. Em 2014 foram muitas as conquistas e acreditamos que avançamos. Tudo foi obra de Deus. Com ELE tudo é mais fácil. Vamos com Fé construir uma comunidade cada dia mais próxima das pessoas.

FELIZ NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DE BÊNÇÃOS PARA TODOS.

OBS: Voltaremos  a partir do dia 10 de janeiro 2015.
 

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

ALEGRAI-VOS NO SENHOR (Cf. Fil 4,4) ESTAI SEMPRE ALEGRES (1Tes 5,16-24)

 

O terceiro domingo do Advento nos deixa num ambiente de alegria. Alegria pois o Senhor está para chegar. A primeira leitura é um canto de exaltação que revela o plano que Deus tem sobre aquele que será enviado até nós, o Messias. Neste cântico é revelada a missão do mensageiro que vem:

" Dar a Boa Nova aos humildes, curar as feridas da alma, libertar os que estão presos...(cf. Is 61,1-2.10-11). Na segunda leitura, Paulo convida a comunidade a estar sempre alegre e não permitir que a chama de luz das profecias se apague. Pede para estando em Cristo, se afastem de toda a maldade!(cf. 1Tel 5,16-24).

No evangelho admiramos a humildade de João Batista onde afirma que ele não é o Messias, nem um profeta, mas "é a voz daquele que grita no deserto" (cf. Jo 1, 23). Este terceiro domingo, através do profeta Isaias e de João Batista conhecemos a missão da Igreja, das comunidades que procuram levar a todos os recantos onde existam seres humanos a missão de Jesus. Neste domingo vemos como estamos interligados: Cristo - Igreja - Comunidade. O cristão tem um desafio: precisa ser a voz daquele que grita no deserto.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


MISSÃO DO PROFETA: PREPARAR OS CAMINHOS DO SENHOR

O segundo domingo do Advento nos chama para uma realidade bem concreta: Prepararmos os caminhos do Senhor. O personagem deste domingo é JOÃO BATISTA, anunciado pelo profeta Isaias: "Grita no deserto: preparai o caminho do Senhor" (Is 40,3).

A segunda leitura expressa Pedro combatendo aqueles pregadores de seu tempo que não acreditam na segunda vinda de Cristo. Pedro afirmará: "para o Senhor um dia é como mil anos e mil anos como um dia", e "o que esperamos, de acordo com a promessa, são novos céus e uma nova terra" (cf. Pd 3,8.12b).  João Batista é o mensageiro de Deus que passava pelos caminhos do deserto convocando o povo para preparar-se para a chegada do Messias.

A Igreja hoje exerce o papel de João atuando nesta cidade, onde todos se cruzam, mas ninguém se conhece. Uma cidade, que é um monumento de prédios, avenidas, ruas, becos, onde muitos caminham sem rumos.  Olhando para o alto vemos intercalados cimento e vidro sem vida, espaços frios, alguns quentes mas não é um calor humano.

A Igreja á ainda um dos poucos gritos que se escuta na cidade, mesmo que for dentro de quatro paredes. Nossas comunidades precisam ir ao encontro dessas realidades. Andar pelas ruas, periferias e semear a esperança. João Batista desperta em cada um de nós a dimensão profética, ou seja, denunciar um personalismo, um individualismo que está  destruindo pessoas e anunciar um Menino que deseja ser acolhido. Ele vem traz uma mensagem de paz, de alegria e esperança. João Batista dirá em sua pregação: "eu não sou digno nem desamarrar as suas sandálias, eu batizo com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo" (cf. Mc 1, 7-8). Neste Natal acendamos luzes. Construamos  presépios não apenas para lembrar que estamos no Natal, mas para acolher o Deus Menino que vem habitar no meio de nós.

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

 

 

Mensagens da semana novembro 2014

JESUS É REI PORQUE É PASTOR

Neste próximo domingo a Igreja celebra a festa de Jesus Cristo Rei do Universo. O título de Rei é para indicar a soberania de Jesus sobre todas as coisas. Jesus nos mostra a verdadeira face de um Rei: "Eu mesmo vou procurar as minhas ovelhas", "Vou tomar conta delas",

"Eu mesmo vou procurar  a ovelha perdida, reconduzir a extraviada, cuidar de suas feridas, farei justiça" (cf. Ez 34,11-12.15-17). Paulo nos falará que Cristo Ressuscitado é o primeiro na escala do Pai, como a expressão mais preciosa (cf. 1Cor 15,20).

O evangelho nos apresentará os critérios de Deus no dia de nosso encontro definitivo com o Pai, ou seja, no dia de nossa despedida deste mundo. Seremos julgados pelo amor praticado sem interesse. "Sempre que tiverdes feito a um dos meus irmãos, a mim o fizestes"(cf. Mt 25,31-46). Portanto aquele que vive intensamente o amor escutará no dia do Juízo o feliz convite de Jesus: "Vinde, benditos de meu Pai, recebei como herança o reino que o Pai preparou desde a criação do mundo"(Mt 25,34b).

A liturgia deste domingo nos faz um apelo muito grande sobre a necessidade de olharmos para os que são excluídos, marginalizados e afastados das condições normais de vida. Olhar para eles não é uma questão de caridade, mas de dignidade, de reconhecimento de que são o rosto de Deus no meio de nós, pois Deus se identifica nos pobres.

Pe. Mário Pizetta, ssp

Pároco


SEM MEDO DE VIVER OS DONS

A liturgia deste domingo, o 33º domingo do Tempo Comum Ano A, nos prepara para uma dimensão de final do ano litúrgico, um clima de despedida e de julgamento.

A primeira leitura nos convida a olhar para a mulher forte que encontra no temor a Deus a sua sabedoria(cf. Pr 31,10-13.19-20.30-31).

A figura da mulher forte é a presença de todas as pessoas que colocam nos ensinamentos de Deus a sua confiança e se esforçam para nele caminhar.

Como nos diz a 2ª carta de João 9; "Todo aquele que não permanece na doutrina de Cristo, mas passa além, não possui a Deus!"

A segunda leitura, Paulo, nos leva a pensar sobre o julgamento que estaremos passando no final de nossa vida. Paulo nos alertará da necessidade de termos uma atitude permanente de vigilância. O ato de crer em Jesus Cristo e viver nos caminhos da fé, praticando o bem, caminhamos como filhos da luz (cf. 1Ts 5,1-6).

No evangelho, Mateus, apresenta a parábola dos Talentos(cf. Mt 25,14-30). Esta nos ensina que cada um de nós foi agraciado com uma quantidade de dons, estes, não podem ser enterrados, mas multiplicados a serviço do Bem. Os dons não são para sí, mas para uma dimensão coletiva, os dons devem ser colocados para os outros, para o bem comum, quando colocamos os dons a serviço do bem comum estamos semeando o reino de Deus.

Pe. Mário Pizetta, ssp

Pároco


SOMOS SANTUÁRIOS DE DEUS

A Igreja celebra hoje a festividade da Dedicação da Basílica do Latrão, ela representa ser o símbolo de todas as Igrejas, sejam elas simples ou famosas.  Várias imagens da liturgia deste domingo estão muito próximas de nós e carregam um significado muito especial: água, lavoura, casa, construção, alicerce, templo. A água que sai do templo vai até o rio, banha a margem, faz a natureza germinar e gera vida (cf. Ez 47, 1-2.8-9.12). O templo é o lugar onde gera sinais de vida.

Na segunda leitura, Paulo nos alertará que somos lavoura, nos questiona como estamos construindo. Nos alerta de que o verdadeiro alicerce é Cristo. Lembra a comunidade de que  todos que crêem em Cristo tornam-se santuário de Deus (cf. 1Cor 3,9-11.16-17). Como imagem do criador, precisamos crer que nosso corpo é um templo de Deus, por isso que precisamos respeitá-lo.

No evangelho encontramos aquela passagem onde, Jesus vai ao templo, por ocasião da Páscoa dos judeus. Ali verifica que a finalidade da festa foi alterada, mais do que lembrar uma libertação, a festa tornou-se uma fonte de negócios, de exploração de quem vem para celebrar. Diante disso, Jesus com um chicote expulsa as pessoas do templo e diz com voz forte: "Tirai isto daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comercio! (Jo 2,16). Jesus é o novo templo. Quando o acolhemos entramos para a vida. Observando um pouco o comportamento das pessoas vemos o quanto forte é imagem do templo. Constatamos não apenas o respeito pela construção do templo, mas quando entramos numa igreja, mas sempre que passam defronte a ela muitos fazem uma reverência ou o sinal da cruz. O templo tem uma conotação do sagrado. Sagrado porque é um lugar ela nos remete ao sentido do sagrado. Outra lição que podemos tirar neste domingo é sobre o verdadeiro sentido da comunidade  como morada do Espírito Santo.

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

FESTAS DA ESPERANÇA

Neste final de semana celebramos duas festas importantes: Todos os Santos no sábado, e no domingo, Finados. O dia de Todos os Santos nos lembra aqueles que passaram neste mundo fazendo o bem, vivendo o amor que Cristo nos ensinou, onde sua vida tornou-se um exemplo para nós. A santidade é uma meta que todos podem alcançar. O caminho para atingir esta meta é a vivência das Bem-aventuranças (cf. Mt 5,1-12a). No domingo, é dia Finados, recordamos aqueles que nos antecederam. Recordar quem já partiu, é um gesto de fé  e de esperança na vida eterna.  A reflexão que podemos fazer neste dia é sobre a relatividade do tempo, o nosso existir. Vemos que somos andantes de uma grande caminhada, que ao longo do percurso veste-se de significados e sensações diferentes, onde a dimensão do eterno é o que nos faz avançar. Não caminhamos para o fim, mas um novo começo. O tempo desta caminhada não depende de nós, ele é resultado de um universo de fatores, desde os genéticos até os mais desconhecidos do ser humano. O começo e o fim não dependem de nós. Somos obras das mãos de Deus.

A primeira leitura de Finados relata a experiência de Jó, que mesmo vivendo em completa desolação, crê que Deus vai tirá-lo daquela realidade (cf. Jó 19, 25).

É um olhar de superação, confiança e esperança, "Eu mesmo o verei", veremos isto em Jó 19,27.

Na segunda leitura, Paulo, nos ensina que Cristo, com sua morte, fomos reconciliados, isto é tirados de uma situação de desgraça e levados para uma vida nova (cf. Rm 5,5-11).

O evangelho nos mostrará a grande ação de Jesus: "Salvar a todos que lhes foram confiados" (cf. Jo 5,39). Também é confortador ter a certeza  que todo aquele "que nele crer tem a vida eterna e ressuscitará no último dia" (cf. Jo 6,37-40). Não somos caminheiros de um percurso sem rumo, mas caminhamos com uma meta bem clara: como filhos de Deus. Avançamos buscando a vida na busca do sentido pleno da existência, que é, o caminho da santidade.

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco
 

Mensagens da semana outubro 2014

O MAIOR MANDAMENTO

O centro de nossa reflexão deste 30º domingo do tempo comum, ano A, parte de uma pergunta de um fariseu que provoca  Jesus: "Mestre, qual é o maior mandamento da lei"(Mt  22,36). Jesus sintetiza afirmando: Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda tua alma e de todo o teu entendimento. Esse é maior e o primeiro mandamento" e o segundo: "Amarás o teu próximo como a si mesmo" (Mt 22,37-39).  Na lei antiga encontramos 312 preceitos, ou seja, 365 proibições e 248 mandamentos. Jesus revela toda a sua sabedoria em poucas palavras quando resume toda lei. Constatamos no mundo de hoje que quanto maior o número de leis mais imperfeita é a lei. Jesus fundamenta suas afirmações no Antigo Testamento: "Amar a Deus"(cf. Dt 6,5) e Lv 19,18: "Amar o próximo como a si mesmo". Vejamos como as leituras nos indicam este caminho:

Na primeira leitura situamos algumas advertências recomendadas pelo Livro do Exodo: "Não oprimas m nem maltrates o estrangeiro...Nem ofendas a viúva e o órfão...(cf. Ex 22,20-26). Deduzimos do texto que na época havia  um tempo de situação de exclusão e vulnerabilidade. Hoje esta realidade se apresenta da mesma maneira, temos andarilhos, pessoas vivendo em condições sub-humanas, grandes diferenças sociais, a vulnerabilidade é grande. A dignidade começa quando este grupo de pessoas recebe reconhecimento.O lucro está acima da pessoa.

Na segunda leitura, o apóstolo Paulo identifica que a comunidade de Tessalônica  vivencia o que Jesus ensina,  apesar de toda a tribulação que vive. O amor a Deus e ao irmão se manifesta na comunidade. De nada adianta  os joelhos dobrados diante do altar se cruzarmos os braços diante das injustiças e da miséria. Já se passaram  mais de dois mil anos e ainda não compreendemos o ensinamento de Jesus. A compreensão do amor nos leva a entender a grandeza de Deus, que nos ama primeiro e deixa este mandamento para vivermos. Neste domingo aprendemos ainda que amar é realizar a vontade de Deus em nossas ações.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A  A HISTÓRIA HUMANA É CONDUZIDA POR DEUS.

O evangelho deste 29º domingo do Tempo Comum, Ano A, nos convida a refletir que a  condução da história é feita por  Deus.

A primeira leitura, Deus chama Ciro para ser o condutor do povo e enfrentar o orgulho dos reis que não reconhecem a Deus.

Ciro, escuta do Senhor: "Eu sou o Senhor, armei-te  guerreiro, e através de ti dar a conhecer que "Eu sou o Senhor, não há outro" (cf. Is 45,1.4-6).

No evangelho, Jesus percebe a malícia dos interlocutores sobre a quem dar a moeda. Deixa claro que não veio competir com ninguém, o Reino que Ele propõe não tem as regras que o mundo segue.

Jesus reconhece que as realidades deste mundo tem suas regras e estas não podem se sobrepor a Deus  e muito menos atrapalhar a soberania de Deus (cf. Mt 22,15-21).

Na segunda leitura o apóstolo Paulo inicialmente se alegra pela forma como os tessalonicenses acolheram o evangelho.

Exorta-os para que se mantenham firmes porque o evangelho apresentado, não foi apenas por meio de palavras humanas, mas ditas pela força do espírito (cf. 1Ts 1,1-5).

No mundo de hoje assistimos uma desenfreada busca de poder. Para muitos o poder é uma segurança. Com o  poder se conquista dinheiro, e com o dinheiro se  alcança os universos dos prazeres. Poder e dinheiro são tentações da história humana. Estas realidades afastam Deus da vida.

Jesus no evangelho de hoje reconhece a autoridade de Cesar, mas alerta Cesar de que ele não pode ser superior às realidades de Deus, o universo religioso: "Daí a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus". 

 

Pe. Mário Pizetta, ssp

Pároco


"FAZEI TUDO O QUE ELE VOS DISSER"

Estas palavras refletem parte dos conteúdos deste 28º domingo do tempo comum, Ano A, dia que nós brasileiros lembramos Nossa Senhora Aparecida.

A Palavra de Deus na primeira leitura procura exaltar a figura de Ester, rainha que se coloca ao lado do povo e vai para junto do Rei para interceder pela vida de seu povo. Ester é a grande mulher, como tantas outras do Antigo Testamento, Judite, Débora, Ana Rute  que se colocam a favor da vida, assim como Maria se coloca no serviço de seus filhos e filhas (cf. Es 5,1b-2; 7,2b-3). Maria é a grande intercessora junto ao Pai: "Eles não tem mais vinho"

No evangelho, o evangelista João nos apresenta o primeiro sinal de Jesus o milagre das Bodas de Caná, onde Maria orienta aqueles que serviam para que fizessem tudo o que Jesus pedisse (cf. Jo 2,1-11). Maria caminha com o seu povo, portanto é uma presença viva, sempre atenta às necessidades do povo.

Na segunda leitura vemos Maria que se apresenta no céu como um grande sinal (cf. Ap 12, 1-5,13a,15-16). Ela protege o filho.

Assim também é a aparição de Nossa senhora Aparecida nas águas do Paraíba. Ela surge para resgatar a dignidade de seus filhos que estavam sendo escravizados.

Maria representa uma nova consciência. Ela é mãe e como mãe não quer ver nenhum de seus filhos sendo explorado. Maria age em favor dos que estão próximos, mas não participam.

Continuemos nossa prece em favor dos bispos, casais, estudiosos em Roma, que junto com o Papa Francisco refletem a situação da Família.

Não esqueçamos que estamos no mês das Missões. Missão é dar oportunidade para que todos possam conhecer e vivenciar as palavras e atitudes de Jesus.


Atenciosamente

Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco


 

 
Mensagens da semana Setembro - 2014

SOMOS A VINHA DO SENHOR

A liturgia da Palavra deste domingo, (27º domingo do tempo comum, ano A), nos apresenta a imagem da vinha. Na primeira leitura, encontramos uma parábola do profeta Isaias. Uma vinha havia recebido todos os cuidados necessários, terra boa, foi cercada, houve atenção, mas ela produziu uvas selvagens, em consequência foi destruída (cf. Is 5,1-7).

O evangelho mostra a parábola dos vinhateiros: um patrão plantou uma vinha e por motivos de viagem arrendou a vinha. Passado um tempo enviou mensageiros para colher os frutos, mas todos foram mortos. Finalmente enviou seu filho pensando que seria respeitado, mas isto também não aconteceu. Diante dos sumos sacerdotes e ançiãos Jesus vai afirmar: "a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular" (cf. Mt 21,33-43). Jesus é a pedra angular.

Na segunda leitura Paulo exorta os Filipenses a não ficarem perturbados, mas que procurem apresentar a Deus as suas necessidades, ocupando-se de tudo o que é bom e agradável a Deus (cf. Fl 4,6-9). 

A imagem da vinha é o mundo criado por Deus, representa o Povo de Deus.

Na 1ª leitura e no evangelho vemos que Deus cuidou de forma plena do seu povo. Ao longo da história enviou profetas, pessoas de sua confiança mas eles foram rejeitados até o ponto de enviar seu Filho, que também foi rejeitado.  As leituras mostram a infidelidade do Povo escolhido e uma dura crítica de Jesus às lideranças das autoridades religiosas. A Igreja é a nova vinha do Senhor, todos os que acreditam em Jesus e seguem seus caminhos fazem parte desta vinha. Recordemos que entre os dias 5-19 de outubro, em Roma, acontece o Sinôdo dos Bispos sobre a família.

Atenciosamente

Pe. Mário Pizetta/ Pároco


O AMOR DE DEUS SEMPRE NOS SURPREENDE
 

As leituras deste domingo, o 25º domingo do tempo comum, ano A, nos mostra que os critérios de Deus são diferentes do mundo humano.

A primeira leitura vem do profeta Isaias que nos pede para buscar Deus, enquanto pode ser encontrado, enquanto está perto, pois os seus pensamentos e seus caminhos são diferentes, estão acima dos pensamentos de quem está no mundo da Terra (cf. Is 55,6-9). Não deixarmos Deus passar sem percebê-lo.

A segunda leitura, o apóstolo Paulo, vai dizer que para ele "viver é Cristo" e "morrer é lucro", todavia sente que deixar de trabalhar em favor da comunidade pode ser um risco (cf. Fl 1,20-27).

No evangelho, temos a parábola do patrão que vai além dos critérios humanos de distribuição, usa a gratuidade, o amor e dá oportunidade a todos (cf. Mt 20,4-16).

Este domingo nos faz um forte convite: Assumir o espírito do evangelho para

deixar-se surpreender pela ação de Deus.

O agir do cristão necessita ser também uma ação surpreendente.


Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

AS LIÇÕES DA CRUZ

Neste  domingo, 14 de setembro, a Igreja nos faz lembrar A Cruz. Festividade que tem "origem à dedicação das basílicas do Gólgota e do Santo Sepulcro, construídas  pelo imperador Constantino, em 13 de setembro de 335, quando no dia seguinte se mostrava os restos da cruz"(cf. Franciscanos.org.br). A cruz, um instrumento de tortura, transforma-se no grande sinal de libertação, no maior gesto de amor.

A primeira leitura relata a experiência do povo no deserto que, descontente com a vida queixa-se contra Deus reclamando a Moisés. Deus responde a reclamação enviando serpentes. Diante da morte de muita gente, surge o arrependimento. Moisés faz uma serpente de bronze e  coloca diante do Povo. Todos que fossem mordidos pela serpente e que olhassem para a serpente de bronze seriam curados, era a  serpente libertadora (cf. Nm 21,4-9). A Imagem da serpente levantada do chão nos leva  a imagem de Cristo pregado na Cruz. Lembremos que a serpente na cultura antiga era símbolo da fertilidade e da vida.

A segunda leitura, Paulo testemunha que a atitude de Jesus encarnando-se no mundo e morrendo numa cruz  recebe a exaltação do Pai, é sinal de salvação (cf. 2Fl 2,6-11). Quando o homem reconhece a cruz, ele também encontra a identidade do amor. O verdadeiro amor passa pela cruz.

No evangelho vemos o gesto mais profundo do amor: O Pai envia o Filho ao mundo para salvar a humanidade passando pela experiência da morte na cruz. Esta atitude é a magnitude do amor do Pai em Jesus (cf. Jo 3, 13-17). A cruz é lição de amor: aquele que ama como Jesus manifesta o amor do Pai. Resgatar o sentido da cruz é resgatar o sentido da superação, da esperança, da vida. Jesus escolhe a cruz para demonstrar o caminho de todos que querem viver o amor de Deus. Na caminho da contemplação da cruz encontramos o sentido do verdadeiro amor e da libertação de nossos pecados.

Atenciosamente

Pe. Mário Pizetta/ Pároco


A PRÁTICA DO AMOR NA COMUNIDADE: A CORREÇÃO FRATERNA

Este domingo nos fala das relações na vida comunidade, responsabilidade pessoal e coletiva, nos orienta como devemos proceder diante do irmão que comete um erro. 

A 1ª leitura identifica o profeta como sentinela no meio do povo: "eu te estabeleci como vigia para a casa de Israel" (cf. Ez 33,7). Seus olhos, seus ouvidos e coração devem estar atentos para alertar o povo para que não se desvie dos caminhos de Deus. O profeta atua no meio do povo não como um juiz, mas como alguém que ama seu povo. O Senhor nos adverte dizendo: "se você advertir o teu irmão e ele se corrigir você salvará o seu irmão, caso contrário, ele morrerá na sua própria culpa”.

No evangelho temos um discurso comunitário de Jesus onde é apresentada a metodologia da correção fraterna: Inicialmente convida para uma ação interpessoal, depois para uma ação coletiva, com duas ou mais testemunhas, por fim pública (cf. Mt 18,15-20). A correção tem sempre em vista a libertação do erro não a condenação de quem comete. Jesus quer a o arrependimento, a vida do pecador não a sua condenação.

Paulo na segunda leitura fala das leis que orientam as relações na vida da comunidade que são frutos do amor: "Não roubarás, não matarás, não cometerás adultério, não cobiçarás" (cf. Rm 13,8-10).  Correção fraterna é um ato amor que fazemos em favor do irmão. Quem ama corrige.

Na sociedade hoje, onde é forte o sentido do individualismo, podemos cair num outro extremo, à omissão. Recordemos sempre: sou responsável pelo meu irmão, pela minha irmã. Jesus, neste domingo nos recorda: "onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles" (Mt 18,20).


Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

 

 

 O CAMINHO DO SEGUIMENTO DE JESUS É O CAMINHO DA CRUZ
 

Este 21º domingo do tempo comum, ano A, nos apresenta uma imagem muito comum: A CHAVE. Quem possui chave geralmente é dono ou alguém que recebeu uma delegação superior para zelar por um objeto ou espaço. A chave é um sinal de confiança, responsabilidade, credibilidade e de poder, que se manifesta pelo ato de abrir e fechar. A primeira leitura deste domingo mostra a destituição  do administrador do palácio, Sobna, por Eliacim. O Senhor lhe diz, referindo-se a Casa de Davi: "Ele abrirá e ninguém poderá fechar. Ele vai fechar e ninguém poderá abrir" (cf. Is 22,22).  Ele foi destituído por má administração. A chave tem o sentido de uma autoridade constituída, revela confiança, um exercício de poder.

 No evangelho temos o gesto de Jesus entregando à Pedro às chaves: "Eu te darei as chaves do reino dos céus.  Tudo o que ligares na terra será ligado no céu. Tudo o que desligares na terra será desligado nos céus"(cf.Mt16,19ss).Importante observar que Jesus delega  a responsabilidade a Pedro depois de sua confissão: "Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo" (cf. Mt 16,17). Seguir Jesus exige reconhecimento, fidelidade e comprometimento.

O apóstolo Paulo, na segunda leitura, faz um testamento, que se constitui num hino conclusivo de suas convicções que foram manifestas ao longo de sua missão:  "Os juízos do Senhor são inescrutáveis e impenetráveis seus caminhos" (Rm 11,33). Portanto, neste domingo, somos convidados a sermos responsáveis dos nossos compromissos, termos consciência de cobrar honestidade de quem possui responsabilidade pública, e nos tornarmos instrumentos para abrir as portas para todos que procuram Jesus.

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

UM GRANDE SINAL APARECEU NO CÉU
 

Este 21º domingo do tempo comum, ano A, nos apresenta uma imagem muito comum: A CHAVE. Quem possui chave geralmente é dono ou alguém que recebeu uma delegação superior para zelar por um objeto ou espaço.

A chave é um sinal de confiança, responsabilidade, credibilidade e de poder, que se manifesta pelo ato de abrir e fechar. A primeira leitura deste domingo mostra a destituição  do administrador do palácio, Sobna, por Eliacim. O Senhor lhe diz, referindo-se a Casa de Davi: "Ele abrirá e ninguém poderá fechar. Ele vai fechar e ninguém poderá abrir" (cf. Is 22,22).  Ele foi destituído por má administração. A chave tem o sentido de uma autoridade constituída, revela confiança, um exercício de poder.

No evangelho temos o gesto de Jesus entregando à Pedro às chaves: "Eu te darei as chaves do reino dos céus.  Tudo o que ligares na terra será ligado no céu. Tudo o que desligares na terra será desligado nos céus"(cf.Mt16,19ss).Importante observar que Jesus delega  a responsabilidade a Pedro depois de sua confissão: "Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo" (cf. Mt 16,17). Seguir Jesus exige reconhecimento, fidelidade e comprometimento.

O apóstolo Paulo, na segunda leitura, faz um testamento, que se constitui num hino conclusivo de suas convicções que foram manifestas ao longo de sua missão:  "Os juízos do Senhor são inescrutáveis e impenetráveis seus caminhos" (Rm 11,33). Portanto, neste domingo, somos convidados a sermos responsáveis dos nossos compromissos, termos consciência de cobrar honestidade de quem possui responsabilidade pública, e nos tornarmos instrumentos para abrir as portas para todos que procuram Jesus.

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

 

ONDE ESTÁ DEUS?

 A liturgia deste domingo, dia dos pais, nos coloca diante diante de uma pergunta intrigante onde encontrar Deus?
Nas leituras deste domingo encontramos as respostas: Na primeira leitura o Senhor convida o profeta Elias a colocar-se sobre o monte. Por ele passam o vento impetuoso, o terremoto, o fogo, mas em nenhum deles estava o Senhor,  mas Deus estava na brisa suave (cf. 1Rs 19,11-13). Esta leitura nos alerta que às vezes nos enganamos quando buscamos Deus em lugares sensacionais, eventos espetaculares. Deus se manifesta  sobretudo no silêncio e nas ações aos mais pequenos.
O evangelho nos mostra o episódio onde Jesus caminha sobre as águas. Os discípulos  não o reconhecem, pensam ser um fantasma. Pedro provoca Jesus fazendo uma solicitação.
Jesus faz uma provocação ainda maior, pede para Pedro ir ao seu encontro. Pedro inicia a caminhar e afunda. Pedro então grita socorro! Jesus o adverte dizendo que sua fé é fraca (Mt 14,322-23).
De fato, a vida mostra exatamente isto: quando vacilamos, não sendo capazes  de confiar, acreditar começamos também a afundar.
Na segunda leitura, o apóstolo Paulo, confessa que guarda em seu coração uma grande tristeza e dor  por sentir que os filhos de Israel não reconheceram a ação de Deus(cf. Rm 9,1-5).
Este domingo nos ensina que Deus está sempre próximo de nós, caminha conosco. Ele é encontrado no silêncio, encontra-se na defesa dos fracos, dos pobres, não se acha nos fenômenos espetaculares.
Ele está presente nos momentos de nossas dúvidas, incertezas. Este domingo também nos coloca diante da Fé. Ela é capaz de grandes obras, e ela vem de Deus.
Poderíamos  nos perguntar hoje: Quais são as tempestades que estão no caminho das nossas comunidades que fazem a Igreja. Não estamos buscando Deus em lugares errados?                
Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco

TODOS COMERAM E FICARAM SATISFEITOS

A liturgia deste domingo nos leva a  um lugar deserto e afastado com uma grande multidão faminta. Ali está Jesus com os discípulos. Duas situações se criam: Jesus cura os doentes que eram levados até ele e ao olhar para a multidão sente compaixão, enquanto que os discípulos ficam preocupados: Como saciar a fome de tanta gente naquelas condições? (cf. Mt 14,13-21). As atitudes de Jesus, além de atender as necessidades do povo, vão fazendo os discípulos compreenderem quem Ele é? Jesus mais uma vez é chamado a intervir. Pede para o povo sentar-se. O pão existente é escasso. O gesto de Jesus de erguer os olhos, não é um gesto mágico, ele está em comunhão com o Pai, é assistido e abençoando os pães ele os multiplica. Todos comem e estão satisfeitos e ainda sobrou uma quantidade imensa. As sobras não foram jogadas fora.

Todos estes fatos, o profeta Isaias prefigura na 1ª leitura: "Ó vós todos que estais com sede", "apressai-vos, vinde e comei", "ouvi-me com atenção e alimentai-vos bem" (cf. Is 55,1-3).


A segunda leitura começa com uma afirmação forte de Paulo: "Quem vai nos separar do amor de Cristo?" (Rm 8,5). O apóstolo entende que quando amamos vivemos o amor de Jesus, e nos sentimos seguros e fortes.  A fome é um dos problemas no mundo, o número de pessoas que morrem é grande. Ainda acontece um grande desperdício de alimentos. A compaixão de Jesus é uma atitude de amor e nos ensina que o caminho da partilha, da condivisão é o caminho do Reino. Não vamos nos esquecer: Jesus antes de multiplicar o pão falou aos discípulos: "Dai-lhes vós mesmos de comer" (Mt 14,14b).                                         

Atenciosamente
Pe. Mario Pizetta, ssp
Pároco
 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 10 de 16