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Mensagens das Semanas Anteriores

DEUS TEM UM OLHAR ESPECIAL PARA OS QUE ERRAM NA SUA VIDA

 

O 24º domingo do tempo Tempo Comum, Ano C, revela para todos os que creem o rosto misericordioso de Deus.

A primeira leitura, do livro do Exodo, encontramos Deus que reclama e ameaça punir o comportamento do povo, mas Moises interpela em favor do seu povo relembrando a promessa feita aos antepassados. O Senhor escuta e acolhe o pedido de Moises (cf. Ex 32,7-11.13-14).

Na segunda leitura Paulo testemunha a Timóteo a grande misericórdia que o Senhor dispensou a ele (cf. 1 Tim 1,12-17).

O evangelho, apresentará três situações sobre o olhar misericordioso de Deus para quem por ventura caiu no erro: O episódio da ovelha perdida, da moeda encontrada, e do filho abusivo (cf. Lc 15,1-32).

Os textos nos mostram o quanto Deus olha para os fragilizados, os distantes. Não se trata de uma desvalorização dos que fazem o bem, mas a preocupação com quem se perdeu. O amor que o senhor tem para os que estão distantes. Um dia encontrei este comentário sobre este evangelho: "Um amor autêntico não é racionalista, não mede, não ergue barreiras, não calcula, não recorda as ofensas recebidas e não impõe condições". Deus é sempre misericordioso.

 

Pe. Mário Pizetta,ssp
Pároco


SABEDORIA NO SEGUIMENTO DE JESUS


Iniciamos o mês de setembro, e no Brasil, dedicamos a cada ano o estudo de um livro sagrado. Este ano estudaremos o livro do profeta Miquéias.

O tema do mês bíblico: Para que "nele nossos povos tenham vida". O livro do profeta Miquéias reflete uma realidade vivida entre os anos de 725 a.C e 701 a.C.

A palavra de Deus deste domingo, questiona sobre o apego que as pessoas possuem nas coisas deste mundo e a falta de discernimento nas suas opções, dificultando o caminho do seguimento. Vejamos como se colocam as leituras:

O evangelho dirá que para seguir Jesus é necessário deixar tudo e carregar a sua cruz. Deixar até mesmo a família. O seguimento exige um agir com sabedoria para discernir nossas ações (cf. Lc 14,23-33).

Na 1ª leitura, veremos como a sabedoria penetra nos mistérios de Deus e nos ajuda a fazer as devidas escolhas para caminhar retamente (cf. Sb 9,13-18).

A segunda leitura, o apóstolo Paulo, da prisão, pedirá a Filemom que acolha Onésimo, seu antigo escravo de volta, não mais como escravo mas livre (cf. Filemon 9-10.12-17).

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


HUMILDADE E GRATUIDADE PARA SENTAR-SE AO GRANDE BANQUETE

 

A liturgia deste domingo nos coloca diante de duas grandes virtudes necessárias na vida daqueles que buscam trilhar os caminhos do Senhor e participar de sua mesa. A primeira leitura, do Eclesiástico, exorta sobre humildade, a simplicidade, modéstia, afirmando que todo aquele que praticar estas virtudes encontrará graça diante de Deus (Eclo 3,20 a), afirmará ainda que é aos humildes que Deus revela os seus mistérios (Eclo 3,20 b).

 

A segunda leitura vai nos dizer que a realidade daqueles que abraçam a fé não se aproxima diante de realidades palpáveis, mas vislumbram a Jerusalém celeste (cf. Hb 12,18-19.22-24). "O encontro com Deus é uma experiência de comunhão, aproximação, amor e intimidade".

 

O evangelho nos mostra o verdadeiro sentido da gratuidade. Quando uma pessoa ajuda o outro deve fazer sem pretender receber retribuição. Jesus afirma que esta pessoa será feliz (cf. Lc 14, 1.14-17). O texto também denuncia os corações tomados pela ambição, os que procuram os primeiros lugares, buscam o poder, o reconhecimento. Gratuidade e humildade são as duas grandes lições deste 22º domingo do Tempo Comum.

 

No último domingo de agosto rezamos por todos os servidores na comunidade, ou seja, a vocação Laical, que se manifesta nos mais diversos serviços na comunidade. Lembramos de modo especial os Catequistas. Agradecemos a Deus por todas as pessoas que ele coloca no caminho de nossas comunidades que assumem os mais diversos serviços pastorais na humildade e gratuidade. DEUS ABENÇOE A TODOS.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


MARIA: A SERVA DO SENHOR QUE ALCANÇA A GLÓRIA

 

A festa da Assunção de Nossa Senhora, proclamada pelo Papa Pio XII, em 1950, é a grande manifestação da bondade de Deus a Maria. As leituras da vigília, bem como da Festa, exaltam Nossa Senhora. Na Vigília, vemos que Maria é identificada como a Arca da Aliança (cf. 1Cr 15,3-4.15-16;16,1-2). Ela traz Jesus consigo.  Maria, pela graça de Jesus, também supera a morte: "A morte foi tragada pela vitória. Ó morte, onde está a tua vitória? Onde está o teu agulhão? (cf. 1Cor 15,55). O evangelho da vigília, revela que Maria é feliz por ter escutado e praticado a Palavra do Senhor (cf. Lc, 11,27-28).

As leituras do domingo revelam que Maria é o grande sinal de vida para humanidade, mesmo que dragões estejam diante dela, Maria não tem medo. (Cf. Ap 11,19; 12,1-3-6.10).

Na segunda leitura, vamos a 1ª carta aos Coríntios, Jesus, como primícias vence a morte e coloca tudo debaixo de seus pés (cf. 1Cor 15,20-27). No evangelho proclamaremos o grande cântico de Maria. É o cântico que mostra a alegria de Maria por Ela acolher e ser instrumento de exaltação dos pobres, dos pequenos e realizar as grandes maravilhas do Senhor (cf. Lc 1,39-56). Neste domingo também lembramos as Vocações à vida Consagrada. Elas se espelham em Maria. A diversidade dos Carismas nos mostra a verdadeira face de Cristo.


Pe. Mário Pizetta
Pároco


JESUS VEM TRAZER FOGO E DIVISÃO

 

Ao lermos o evangelho deste 20º domingo do tempo comum, ano C, encontrarmos estas palavras de Jesus: "Eu vim lançar fogo sobre a terra e como gostaria que já estivesse aceso!"(Lc 12,49) e "Vim trazer a divisão"(Lc 12,51), pode ficar um tanto assustado. No entanto, não é assim, Jesus vem afirmar que não podemos permanecer passivos, indiferentes diante de sua presença e mensagem.

A primeira leitura nos mostrará as maldades que as autoridades e o povo submeteram o profeta Jeremias, mas ele não vacilará, pelo contrário, tornar-se-á mais forte pela graça do Senhor. Os sofrimentos tornam o verdadeiro profeta mais forte (cf. Jer 38,4-6.8-10).

A segunda leitura, a exemplo de Cristo, o autor nos exorta para que sejamos perseverantes em nossa busca a Cristo. Diz o autor: " com os olhos fixos em Jesus, que em nós começa e completa a obra a fé"( Hb 12,2). Vemos portanto que Deus é sempre nosso companheiro, nosso amigo e vem para trazer vida a todos. Acolher sua mensagem é um ato de reconhecimento deste amor.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


ENTRE O PROVISÓRIO E O DEFINITIVO

 

A liturgia deste domingo nos coloca diante de um dilema: viver para o provisório, o imediato, ou para algo maior, mais nobre, definitivo. Para atingir esta meta precisamos estar sempre em atitude de vigilância.

 

Na primeira leitura vemos que o povo de Israel, fiel a sua aliança, aguarda a libertação. Esta se torna prenuncio da verdadeira libertação escatológica (cf. Sb 18,6-9).

 

A carta aos Hebreus, lida neste domingo, nos apresenta a figura de Abraão e Sara. Criaturas de fé e que enfrentam os desafios sempre confiantes no Senhor. No texto vemos cinco situações em que Abraão e Sara foram homens de fé: Testemunho, obedeceu aos planos de Deus, foi morar em terra estrangeira, superaram a esterilidade e tiveram um filho, e por último a grande prova: sacrificar o filho da promessa (cf. Hb 11,1-2.6-9).

 

O evangelho aprofunda a proposta do domingo sobre a vigilância. A vigilância é entendida como uma atitude permanente do cristão. Buscando tesouros verdadeiros, "onde está o vosso tesouro aí está o vosso coração", e "felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar" cf. Lc 12,32-48). O viver exige sempre uma atitude de vigilância, seja para não desperdiçar o tempo no provisório mas investir em algo maior.

 

Pe. Mario Pizetta
Pároco/ SSP

 
 

Mensagens da semana Julho 2016

VAIDADES E ILUSÕES

O 18º domingo do tempo Comum, ano C, nos coloca diante de duas fortes realidades que absorvem a vida do ser humano:  "a busca de segurança ou a busca das coisas do alto".

A primeira leitura vai nos interrogar sobre o mundo das vaidades. O homem que durante a sua vida lutou, trabalhou, incomodou-se e depois teve que deixar tudo (cf. Ecl 1,2;2,21-23).

O evangelho, por meio da "parábola do rico insensato" vai alertar sobre a ganância, aquela busca desenfreada do homem pelo lucro, o fazer mais, conquistar e lucrar em detrimento de um sentido maior da existência (cf. Lc 12,13-21).

Na segunda leitura Paulo dirá a comunidade dos Colossenses para que cada um se esforce para "buscar as coisas do alto onde está Cristo". Paulo também indica os caminhos para a superação: "fazer morrer o que pertence à terra: imoralidade, impureza, paixão, maus desejos e cobiças"(cf. Cl 3,1-5.9-11). A medida que o homem supera o universo das paixões ele se liberta para o Senhor. 

As vaidades estão sempre presentes em nosso agir. Tudo depende do sentido que cada um dá às suas conquistas. Uma conquista pode ser um mérito e este mérito colocado ao serviço da vida. O risco para a vida surge quando nossas conquistas tornam a pessoa acima dos outros. Todo o ser humano gosta "daquela consideração" a mais. A vaidade e a ilusão são parceiras, se completam, pois geralmente onde está a vaidade está a ilusão. Jesus pelo contrário, valoriza o pequeno, humilde, o próximo, os que tem sede de Deus.

Pe. Mário Pizetta
Pároco

 


ENSINA-NOS A REZAR

 

A Liturgia deste 17 º domingo do Tempo Comum, ano C, nos apresenta o sentido da Oração, nosso diálogo com o Senhor. A primeira leitura apresenta os constantes pedidos de Abraão ao Senhor para que perdoe a vida dos habitantes de Sodoma e Gomora se ali tiver ao menos 50, 45, 30, 20, 10 justos(cf. Gn 18,20-32). Vemos nesta leitura a sinceridade e a insistência de como devemos rezar.

No evangelho vemos Jesus que ensina aos apóstolos como rezar. Vemos no texto a dimensão da súplica onde por diversas vezes encontramos o verbo: pedir. Na comunhão com o Pai precisamos ser sinceros, insistentes e ousados. Veremos que o amigo virá atender pela perseverança do pedido. O amigo atenderá pela sua impertinência (cf. Lc 11,1-13). A oração é fonte de energia, paz e consciência. Quando rezamos nos sentimos seguros.

Na segunda leitura, Paulo, embora não fale explicitamente de oração, coloca Cristo como referência de nossa fé ao recordar à comunidade de Colossa que Cristo ao ser pregado na cruz resgata o homem de todo mal. Em Cristo nos tornamos novas criaturas (cf. Col 2,12-14). Três palavras nos ajudam a direcionar o texto da liturgia deste domingo: pedir, bater e procurar.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


ACOLHER É UM SINAL DE QUEM AMA

 

Na liturgia deste domingo encontramos três palavras que podem nos ajudar a compreender o sentido da Liturgia deste 16 º domingo do Tempo Comum, ano C: Acolhimento, Hospitalidade e Serviço. Elas nos levam ao conteúdo da mensagem anunciada.


Na primeira leitura encontramos o episódio da aparição dos três homens diante de Abraão. Eles são acolhidos e servidos da melhor forma. Da hospitalidade recebida vem a promessa do filho: " Meu Senhor, se ganhei tua amizade, peço-te que não prossigas viagem sem parar junto a mim, teu servo"(cf. Gn 18,1-10). Abraão acolhe a presença de Deus.


No evangelho iremos encontrar o episódio do encontro de Jesus com Marta e Maria. Jesus á o acolhido. Duas afirmações nos chamam atenção: a pergunta de Marta a Jesus: "Senhor não te importas que minha irmã me deixe sozinha com todo serviço?" é a resposta de Jesus: "Marta, Marta, tu te preocupas  e andas agitada com muitas coisas, no entanto, uma só é necessária e Maria escolheu a melhor parte"(cf. Lc 10,38-42). Do texto vem a alerta sobre o ativismo que impede de ouvir o Senhor e discernir o que é essencial.


Paulo, na segunda leitura afirma que é solidário às tribulações de Cristo, a quem serve, a fim de compreender melhor o grande mistério que foi escondido por gerações e agora manifestado ao apóstolo e este o anuncia ao povo (cf. Col 1,24-28). A atitude de acolhimento, hospitalidade e serviço são comportamentos nobres naquele que se deixam conduzir pelos ensinamentos do Senhor.
 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


A PALAVRA DO SENHOR ESTÁ PRÓXIMA

 

A liturgia da palavra do 15º domingo do tempo Comum, ano A, tem como eixo condutor a Palavra.

No livro do Deuteronômio, onde é tirada a 1ª leitura, Moisés faz um apelo ao povo para que ouça e pratique os mandamentos do Senhor.

Alerta de que eles não estão distantes. Podem ser alcançados por todos (cf. Dt 30,10-14).

O salmo dirá que todo aquele que praticar viverá.

No evangelho encontramos o fariseu que quer colocar Jesus em situação difícil, mas Jesus, conhecedor de sua maldade narra uma parábola e interroga o mestre, quando lhe pergunta: Para você quem é o próximo? E o fariseu responde: aquele que usou de misericórdia. No que Jesus lhe diz: "Vai e faze a mesma coisa" (cf. Lc 10, 25-37).

Na segunda leitura, Paulo nos é apresenta o hino sobre Jesus Cristo. O apóstolo Paulo afirmará que Jesus é "a imagem do Deus invisível, cabeça da Igreja, e que todas as coisas foram criadas por ele" ( cf. Col 1,15-20). Jesus é o centro da vida cristã.

Vemos portanto que a conquista da vida eterna se dá pela pratica da solidariedade e da misericórdia. Nossas palavras podem ser importantes mas nossas atitudes é que dão testemunho de quem busca a vida eterna.

 

Pe. Mario Pizetta
Pároco


 

 

Mensagens da semana Junho 2016

DEUS CONVOCA OS HOMENS PARA COLABORAR COM ELE

 

O 13º domingo do Tempo Comum, ano C, expõe o caminho do seguimento. A primeira leitura apresenta o apelo do Senhor a Elias para que vá e unga Eliseu para continuar o seu caminho profético (cf. 1Rs 19,16.19-21).

 

Na segunda leitura, Paulo dirá aos Gálatas que foi para a liberdade que Cristo nos libertou, afirma que não podemos entender mal esta liberdade, mas nos tornarmos escravos da caridade (cf. Gl 1,13-18). Liberdade para seguirmos Jesus.

 

O evangelho nos vai dizer que o caminho do seguimento é um caminho exigente, de radicalidade, renúncia. Na maneira de Jesus falar podemos compreender as exigências deste seguimento: Seguir Jesus não é buscar segurança, acomodação. Jesus é uma questão de prioridade. Não podemos olhar para trás, isto é, não podemos viver de saudosismos, também não pode haver arrependimento (cf. Lc 9,51-62). Jesus não nos obriga a percorrer seu caminho, mas se optarmos segui-lo precisamos fazer com radicalidade e comprometimento.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


RECONHECER E ASSUMIR OS RISCOS DO SEGUIMENTO

A liturgia deste domingo, o 12º do Tempo comum ano C, nos fala do reconhecimento e seguimento de Jesus. Jesus é o centro de todo o nosso viver.


No evangelho Jesus faz uma sondagem junto aos discípulos sobre o que falam dele. Depois de ouvir as diversas opiniões, Jesus interpela os apóstolos: "E vós quem dizeis que eu sou". Pedro assume a palavra: " Tu és o Cristo de Deus". Mas não basta apenas reconhecer, o desafio é ainda maior: é necessário "carregar a cruz" (cf. Lc 9,18-24).


Na carta aos Gálatas Paulo exorta que pela fé e o Batismo fomos revestidos de Cristo. Revestir-se de Cristo é abandonar as vestes do egoísmo, orgulho e esforçar-se para realizar o caminho do amor, para sermos os herdeiros da vida em plenitude (cf. Gl 3,26-29).


A primeira leitura apresenta o testemunho de um profeta que se entrega ao Senhor, obtendo não apenas a sua salvação, mas a purificação dos pecados de seus irmãos. Entregar-se a Deus não é um caminho do fracasso, mas um caminho gerador de vida (cf. Zc 12,10-11;13,1).

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


"UM GRANDE PROFETA APARECEU NO MEIO DE NÓS "

 

A liturgia deste domingo nos mostra como as atitudes do homem de Deus, o profeta Elias, e Jesus, o grande profeta, vão ao encontro da vida.

A primeira leitura nos relata, por meio do livro dos Reis, o episódio do profeta Elias com a viúva de Serepta (cf. 1Rs 17,17´-24). Esta viúva é a imagem de todas aqueles que não conseguem ver o mundo com esperança, órfãos, desempregados e marginalizados.

No evangelho, Jesus nos ensina a lição de piedade e compaixão. Nestas atitudes está a solidariedade humana, estão os gestos da vida. A manifestação de quem ama a Deus (cf. Lc 7,11-17).

Na segunda leitura, escrevendo aos Gálatas, Paulo atribui a sua grande transformação a Cristo. Faz um resumo de sua caminhada. Confessa que devastou e agiu contra os cristãos quando estava no judaísmo. Após esta grande mudança assume os passos de Jesus. Relata que partiu imediatamente para a missão e depois de três anos foi encontrar-se com Pedro (cf. Gl 1,11-19).

Vemos portanto que Elias, o homem de Deus, pela força da oração, devolve o filho à viúva. Paulo, depois da transformação, sai para anunciar Jesus. Jesus, vem ao encontro daquele que não tem esperança, age com piedade e compaixão. Deus continua a visitar o seu povo nas atitudes de misericórdia e solidariedade.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco

 

"NÃO TE INCOMODES, NÃO SOU DIGNO, MAS DIGA UMA SÓ PALAVRA..."

 

A liturgia da Palavra do 9º domingo do tempo comum, ano C, nos apresenta a narrativa em que Jesus é interpelado para ir à casa do Oficial romano para curar seu filho que estava doente. Jesus não exitou, foi. Aproximando-se da casa, um dos amigos do oficial levou esta mensagem a Jesus: "Não te incomodes, não sou digno de que entres em minha casa, mas dize uma só palavra e meu filho será curado." (cf. Lc 7,1-10), e Jesus elogiou a fé do oficial. Encontramos aqui a estreita ligação que existe entre a Fé e Palavra. Jesus revela sua abertura para todos. Jesus não exclui ninguém.

Na 1ª leitura o livro dos Reis nos mostra o apelo de Salomão para que todo o estrangeiro que entrasse no templo fosse ouvido pelo Senhor. Salomão reconhece que a casa de Deus é de todos (cf. 1Rs 8,41-43).

Na segunda leitura, Paulo reage a comunidade dos Gálatas advertindo-os pelo fato de buscarem outro Evangelho que Ele tinha pregado (cf. Gl 1,1-2.6-10).

Um dos aspectos a serem refletidos neste domingo é a fé, a vida que vem da Palavra de Jesus. O centurião, judeu e pagão tem confiança, acredita que Jesus pode curar seu filho. Admirável é a humildade do centurião Fé e Palavra são os dois grandes alicerces da vida do homem. A fé que temos vem de nossa crença nas palavras de Jesus.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


TRINDADE: FESTA DA UNIDADE

 

 

A celebração da Santíssima Trindade nos leva a compreensão de que somos uma Grande Família. Formamos um grande grupo de homens e mulheres de diversas raças, culturas, expressões religiosas. Infelizmente ainda existem muitas distâncias entre nós. Nem todos são portadores de direitos. Ninguém pode ser excluído, pelo contrário, acolhido, respeitado. Nisto está o rosto da Trindade.

 

A primeira leitura identifica a Sabedoria como manifestação de Deus Criador, presente desde o princípio. Ela acompanhou os passos de tudo o que foi feito, organizou tudo na mais perfeita ordem (cf. Pr 8,22-31).

 

Na segunda leitura Paulo afirma que a fé nos conduz a Jesus, o grande mediador da vida. Nele teremos a certeza de que estamos firmes e seguros mesmo diante das possíveis tribulações que a vida nos coloca (cf. Rm 5,1-5).

 

No evangelho, vemos que Jesus antes de partir nos enviará o Espirito da Verdade, que é o Espirito Santo para nos ajudar na compreensão de tudo o que Jesus nos ensinou e chegaremos a plenitude da verdade.

 

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


RECEBEI O ESPÍRITO SANTO!

 

A Igreja celebra neste domingo a festa do Espirito Santo. O texto dos Atos afirma: "De repente veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu toda a casa...então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles"(cf At 2,2-3). João no seu evangelho afirma: "No início da semana, os discípulos estavam reunidos, com as portas fechadas, jesus entra e saúda-os A paz...como o Pai me enviou também eu vos envio, e soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espirito Santo"(cf. Jo 20,19-23). 

 

A primeira leitura relembra a forma como Deus falava a seu povo, através de fenômenos extraordinários da natureza. No evangelho vemos o ressuscitado que vem consolar e dar força aos apóstolos para continuar a missão neste mundo. Começa ali a grande missão de evangelizar com o sopro da recriação.

 

Na segunda leitura vemos que o Espirito enriquece cada ser humano com um dom específico para o bem da comunidade (cf. 2Cor 12,7ss). Com a celebração da vinda do Espirito Santo renovamos o nosso compromisso de sermos discípulos e missionários do Senhor. O Espírito distribui os seus dons: a Sabedoria, Inteligência, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade, Temor de Deus para o bem de todos.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


""VOCÊS SÃO MINHAS TESTEMUNHAS: NÃO FIQUEM AI PARADOS!"

 

Neste domingo celebramos a Ascensão de Jesus. Esta festa nos lembra que Jesus depois de ter percorrido um caminho de amor e doação, entra em comunhão definitiva com Deus. Jesus nos deixou o exemplo, e nós que cremos, seremos não apenas seus seguidores, mas testemunhas. Devemos continuar a realizar o projeto libertador de Deus.

 

No Evangelho, encontramos as palavras de despedida de Jesus que orientam e definem a missão dos discípulos no mundo. Revela a alegria dos discípulos. Alegria que nasce da consciência de que cada um dos discípulos é responsável para manifestar a presença de Jesus na história, construindo o projeto salvador de Deus (cf. Lc 24,46-53).

 

Na primeira leitura, repete-se a mensagem essencial desta festa: Jesus, depois de ter apresentado ao mundo o projeto do Pai, entrou na vida definitiva da comunhão com Deus. Não podemos ficar a olhar para o céu, numa passividade alienante, mas ir para o meio dos homens, sermos uma "Igreja em Saída" (cf. At 1,1-11). Na medida que fazemos a experiência do ressuscitado nos tornamos mais aptos para sermos uma "Igreja em Saída".

 

A segunda leitura, Paulo, falando a comunidade de Efésios, exorta e suplica ao Senhor para que abra o coração de todos os que acolheram o evangelho para aguardarem com esperança a herança que foram chamados, a comunhão plena com Deus. Estando em comunhão com Deus podemos caminhar unidos com os irmãos, fazendo parte do mesmo “corpo”, e em comunhão com Cristo, a “Cabeça” (cf. Ef 1,17-23). Por fim diremos que "o ser testemunha de Jesus Ressuscitado nos conduz a uma Igreja em Saída".

 

Pe. Mário Pizetta

 

A PROVA DO AMOR: GUARDAR A PALAVRA

 

Na mensagem do sexto domingo da Páscoa deparamo-nos com o convite de jesus: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra"(cf. Jo 15,23).

A primeira leitura nos deixa uma lição de como podemos superar os problemas que surgem na comunidade, sejam eles de ordem teológica ou Pastorais: deixar-se guiar pela ação do Espirito Santo e pela escuta de nossos Pastores: o papa, bispos, sacerdotes, leigos comprometidos com o evangelho, sempre através do diálogo (cf. At 15, 1-2.19-29).

Na segunda leitura João relata que um anjo, em espirito o conduziu ao alto de uma montanha e viu a nova Jerusalém. As muralhas da cidade tinham fundamentos sólidos. A nova Jerusalém descia do céu cheia de brilho. Na cidade não havia templo, pois, o templo era o próprio Senhor (cf. Ap 21,10-14.22-23)

No evangelho Jesus recomenda aos discípulos para não ficarem perturbados e nem se intimidarem diante dos novos acontecimentos. Procurem observar os mandamentos. Nesta observância manifestarão o amor a Deus e sentirão o amor do Pai (cf. Jo 14,23-29).

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


O NOVO DA MENSAGEM DE JESUS

 

A liturgia do 5º domingo da Páscoa nos deixa a mensagem do novo mandamento de Jesus: "Eis que eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros"(cf. Jo 13,34).

A primeira leitura mostrará que quem compreende este amor partilha com o irmão os ensinamentos de Jesus (cf. At 14,21-27). Lucas, o evangelista, que escreve o livro dos Atos, alerta sobre as dificuldades que vão encontrar pelo caminho os que seguem jesus: "é preciso passar por muitas dificuldades" (cf. At 14,22), por isso que os apóstolos designam presbíteros para serem as lideranças nas comunidades (At 14,23).

Na segunda leitura, João descreve sua visão afirmando que viu a morada de Deus descendo no meio dos homens, viu mais: "um novo céu e uma nova terra", pois" o primeiro céu, a primeira terra não existem mais, tudo será novo, "eis que faço novas todas as coisas" (Ap 21, 1-5).

Neste domingo vemos que Jesus deixa aos seus discípulos e a todos os que nele crêem o seu grande ensinamento: o amor. É por meio do amor que os discípulos serão reconhecidos. Onde existe o amor nasce o Novo. É o amor que gera o novo. Aqueles que amam são capazes de criar o novo. O amor é a expressão da manifestação de Deus e de seu Reino.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


JESUS É O MODELO DE PASTOR

 

Na semana que antecedeu o 4º domingo da Páscoa, escutamos os relatos bíblicos continuando as manifestações do Ressuscitado, e Jesus identificando-se como "Eu sou o pão da vida"(cf. Jo 6,35). Neste quarto domingo celebramos a festa de Jesus Bom Pastor. O texto do evangelista João nos deixa as características deste modelo de Pastor: As ovelhas escutam sua voz, as ovelhas o seguem, Ele doa a vida.  (cf. Jo 10,27-30). A festa de Jesus Pastor nos leva a pedir ao Pai, o Senhor da Messe, que nos envie bons Pastores para guiar o seu povo.


Na primeira leitura encontramos o testemunho de Paulo e Barnabé que com alegria anunciam o ressuscitado. " Eu vos coloquei como luz para as nações, para que leves a salvação até os confins do mundo (cf. At 13,47). Em Antioquia muitos aderem aos apóstolos, mas encontram resistência na pregação, são perseguidos expulsos. Com isto, Paulo e Barnabé vão pregar para a região dos pagãos. 


Na segunda leitura vemos João que contempla diante do Cordeiro uma multidão de pessoas que passaram pela grande tribulação e alvejaram suas vestes. (cf. Ap 7,9.14-17).


Neste domingo, diante de um momento conturbado de insegurança, incerteza que passa nosso país, mais do que nunca precisamos voltar o nosso olhar para o Bom Pastor, que celebramos neste domingo. O mundo sente   falta de novas lideranças. Hoje, nossos poderes se corrompem, os interesses particulares estão em primeiro lugar. A imagem de Jesus Bom Pastor nos faz olhar para a nossa realidade de Brasil, onde vemos apenas pessoas que buscam desesperadamente o poder, olham para si próprios, seus interesses, gostam de receber votos, de serem aplaudidos em praças públicas, viver em mordomias, mas que pouco fazem pelo seu povo. Encontramos poucas autoridades dispostas a resolver os problemas de seus eleitores. Que Jesus Bom Pastor olhe para este povo e não permita que sofra mais do que já sofreu. Que possamos encontrar uma saída pacífica para nossa situação.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


LANÇAR A REDE É UM GESTO DE AMOR.

 

A liturgia da palavra do 3º domingo da Páscoa, através da aparição de Jesus na pesca milagrosa, e da confissão de Pedro de que ama verdadeiramente Jesus, nos coloca diante da missão da Igreja.

Envolve nesta perspectiva diversas realidades: Pessoas, barco, rede, mar, peixes. Jesus, o Cordeiro imolado é o centro e o personagem mais importante deste episódio. Depois de uma noite de trabalho sem nada a pescar, Jesus convida os apóstolos a lançar a rede de novo. Lançar a rede é preciso. Não se pode desanimar. A fé nos permite avançar. O impossível torna-se verdadeiro e possível. Depois do encontro, Jesus pergunta a Pedro se ele o amava. Jesus pergunta três vezes a Pedro. Pedro não imagina que Jesus está fazendo uma chamada para o discípulo. Pedro é a imagem de todo o Agente Evangelizador. O Barco, Rede referem-se aos instrumentos que dão suporte ao pescador.  O peixe, o grande resultado da missão: conquistar almas para Cristo. Para lançar a rede e nunca desanimar é preciso amar. (cf. Jo 21,1-19).

A primeira leitura relata que os discípulos são conduzidos diante do Sinédrio e advertidos sobre a pregação que fazem. Estes afirmam: "É preciso obedecer antes a Deus que os homens"(cf. At 5.27-32.42-41).

Na segunda leitura veremos que Jesus, identificado como o Cordeiro, é o centro da comunidade, e todos podem sentar-se ao seu redor, pois a Ele foi dado todo poder, a riqueza, a sabedoria, e a força, a honra, a glória e o louvor (cf. Ap 5,12). A assimilação do sentido do ressuscitado nos impele para a missão. Lançar a rede é uma atitude de todo o discípulo que segue jesus.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


A PAZ ESTEJA CONVOSCO

 

A morte de Jesus, num primeiro momento, provocou na vida dos discípulos e dos seguidores uma certa decepção, por isso estavam amedrontados diante dos fatos. No entanto, a ressurreição, na medida que estava sendo compreendida, recuperava a alegria dos discípulos. Havia neles um misto de alegria e temor.

O evangelho, deste segundo domingo da Páscoa, mostra esta realidade, os discípulos estão reunidos, Jesus os encontra juntos, os saúda: "A paz esteja convosco". Pede aos discípulos para olharem para suas mãos, o lado. Jesus afirma não ser um fantasma, sopra sobre eles o Espírito Santo, e os envia em missão. No confronto com Tomé, Jesus alertará a necessidade de crer sem ver (cf. Jo 20,19ss). Jesus vivo e ressuscitado é o centro da vida da comunidade. A comunidade é o espaço onde melhor reconhecemos o ressuscitado, nos tornamos mais fortes pois aprendemos a partilhar e superar os obstáculos que o testemunho exige.

A segunda leitura vemos a experiência de João, que no dia do Senhor, descreve que foi arrebatado e deverá escrever o que viu (Ap 1,9-13.17-19).

Na primeira leitura vemos crescer o número das pessoas que seguem os apóstolos. De todos os lugares vinham pessoas doentes trazidas aos discípulos e todos eram curados. (cf. At 5, 12-16).  Os discípulos aprendem que repartir o pão é partilhar tudo o que receberam de Jesus.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco 


 

 
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