Banner
Contador de Visitas
447207


Mensagens das Semanas Anteriores

Mensagem da semana Julho de 2017

 

A BUSCA DO ESSENCIAL


O 17º domingo do Tempo Comum, ano A, continua a sua mensagem apresentando as últimas Parábolas.

Na 1ª leitura vemos o Senhor que fala a Salomão. O Senhor lhe dá a liberdade de pedir o que ele deseja.

Salomão se reconhece pequeno e pede apenas ao Senhor ”capacidade de governar o seu povo e distinguir o bem e o mal”.

A súplica agrada ao Senhor, e este lhe diz: ”dou-te um coração sábio e inteligente, como nunca houve outro igual antes de ti, nem haverá depois de tí” (Cf.2Rs 3, 3-7-12). Deus é imensamente pródigo quando pedimos as graças em vista do  bem comum.

O evangelho continua o discurso do Reino dos Céus. Inicialmente apresenta  a parábola do tesouro escondido, depois, o das  pérolas preciosas, e finalmente, o da pesca, onde é feita a escolha. As duas primeiras ilustram a vida do ser humano, estamos sempre na busca de algo melhor. Volta-se para os nossos valores. A escolha dos peixes, a terceira, nos indica que devemos sempre buscar o que é mais agradável a Deus. Também podemos fazer uma alusão ao  juízo final, onde Deus separará os bons e maus. Cristo é o valor maior. Ele é a pérola, o tesouro escondido. Quando o encontramos deixamos tudo para trás (cf. (Mt 13,44-52).

A segunda leitura, de Paulo aos Romanos, nos dirá que tudo concorre para o bem com aqueles que amam a Deus (cf. Rm 8,28-30). Paulo nos exorta afirmando que quando  amamos recebemos de Deus o seu amor, seremos justificados por ele e estaremos sempre no bom caminho.

A liturgia nos convida neste domingo a fazermos sempre um bom discernimento e buscarmos Cristo, como o tesouro e a pérola preciosa.


Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


DEUS É PACIENTE

O 16º domingo do Tempo Comum, ano A, nos mostra como Deus é paciente e misericordioso.

A primeira leitura nos mostra como Deus, Senhor de todas as coisas mostra-se indulgente. Dominando a sua própria força, julga-nos com clemência, e nos governa com grande consideração, ensinando desta forma que precisamos viver na justiça e nos confortarmos na esperança (cf. Sb 12,13.16-19).

O evangelho ilustrará esta paciência de Deus na parábola do joio e o trigo. O semeador semeou o trigo, mas nasceu também o joio.

Os empregados pediram ao patrão para arrancar o joio, o patrão não permitiu pois o trigo também podia ser arrancado junto. Orientou os seus empregados para fazer a separação no tempo da colheita (cf. Mt 13,24-30). O bem convive com mal. Deus oferece a todos a oportunidade de mudar de vida. As parábolas nos ajudam a compreender a força de Deus na construção do seu Reino (cf. Mt 13,31-43).

A segunda leitura nos mostra a ação do espirito Santo que vem em socorro de nossas aflições. Ele é quem entra no íntimo de cada ser humano e nos fortalece.

O Espirito é que nos dá força diante das nossas dificuldades e nos anima na esperança (cf. Rm 8,26-27).

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A SEMENTE E O TERRENO

O 15º domingo de Tempo Comum apresenta a parábola do Semeador. Jesus se utiliza da imagem do camponês que sai a semear nas terras da Palestina.

A semente é a palavra que encontra uma diversidade de terrenos, que é o coração humano.

A primeira leitura compara a ação da chuva e da neve sobre a terra com a Palavra que chega ao ser humano. Assim como chuva faz germinar a semente, a Palavra vem para transformar o ser humano, torná-lo mais próximo de Deus (cf. Is 55,10-11).

O evangelho apresenta a parábola do semeador. Em cada terreno que a semente cai tem uma forma de reagir. O evangelista identifica quatro diferentes tipos de situações: a primeira, que cai ao longo do caminho são comidas pelos pássaros, a segunda, que cai entre os pedregulhos nasce mas não tem raízes, a terceira, entre os espinheiros, cresce rápido mas não tem consistência, a quarta, caiu em terra boa, esta produziu muitos frutos(cf. Mt 13,1-23). A terra boa é quando o coração humano está aberto para acolher a palavra, permite a força da Palavra agir, gerando a transformação para o bem.

Na segunda leitura, na carta aos Romanos, Paulo, utilizando-se da imagem das dores de parto, explica que o processo transformador é de certa forma um caminho de sofrimento.

Existencialmente também é assim: as alegrias chegam somente quando passamos por um grande processo de transformação.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


"SÁBIOS E ENTENDIDOS X PEQUENOS"

 "VINDE A MIM TODOS OS QUE SE ENCONTRAM CANSADOS  E ABATIDOS"(cf. Mt 11,28)

 

Jesus neste domingo Jesus nos convida a vivermos na condição de pequenos do Reino e buscarmos nele o alivio do peso de nossos fardos.

Na primeira leitura o profeta Zacarias abre o horizonte para uma nova perspectiva: convida a cidade de Jerusalém a alegrar-se porque o verdadeiro libertador está chegando, ele é humilde, vem montado num jumento, quebrará os arcos dos guerreiros e eliminará os carros de Efraim (Zac 9,9-10).

No evangelho Jesus agradece ao Pai o fato de esconder dos sábios e entendidos os grandes segredos do Pai e os revelar aos pequeninos. Os sábios e entendidos são os que vivem sob os critérios do mundo, enquanto que os pequenos são aqueles que estão abertos ao Reino, acolhem, aceitam e constroem sua vida a luz de Cristo.

Jesus também nos convida a estar com ele, pois ele é manso e humilde (cf. Mt 11,25-30).

Na segunda leitura, Paulo dirá que nossa vida não se sustenta na carne, mas enquanto vivemos no Espirito de Jesus, pois é no Espirito que está a vida. Viver é conquistar o Espirito de Jesus(cf. Rm 8,9.11-13).

Jesus na liturgia deste domingo nos convida a sermos mansos e humildes. A mansidão nas relações com as pessoas e humildade para acolher seus ensinamentos.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


 

 

 

A BUSCA DO ESSENCIAL


O 17º domingo do Tempo Comum, ano A, continua a sua mensagem apresentando as últimas Parábolas.

Na 1ª leitura vemos o Senhor que fala a Salomão. O Senhor lhe dá a liberdade de pedir o que ele deseja.

Salomão se reconhece pequeno e pede apenas ao Senhor ”capacidade de governar o seu povo e distinguir o bem e o mal”.

A súplica agrada ao Senhor, e este lhe diz: ”dou-te um coração sábio e inteligente, como nunca houve outro igual antes de ti, nem haverá depois de tí” (Cf.2Rs 3, 3-7-12). Deus é imensamente pródigo quando pedimos as graças em vista do  bem comum.

O evangelho continua o discurso do Reino dos Céus. Inicialmente apresenta  a parábola do tesouro escondido, depois, o das  pérolas preciosas, e finalmente, o da pesca, onde é feita a escolha. As duas primeiras ilustram a vida do ser humano, estamos sempre na busca de algo melhor. Volta-se para os nossos valores. A escolha dos peixes, a terceira, nos indica que devemos sempre buscar o que é mais agradável a Deus. Também podemos fazer uma alusão ao  juízo final, onde Deus separará os bons e maus. Cristo é o valor maior. Ele é a pérola, o tesouro escondido. Quando o encontramos deixamos tudo para trás (cf. (Mt 13,44-52).

A segunda leitura, de Paulo aos Romanos, nos dirá que tudo concorre para o bem com aqueles que amam a Deus (cf. Rm 8,28-30). Paulo nos exorta  afirmando que quando  amamos recebemos de Deus o seu amor, seremos justificados por ele e estaremos sempre no bom caminho.

A liturgia nos convida neste domingo a fazermos sempre um bom discernimento e buscarmos Cristo, como o tesouro e a pérola preciosa.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco

 

DUAS GRANDES COLUNAS DE NOSSA IGREJA

 

Neste domingo a Igreja, no Brasil, celebra a festa de dois grandes colaboradores de Jesus na propagação do cristianismo.

Um discípulo e outro um apóstolo. Falamos de São Pedro e São Paulo. As leituras testemunham e exaltam a pessoa desses fiéis seguidores de Jesus. Cada um de seu modo serviu a Cristo.

Os dois morreram em Roma martirizados.

A primeira leitura mostra como a Igreja no primeiro século foi perseguida. Revela as grandes dificuldades encontradas para o anúncio do evangelho. Pedro está preso, e é libertado da prisão e afirma: "Agora sei, de fato que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar das mãos de Horodes" (At 12,1-12).

O evangelho mostra o momento em que Pedro confessa a Jesus: "Tu és o Cristo o Filho de Deus vivo". Jesus confia a Pedro a sua grande missão:

"Tu és Pedro, sobre esta pedra construirei a minha Igreja". Jesus entrega as chaves a Pedro as chaves do reino dos céus (cf. Mt 16,13-19).

A segunda leitura apresenta o testemunho de Paulo a Timóteo, seu fiel discípulo: "Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé" (2Tm 4,6-8.17-18).

O prefácio da missa desta solenidade  nos ajuda a compreender o significado da presença dessas duas grandes colunas: "Pedro, o primeiro a proclamar a fé, fundou a Igreja primitiva sobre a herança de Israel.

Paulo, mestre e doutor  das nações, anunciou-lhes o evangelho da salvação" (prefácio). Pedro e Paulo se completam. Estas figuras nos mostram a ação da Igreja hoje. Pedro nos lembra o Papa Francisco.

Cada um de nós tem um pouco de Pedro e de Paulo, assim como eles, somos chamados a testemunhar a ação de Jesus hoje na história.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco 


A MESSE É GRANDE MAS OS OPERÁRIOS SÃO POUCOS

 

O 11º domingo do Tempo Comum nos apresenta o momento em que Jesus escolhe os seus discípulos e apresenta a eles algumas tarefas que eles irão desenvolver ao longo da missão para servir o povo, rebanho do Senhor.

Na primeira leitura, do Livro do Êxodo, vemos Moises, que escuta do Senhor a grande proposta: " se ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, sereis para mim a porção escolhida dentre todos os povos, e vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa" (cf. Ex 19,2-6).

A segunda leitura, de Paulo, escrevendo aos Romanos dirá que a maior prova de amor que recebemos de Cristo é sua morte na cruz.

Por isso que agora podemos viver esta nova condição que Ele nos oferece. Buscarmos a sua reconciliação (cf. Rm 5,6-11).

No evangelho, depois de sensibilizar-se com a multidão, e afirmar que eram ovelhas cansadas e  sem Pastor, Jesus escolhe seus discípulos e os orienta para a missão: "expulsar os espíritos maus", "ir as ovelhas perdidas", "curar os doentes" e "purificar os leprosos". Através dessas ações mostrar o rosto misericordioso do Pai (cf. Mt 9,36-10,8).

Vemos portanto que Deus nos convida a fazermos parte do seu rebanho, a alguns Ele pede um sacrifício maior, uma doação mais consistente.

Nossa Igreja hoje, convidada a ser uma Igreja em saída, nos pede um maior empenho nas comunidades para anunciar que o Reino do Senhor está próximo.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE: UNIDADE E COMUNHÃO

 

Depois de termos celebrado a Páscoa, a vitória de Cristo sobre a morte. A Ascensão, subida de Jesus ao céu e a vinda do Espirito Santo sobre os Apóstolos e na caminhada da Igreja.

Celebramos a festividade da Trindade, a manifestação plena de Deus Pai, do Filho e do Espirito, a unidade perfeita. Ao contemplarmos a Santíssima Trindade compreendemos o quanto grande é o amor do Pai.

Amor este manifestado no Filho, que esteve no meio de nós e prossegue sua manifestação com a presença do Espirito Santo. As leituras elucidam estas realidades:

A primeira leitura, do livro do Exodo nos revela o encontro de Moises com o Senhor. O Senhor se mostra um Deus misericordioso e clemente, compassivo, paciente, rico em bondade e Moises mesmo reconhecendo a sua fragilidade pede ao Senhor  que caminhe com seu povo (cf. Ex 34,4-6.8-9).

O evangelista João revela o quanto é grande o amor do Senhor, envia seu Filho ao mundo não para condenar mas para salvar. E todo aquele que crer nele viverá eternamente (cf. Jo 3,16-18).

Na segunda leitura Paulo vai nos dizer que este amor trinitário manifesta-se na nossa convivência humana, onde cada um de nós é chamado a viver na paz, na harmonia, encorajando-nos uns aos outros. Na medida que vivemos este amor testemunhamos a trindade. A trindade é portanto o modelo de comunidade perfeita (cf. 13,11-13). 

Convidamos a todos nesta semana a celebrarmos juntos a festa de Santo Antônio, na terça feira, e celebração do Corpo e Sangue de Cristo.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco

 

 

POR QUE ESTAIS AÍ OLHANDO PARA O ALTO

Neste domingo celebramos a festa da Ascensão: Jesus aparece na Galiléia e volta ao Pai, porém  deixa aos discípulos a missão de evangelizar e sua promessa de estar sempre com os eles.

Na primeira leitura, Lucas nos Atos, relata os últimos acontecimentos de Jesus, depois de ter aparecido aos discípulos, recomenda a eles para que não se afastem de Jerusalém. Depois de ter estado com os discípulos, recomenda a eles que sejam testemunhas até aos confins da terra.

Depois Jesus foi levado ao céu. Os discípulos ficaram surpresos e lhes aparece dois homens de vestes brancas que advertem os discípulos: "porque estais aí a olhar para o alto" ( cf. At 1,1-11).

No evangelho, escutaremos o grande mandado de Jesus aos discípulos: "Ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo". Jesus promete também que acompanhará a todos na missão (cf. Mt 28,16-20). Esta é a grande missão de todo aquele que crê.

Somos evangelizadores na medida que testemunhamos, com nossas ações que Jesus vive e está presente no meio de nós.

A segunda leitura é uma exaltação da presença de Cristo. Ele é a cabeça da Igreja e constitui-se o Senhor da humanidade e da história.

Nele toda criatura está ligada e produzirá muitos frutos (cf. Ef 1,17-23).

Hoje também lembramos o dia dos meios de comunicação social. Na mensagem para este ano o Papa Francisco nos convida a sermos comunicadores do bem, superarmos esta marca de comunicação de coisas negativas. Também somos convidados a rezar pela unidade dos cristãos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


VOCÊS NÃO FICARÃO SOZINHOS

Este domingo nos mostra um ambiente de preocupação de Jesus. Jesus olha para seus discípulos e sente que eles não poderão sozinhos enfrentar os desafios.

Os apóstolos tinham crescido com Jesus, mas o Mestre, como um bom Pastor, sente  que todo caminho a ser feito daqui para frente os discípulos vão precisar da sua presença.

Jesus, portanto, começa a preparar e orientar os discípulos para a sua partida dizendo a eles que eles não ficarão sozinhos.

A primeira leitura, o livro dos Atos dos Apóstolos  testemunham a ação de Felipe na Samaria. Descreve como era a grande a alegria naquela cidade.

Felipe é o instrumento de Deus que vai realizando esta obra de evangelização. Com isso, a Igreja testemunha a expansão do evangelho. Conhecedores desta realidade, Pedro e João vão conferir o Batismo nas comunidades da Samaria, onde estava Felipe (cf. At 8,5-8.14-17). Esta atitude nos lembra hoje nossos Bispos quando comparecem na comunidade para conferir o sacramento da Crisma.

No evangelho, Jesus dirá aos discípulos: "se me amais, guardareis os meus mandamentos". Jesus invocará ao Pai para que os discípulos sejam agraciados pelo Espirito Santo, que o evangelista chama de Paráclito. Jesus afirmará eles não ficarão órfãos (cf. Jo 14,15-21).

Na segunda leitura, Pedro convida a santificação do coração para suportamos como Cristo os sofrimentos de nossa vida (cf. 1 Pd 3,15-18). 

Contemplamos neste domingo, a alegria do evangelho sendo levada aos povos, o apelo para a santificação feito por Pedro, e a promessa de Jesus para vinda do Espirito Santo.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


"EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA"(Jo 14,6).

 

O quinto domingo da Páscoa, já começa a mostrar a despedida de Jesus, "na casa de meu Pai tem muitas moradas"(cf. Jo 14,2).

A primeira leitura nos mostra como a comunidade vai encontrando formas de ação diante das novas situações que surgem na comunidade nascente.

A vida da comunidade é dinâmica, na medida que ela cresce surgem novos desafios e o Espirito vai agindo iluminando os seus caminhos (cf. At 6,1-7).

O evangelho está situado no contexto da ceia. Jesus vai explicar a seus discípulos que sua morte não deve preocupá-los. Jesus explica que na casa do Pai, para onde Ele vai, existem muitas moradas, vai abrir as portas. Tomé, não entendendo o que Jesus afirma pergunta: "Como podemos conhecer para onde vais se não conhecemos o caminho?".

Jesus adverte Tomé dizendo: "Você está há tanto tempo e ainda não sabe?" (cf. Jo 14,1-12).

Na segunda leitura, encontraremos Pedro que nos convidando: "aproximai-vos do Senhor, pedra viva, rejeitada pelos homens mas escolhida e honrosa por Deus", " a pedra angular que foi rejeitada pelos homens"(cf. 1Pd.2,4-9)

Neste domingo celebramos o dia das mães. Vamos elevar nossa prece de gratidão às nossas mães e pedirmos a bênção de Deus sobre elas.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco 


JESUS CRISTO É A  PORTA  E AS ATITUDES DO BOM PASTOR

O quarto domingo da Páscoa todos os anos nos leva para o ambiente do campo onde Jesus identifica-se  como o Bom Pastor (Jo 10,14).

A primeira leitura, segue no discurso de Pedro, sua profissão de fé sobre Jesus. A multidão impactada com as palavras do apóstolo pergunta-se: "O que devemos fazer?"(cf. At 2,37b). Pedro responde que é necessário arrepender-se, converter-se e ser batizado.

E milhares de pessoas aderem aos ensinamentos de Pedro (cf. At 2,14.36-41). Vemos que a escuta da pregação nos leva a uma metanóia ou seja uma transformação.

O evangelho nos apresenta o inicio do capítulo dez, a porta onde as ovelhas são guardadas, o redil, onde todas entram e saem.

Jesus dirá que Ele é a porta e o verdadeiro pastor entra por esta porta, as ovelhas o reconhecem e escutam a sua voz. Aquele que não é pastor, mas ladrão, escolhe outros caminhos.

Jesus alerta sobre a diferença entre o que é Pastor e ladrão. O Pastor vem trazer a vida enquanto que o ladrão vem para roubar, matar e destruir (cf. Jo 10,1-10). Este trecho nos leva a identificar nossos pastores, nossas lideranças públicas. Aqueles que agem como Pastores e aqueles que se aproveitam da inocência do rebanho para explorar.

A segunda leitura, de Pedro, nos mostra o testemunho de Cristo como verdadeiro Pastor, aquele que dá vida pelas suas ovelhas (cf. 1 Pd 2,20-25).

Neste domingo vamos rezar pelas vocações para que em meio a este grande rebanho não falta bons Pastores.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


 

 

 

"RECEBEI O ESPIRITO SANTO"(cf. Jo 20,22b)

Passados cinquenta dias da Páscoa, a Igreja celebra a festa de Pentecostes, a vinda Espirito Santo.

A primeira leitura deste domingo apresenta o relato de Lucas que mostra os discípulos reunidos em oração, surge um barulho e um forte vento, línguas de fogo que se repartiam sobre os discípulos  (cf. At 2,1-11).

O vento e o fogo são imagens muito comuns nas visões do Antigo Testamento, as línguas de fogo representam o amor e os dons distribuídos pelo Espirito. 

O evangelho de Joao apresenta Jesus que aparece aos discípulos e os saúda: "A paz esteja convosco" e afirma: "Assim como o Pai me enviou eu também envio vocês". "Recebei o Espirito Santo. A quem perdoardes os pecados eles serão perdoados, a quem não os perdoardes, eles serão retidos" (cf. Jo 20,19-23). Não caminharemos sozinhos, estaremos unidos e protegidos pelo Espirito.

A vinda do Espirito Santo é a revelação plena dos mistérios Pascais.

A segunda leitura, Paulo afirma que existem diversidades de dons, mas quem os move é o mesmo Espirito. Os dons são graças que o Espirito distribui  aos seus filhos e filhas em vista do bem comum. Os dons são talentos, capacidades que enriquecem a pessoa."(cf. 1Cor 12,3-7.12-13).

Os dons quando colocados ao serviço dos irmãos são geradores de comunhão, fraternidade, paz e alegria.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


CAMINHO DE EMAUS: O CAMINHO DA SUPERAÇÃO DA DESILUSÃO E DA FRUSTRAÇÃO

O terceiro domingo da Páscoa nos apresenta o encontro de Jesus Ressuscitado com os discípulos que se dirigem para Emaús.

Este texto pode ser lido a partir de uma ótica de superação da frustração dos discípulos com a morte de Jesus na cruz, como também, encontrarmos uma luz para entendermos como se realiza o projeto de evangelização: Presença, Escuta e Ação. Vejamos as leituras:

A primeira leitura apresenta discurso de Pedro a partir da assimilação do Ressuscitado. Pedro relembra quem foi Jesus. Identificamos o texto como a 1ª manifestação ao povo por parte dos discípulos.

Pedro afirma que Jesus não foi abandonado na região dos mortos, mas elevado a direita de Deus (cf. At 2,14.22-33).

No evangelho vamos encontrar a aparição de Jesus aos discípulos de Emaús. Neste episódio  podemos identificar três momentos:

a. Jesus caminha junto aos discípulos.
b. Os discípulos escutam o Ressuscitado.
c. Jesus deixa um sinal: a partilha do pão, e os discípulos reconhecem Jesus.

Estas três dimensões podem ser uma luz para o caminho de uma comunidade evangelizadora. Jesus sempre está presente na caminhada de povo. A comunidade que escuta a Palavra encontra luz para o seu caminho, faz crescer o entusiasmo pela missão e seus frutos são os sinais que produz. Uma comunidade para tornar-se evangelizadora necessita produzir sinais (Lc 24 13-35).

A segunda leitura nos convida a viver, em nossa peregrinação neste mundo, sempre no respeito a Deus. Pedro nos lembra fomos resgatados pelo sangue de Cristo Jesus (cf. 1Pd 1,17-21).

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


 BEM-AVENTURADOS OS QUE CRERAM SEM TEREM VISTO (Jo 20,29)

 

No domingo da Páscoa, escutávamos: "Ele viu e acreditou"(Jo 20,8). Neste domingo escutaremos: "Felizes os que creram sem terem visto" 

Continuamos a meditar neste IIº domingo da Páscoa as manifestações do Ressuscitado. Jesus realizando os sinais que testemunham que Ele está vivo.

A primeira leitura, encontraremos o modelo de uma comunidade ideal: Acolhimento a pregação dos apóstolos, perseverança na escuta da Palavra dos apóstolos, comunhão fraterna, unidade, fraternidade, solidariedade no partir o pão e assíduos nas orações. Viviam portanto, um caminho de unidade, comunhão, sentiam as necessidades um do outro e ninguém passava necessidade (cf. At 2,42-47).

O evangelho vai nos apresentar o encontro de Jesus com os apóstolos, uma vez sem Tomé e outra vez com Tomé. Na primeira vez Jesus impõe o Espírito Santo: "Recebei o Espirito Santo, a quem perdoardes os pecados eles serão perdoados, aqueles que não perdoardes serão retidos" (cf. Jo 20,22b-23).

Na segunda vez, após dizer a saudação da Paz. Jesus adverte Tomé, que não estava no primeiro encontro, dizendo:" Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende  a tua mão e coloca-a no meu lado e não sejas incrédulo, mas fiel" (cf. Jo 20,19-31).

Na segunda leitura vemos Pedro que louva o Pai por nos fazer renascer pela ressureição de Jesus (cf. 1 Pd 1,1-3).

Celebramos neste domingo o Dia da Misericórdia. Recordando-nos que o rosto de Deus é misericórdia, dai a importância da acolhida, da construção de uma comunidade onde todos se sintam bem, vivermos não individualisticamente mas fraternalmente.


Pe. Mário Pizetta,ssp
Pároco  


"ELE VIU E ACREDITOU" (Jo 2,8b)

Este é o grande convite que neste domingo de Páscoa nos é apresentado pelo evangelho de São João.

O corpo de Jesus não foi tirado do túmulo (cf. Jo 2,2), seu corpo não foi escondido. Ele verdadeiramente ressuscitou.

A atitude que todos nós, que vivenciamos a Semana Santa, precisamos ter: O túmulo está vazio, as roupas estão lá. A vida tinha vencido o mundo dos mortos.

Na carta aos Colossenses Paulo nos dirá: " Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos para buscar as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita do Pai"(cf. Col 3,1-4).

Aquele que crê aspira a buscar as realidades celestes e não as terrestres. Paulo nos convida a darmos um salto de qualidade em nossa vida.

Na primeira leitura, dos Atos dos Apóstolos, encontramos o testemunho de Pedro já transformado pela fé afirmando: "Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome o perdão dos pecados" (At 10,43).

Caro paroquiano, você que nos acompanhou na Semana Santa, você que lê nossas mensagens em nosso site, FELIZ PÁSCOA.

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A CAMINHO DE JERUSALÉM

 

Depois de termos passado cinco domingos procurando entender Jesus como a Água Viva, Luz Mundo e Ressurreição e Vida.

Vamos acompanhar Jesus na maior prova de amor já demonstrada. Ele está entrando em Jerusalém para assumir a paixão. Neste domingo identificaremos Jesus Padecente.

A 1ª leitura, de Isaias, nos apresenta o rosto do Servo Sofredor, do servo padecente (cf. Is 50,4-7). Na pedagogia divino ao povo de Israel, exilado, vai entender que o plano de Deus não se realiza pela força, mas pela doação do justo. Entenderemos que o caminho do sofrimento é o caminho da verdadeira libertação.

Na segunda leitura o apóstolo Paulo vai afirmar que Jesus despe-se da condição divina, assume com humildade o caminho da Cruz, e Deus o exaltará acima de toda a criatura (cf. Fl 2,6-11). Jesus é fiel e obediente ao projeto do Pai. Jesus nos ensina que a obediência, a fidelidade ao Pai, até a morte é instrumento de salvação do mundo.

Ouvindo a narrativa da Paixão relatada por Mateus, que proclamamos neste ano, encontraremos a expressão do Pai Nosso: "Seja feita a tua vontade" (Mt 26,42).

Este domingo é o domingo do esvaziamento e da glória.

Não nos esqueçamos da Campanha da Fraternidade onde também vemos os nossos biomas brasileiros sendo destruídos pela ganancia humana.

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 
Escrito por Administrator   

Mensagem da semana Março de 2017

"LAZARO, VEM PARA FORA"(Jo 11,43)

O quinto domingo da Quaresma apresenta um dos sinais que o evangelista João relata sobre Jesus: A ressureição de Lázaro.

A vida supera a morte. Jesus é a favor da vida. Aquele que crê não morre. Vejamos o que dizem as leituras:

O profeta Ezequiel, na primeira leitura, anuncia as palavras do Senhor: "quando eu abrir as vossas sepulturas e vos fizer sair delas, sabereis que eu sou o Senhor, colocarei o meu espirito para vivais" (cf. Ez 37,12-14). Ezequiel tenta com suas palavras erguer o ânimo do seu povo pregando que Deus não abandonou seu povo.

O evangelho, nos mostra os passos da narrativa da comunidade Joanina sobre a ressureição de Lázaro: inicialmente levam a informação a Jesus de que seu amigo está doente.

Jesus explica que Lázaro dorme, mas depois reconhece que havia morrido. Jesus decide ir até a casa de Marta e Maria. Quando se aproxima da casa encontra Marta, que se queixa a Jesus: "Senhor, se tivesse estado aqui, meu irmão não teria morrido"(Jo 11,21). Jesus dialoga com Marta e afirma: "Eu sou a ressureição e a vida" quem crer em mim mesmo que esteja morto viverá". Maria faz sua profissão de fé e decide ir até a casa. Jesus encontra também Maria consolando-a e decidem ir até o túmulo, onde Lázaro tinha sido depositado. Diante do túmulo, Jesus comove-se e chora. Tiram a pedra e Jesus exclama com voz forte: "Lázaro vem para fora" (cf. Jo 11,1-45).

Na segunda leitura Paulo falará nas questões: "Viver segundo a carne e viver segundo o Espirito"(cf. Rm 8,8-11). Vivendo segundo a carne não podemos agradar a Deus.

Todavia se vivermos  segundo o Espirito de Cristo então faremos as obras coisas de Deus e pertenceremos a Ele.Aplicar

Este domingo nos deixa também uma bela lição: Jesus tinha amigos, verdadeiros amigos.

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


VIVER COMO FILHOS DA LUZ

 

O quarto domingo da Quaresma é o domingo da alegria. Domingo que nos faz lembrar o Batismo e onde identificaremos Jesus como luz da humanidade.

A primeira leitura apresenta a unção de Davi, lembrando que Cristo também é o Ungido de Deus. O texto ainda apresenta uma outra bela lição: Deus vê o coração ultrapassando os limites de nossa visualização, ele vê além das aparências (cf. 1Sam 16,1-6.710-13).

No evangelho encontraremos a cena da cura do cego de nascença. Os vários passos desta narrativa: o encontro com Jesus. Jesus que lhe pede para ir lavar-se na piscina de Siloé.

Vemos o Povo que fica admirado com o que vê. Seu testemunho junto aos fariseus, junto aos judeus. Alguns colocam dúvidas sobre sua recuperação.

Por fim se encontra com Jesus que lhe pergunta: Acreditas no Filho do homem? no que ele respondeu: Quem é Senhor para eu creia nele? Jesus lhe disse: "Tu o estás vendo". O que tinha recuperado a vista disse: "Eu creio Senhor". Jesus vem até nós para que possamos recuperar a visão. Abrindo nossos olhos, podemos sair das trevas e encontrar o caminho da luz (cf. Jo 9,1-41). Este evangelho nos lembra o santo Batismo, onde também nós somos lavados, isto é, purificados. A piscina de Siloé nos lembra a Pia Batismal.

A segunda leitura, de Paulo aos Efésios, exortará a comunidade afirmando que outrora estávamos nas trevas, mas Cristo nos tirou das trevas e nos deu a luz.

Paulo nos convida a sairmos das trevas e caminhar como filhos da Luz (cf.Ef 5,8-14). Vamos todos a piscina de Siloé, vamos nos banhar e encontrar esta luz.

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


"SENHOR, DÁ-ME DE BEBER DESSA ÁGUA"

 

 Depois de passarmos pela experiência do deserto, termos subido ao Monte Tabor, o terceiro domingo da Quaresma,  apresenta o encontro de Jesus com a mulher Samaritana.

 O fato acontece junto ao poço que era de Jacó. A presença da água nos faz lembrar o Santo Batismo.

A primeira leitura nos leva ao livro do Êxodo, onde o povo reclama a Moisés a falta de água. Moisés recorre ao Senhor,  ouve a sua voz: "ferirás a pedra e dela sairá água para beber". , 

Moisés bate na rocha.  Da rocha sairá água. O Senhor sacia a sede do povo para que este não desanime na caminhada a terra prometida. Deus não é um Senhor que apenas liberta, mas acompanha, é presença constante (cf. Ex 17,3-7).

No evangelho vemos o diálogo de Jesus com a Samaritana. Jesus se apresenta e pede água para beber. A mulher questiona sobre o fato de um judeu pedir água para uma samaritana. Jesus rompe com olhar preconceituoso e dirá: "quem beber desta água voltará a ter sede, mas quem beber da água que Eu tenho jamais terá sede". A mulher pede para Jesus dar de beber desta água: "Dá-me desta água para que eu não tenha mais sede".

O diálogo prossegue até que os discípulos chegam. A mulher vai a cidade e anuncia Jesus.

Jesus Cristo será identificado como a "rocha e a água viva"(cf. Jo 4,5-27).

Na carta aos Romanos o apóstolo Paulo nos dirá que somos justificados pela fé, e o primeiro fruto da fé é a paz. O maior sinal do amor de Jesus é sua morte na cruz (cf. Rm 5,1-2.5-8).

A Igreja necessita ser sempre uma presença constante junto ao povo. Ela existe para saciar a sede das pessoas. 

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


"ESCUTEM O QUE ELE TEM A DIZER"

O segundo domingo da Quaresma nos leva ao Monte Tabor, onde Jesus depois de ter passado pelas tentações, conduz os discípulos Pedro, Tiago e João a experiência antecipada da ressureição. O que seus olhos vêem e seus ouvidos escutam é algo mais do que extraordinário: o rosto brilhante de Jesus Ressuscitado e escutam a voz do alto: "escutem o que ele tem a dizer"

A primeira leitura apresenta o pedido do Senhor a Abrão, homem de fé, para deixar sua terra e ir para o lugar que o Senhor lhes indicaria. O Senhor promete a Abrão a sua bênção (cf. Gn 12,1-4).

Na segunda leitura Paulo convida seu discípulo Timóteo a sofrer com ele o evangelho. Sofrer com o evangelho é carregar a própria cruz que advém da pregação.

Paulo nos lembra que somos chamados a uma vocação santa (cf. 2Tm 1,8-10).

No evangelho observamos os discípulos que ficam vislumbrados com o que acontece ali no alto. Pedro, de tamanha alegria, não quer mais ir embora. Quer construir tendas, para Jesus, Moisés e Elias.

Pedro sente-se confortado, não quer ir mais embora. Esta sensação de Pedro é uma imagem de todos aqueles que fazem a experiência com Deus.

Assim também somos nós quando nossa oração nos transforma, queremos também não sair daí, mas Jesus nos impulsiona para descer do monte, ir lá para planície,

pois é lá que Jesus precisa se transfigurar para que os homens conheçam quem Ele é. Façamos também nós a caminhada ao monte para ouvir sua voz que vem das nuvens, recordando a experiência dos patriarcas e dos profetas. Ouçamos hoje o grito dos excluídos, marginalizados, dos sofredores, dos injustiçados. Jesus fala por meio deles.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


SUPERAR AS TENTAÇÕES 

 

Iniciamos na última quarta feira o tempo Quaresmal. Tempo que nos convida a conversão, a mudança de mentalidade.

Neste 1º domingo da Quaresma estamos diante de uma das realidades que nos perturbam: as tentações. as provocações constantes na vida do ser humano.

Na 1ª leitura vamos até o livro do Genesis, onde Deus oferece ao homem a vida e a felicidade, mas o homem, cedendo à tentação, fecha-se para Deus, prefere o caminho do sofrimento e da morte (cf. Gn2,7-9;3,1-7).

No evangelho teremos a passagem das três tentações. A tríplice tentação está relacionada ao espirito, corpo e a alma.

Elas representam as provas e dificuldades que Jesus iria viver, assim como a todos o seguissem. Jesus vencendo as tentações testemunha a fidelidade de Jesus ao Pai (cf. Mt 4,1-11).

Quando o ser humano vence uma tentação também demonstra com sua vida torna-se fiel. O pecado é sempre um ceder para o mal.

Os quarenta dias de Jesus no deserto nos lembram os quarenta anos do caminho a Terra prometida.

Paulo, na segunda leitura nos mostra a grande diferença entre o caminho de Adão e o caminho de Jesus. A desobediência de Adão e a ação libertadora de Jesus (cf. Rm 5,12.17-19).

Quando somos fiéis a Jesus vencemos o pecado. Vamos todos juntos nos esforçarmos para vivermos uma Quaresma de mudança de mentalidade, na vida interior e no cuidado com a natureza, cuidando de nossos Biomas.


 

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 4 de 16