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Mensagens das Semanas Anteriores
Escrito por Administrator   

Mensagem da semana Março de 2017

"LAZARO, VEM PARA FORA"(Jo 11,43)

O quinto domingo da Quaresma apresenta um dos sinais que o evangelista João relata sobre Jesus: A ressureição de Lázaro.

A vida supera a morte. Jesus é a favor da vida. Aquele que crê não morre. Vejamos o que dizem as leituras:

O profeta Ezequiel, na primeira leitura, anuncia as palavras do Senhor: "quando eu abrir as vossas sepulturas e vos fizer sair delas, sabereis que eu sou o Senhor, colocarei o meu espirito para vivais" (cf. Ez 37,12-14). Ezequiel tenta com suas palavras erguer o ânimo do seu povo pregando que Deus não abandonou seu povo.

O evangelho, nos mostra os passos da narrativa da comunidade Joanina sobre a ressureição de Lázaro: inicialmente levam a informação a Jesus de que seu amigo está doente.

Jesus explica que Lázaro dorme, mas depois reconhece que havia morrido. Jesus decide ir até a casa de Marta e Maria. Quando se aproxima da casa encontra Marta, que se queixa a Jesus: "Senhor, se tivesse estado aqui, meu irmão não teria morrido"(Jo 11,21). Jesus dialoga com Marta e afirma: "Eu sou a ressureição e a vida" quem crer em mim mesmo que esteja morto viverá". Maria faz sua profissão de fé e decide ir até a casa. Jesus encontra também Maria consolando-a e decidem ir até o túmulo, onde Lázaro tinha sido depositado. Diante do túmulo, Jesus comove-se e chora. Tiram a pedra e Jesus exclama com voz forte: "Lázaro vem para fora" (cf. Jo 11,1-45).

Na segunda leitura Paulo falará nas questões: "Viver segundo a carne e viver segundo o Espirito"(cf. Rm 8,8-11). Vivendo segundo a carne não podemos agradar a Deus.

Todavia se vivermos  segundo o Espirito de Cristo então faremos as obras coisas de Deus e pertenceremos a Ele.Aplicar

Este domingo nos deixa também uma bela lição: Jesus tinha amigos, verdadeiros amigos.

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


VIVER COMO FILHOS DA LUZ

 

O quarto domingo da Quaresma é o domingo da alegria. Domingo que nos faz lembrar o Batismo e onde identificaremos Jesus como luz da humanidade.

A primeira leitura apresenta a unção de Davi, lembrando que Cristo também é o Ungido de Deus. O texto ainda apresenta uma outra bela lição: Deus vê o coração ultrapassando os limites de nossa visualização, ele vê além das aparências (cf. 1Sam 16,1-6.710-13).

No evangelho encontraremos a cena da cura do cego de nascença. Os vários passos desta narrativa: o encontro com Jesus. Jesus que lhe pede para ir lavar-se na piscina de Siloé.

Vemos o Povo que fica admirado com o que vê. Seu testemunho junto aos fariseus, junto aos judeus. Alguns colocam dúvidas sobre sua recuperação.

Por fim se encontra com Jesus que lhe pergunta: Acreditas no Filho do homem? no que ele respondeu: Quem é Senhor para eu creia nele? Jesus lhe disse: "Tu o estás vendo". O que tinha recuperado a vista disse: "Eu creio Senhor". Jesus vem até nós para que possamos recuperar a visão. Abrindo nossos olhos, podemos sair das trevas e encontrar o caminho da luz (cf. Jo 9,1-41). Este evangelho nos lembra o santo Batismo, onde também nós somos lavados, isto é, purificados. A piscina de Siloé nos lembra a Pia Batismal.

A segunda leitura, de Paulo aos Efésios, exortará a comunidade afirmando que outrora estávamos nas trevas, mas Cristo nos tirou das trevas e nos deu a luz.

Paulo nos convida a sairmos das trevas e caminhar como filhos da Luz (cf.Ef 5,8-14). Vamos todos a piscina de Siloé, vamos nos banhar e encontrar esta luz.

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


"SENHOR, DÁ-ME DE BEBER DESSA ÁGUA"

 

 Depois de passarmos pela experiência do deserto, termos subido ao Monte Tabor, o terceiro domingo da Quaresma,  apresenta o encontro de Jesus com a mulher Samaritana.

 O fato acontece junto ao poço que era de Jacó. A presença da água nos faz lembrar o Santo Batismo.

A primeira leitura nos leva ao livro do Êxodo, onde o povo reclama a Moisés a falta de água. Moisés recorre ao Senhor,  ouve a sua voz: "ferirás a pedra e dela sairá água para beber". , 

Moisés bate na rocha.  Da rocha sairá água. O Senhor sacia a sede do povo para que este não desanime na caminhada a terra prometida. Deus não é um Senhor que apenas liberta, mas acompanha, é presença constante (cf. Ex 17,3-7).

No evangelho vemos o diálogo de Jesus com a Samaritana. Jesus se apresenta e pede água para beber. A mulher questiona sobre o fato de um judeu pedir água para uma samaritana. Jesus rompe com olhar preconceituoso e dirá: "quem beber desta água voltará a ter sede, mas quem beber da água que Eu tenho jamais terá sede". A mulher pede para Jesus dar de beber desta água: "Dá-me desta água para que eu não tenha mais sede".

O diálogo prossegue até que os discípulos chegam. A mulher vai a cidade e anuncia Jesus.

Jesus Cristo será identificado como a "rocha e a água viva"(cf. Jo 4,5-27).

Na carta aos Romanos o apóstolo Paulo nos dirá que somos justificados pela fé, e o primeiro fruto da fé é a paz. O maior sinal do amor de Jesus é sua morte na cruz (cf. Rm 5,1-2.5-8).

A Igreja necessita ser sempre uma presença constante junto ao povo. Ela existe para saciar a sede das pessoas. 

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


"ESCUTEM O QUE ELE TEM A DIZER"

O segundo domingo da Quaresma nos leva ao Monte Tabor, onde Jesus depois de ter passado pelas tentações, conduz os discípulos Pedro, Tiago e João a experiência antecipada da ressureição. O que seus olhos vêem e seus ouvidos escutam é algo mais do que extraordinário: o rosto brilhante de Jesus Ressuscitado e escutam a voz do alto: "escutem o que ele tem a dizer"

A primeira leitura apresenta o pedido do Senhor a Abrão, homem de fé, para deixar sua terra e ir para o lugar que o Senhor lhes indicaria. O Senhor promete a Abrão a sua bênção (cf. Gn 12,1-4).

Na segunda leitura Paulo convida seu discípulo Timóteo a sofrer com ele o evangelho. Sofrer com o evangelho é carregar a própria cruz que advém da pregação.

Paulo nos lembra que somos chamados a uma vocação santa (cf. 2Tm 1,8-10).

No evangelho observamos os discípulos que ficam vislumbrados com o que acontece ali no alto. Pedro, de tamanha alegria, não quer mais ir embora. Quer construir tendas, para Jesus, Moisés e Elias.

Pedro sente-se confortado, não quer ir mais embora. Esta sensação de Pedro é uma imagem de todos aqueles que fazem a experiência com Deus.

Assim também somos nós quando nossa oração nos transforma, queremos também não sair daí, mas Jesus nos impulsiona para descer do monte, ir lá para planície,

pois é lá que Jesus precisa se transfigurar para que os homens conheçam quem Ele é. Façamos também nós a caminhada ao monte para ouvir sua voz que vem das nuvens, recordando a experiência dos patriarcas e dos profetas. Ouçamos hoje o grito dos excluídos, marginalizados, dos sofredores, dos injustiçados. Jesus fala por meio deles.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


SUPERAR AS TENTAÇÕES 

 

Iniciamos na última quarta feira o tempo Quaresmal. Tempo que nos convida a conversão, a mudança de mentalidade.

Neste 1º domingo da Quaresma estamos diante de uma das realidades que nos perturbam: as tentações. as provocações constantes na vida do ser humano.

Na 1ª leitura vamos até o livro do Genesis, onde Deus oferece ao homem a vida e a felicidade, mas o homem, cedendo à tentação, fecha-se para Deus, prefere o caminho do sofrimento e da morte (cf. Gn2,7-9;3,1-7).

No evangelho teremos a passagem das três tentações. A tríplice tentação está relacionada ao espirito, corpo e a alma.

Elas representam as provas e dificuldades que Jesus iria viver, assim como a todos o seguissem. Jesus vencendo as tentações testemunha a fidelidade de Jesus ao Pai (cf. Mt 4,1-11).

Quando o ser humano vence uma tentação também demonstra com sua vida torna-se fiel. O pecado é sempre um ceder para o mal.

Os quarenta dias de Jesus no deserto nos lembram os quarenta anos do caminho a Terra prometida.

Paulo, na segunda leitura nos mostra a grande diferença entre o caminho de Adão e o caminho de Jesus. A desobediência de Adão e a ação libertadora de Jesus (cf. Rm 5,12.17-19).

Quando somos fiéis a Jesus vencemos o pecado. Vamos todos juntos nos esforçarmos para vivermos uma Quaresma de mudança de mentalidade, na vida interior e no cuidado com a natureza, cuidando de nossos Biomas.


 

 

Mensagem da semana fevereiro de 2017

OLHAR OS PÁSSAROS E A BELEZA DOS LÍRIOS DO CAMPO


A liturgia deste domingo nos leva a compreender o sentido da gratuidade do amor de Deus, alerta o homem para não servir a dois senhores, e sermos servos na administração dos mistérios de Deus.

A primeira leitura, do livro de Isaias, veremos que Deus nunca abandona seus filhos. Mostra a ação gratuita de Deus, independente do comportamento humano (cf. Is 49,14-15).

O evangelho, Jesus nos alerta que não podemos servir a dois senhores: a Deus e ao dinheiro. Necessitamos estabelecer prioridades. A opção pelo Reino é a prioridade. Jesus, neste domingo, nos pede para olhar os pássaros e os lírios do campo. Eles não semeiam, nem cultivam, no entanto, não lhes falta nada. Pede ainda para olhar os lírios, a sua beleza, não trabalham, no entanto, superam toda a exuberância do rei Salomão. Estes textos podem despertar um sentido de cair na tentação da passividade, do comodismo.

Porém é totalmente diferente para o discípulo e missionário: é preciso caminhar na confiança e na gratuidade. As realidades do mundo passam, pois nelas não está o reino (cf. Mt 6,24-34).

A carta de Paulo, aos Coríntios, lembra que somos servos e administradores dos mistérios de Deus e que a fidelidade, é o nosso testemunho. Nosso julgamento virá do Senhor (cf. 1Cor 4,1-5).

Pe. Mário Pizetta,ssp
Pároco


QUEM PODE SER SANTO

 

Muitos pensam que santidade, a busca da perfeição seja algo distante, impossível de ser alcançada. As leituras deste domingo nos ajudam a compreender esta dimensão: O apelo é de Deus: "Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo". Vamos recordar que o homem é imagem e semelhança de Deus.

Na primeira leitura, o livro do Levítico, nos lembra que para ser santo o homem necessita estar em comunhão com Deus. Alerta o autor sagrado que não podemos guardar rancor, ódio e não ser vingativo, mas amar o próximo (cf. Lv 19,2.17-18).

No evangelho Jesus dirá aos discípulos, para inverterem a lógica do ódio e da violência pois estas realidades geram egoísmo e sofrimento, enquanto que o amor manifesta o Reino. Quando vivemos o amor vivemos a santidade. A comunidade cristã é um templo de Deus (cf. Mt 5,38-48).

Na carta aos Coríntios, Paulo, dirá que cada pessoa é um templo de Deus. Com isso é necessário abandonar a sabedoria do mundo e apegar-se na sabedoria divina. A sabedoria do homem é insensatez diante de Deus. Paulo alertará que Deus apanha o sábio astúcia (cf. 1Cor 3,16-23). 

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


FELIZES OS QUE ANDAM NA LEI DO SENHOR

 

O 6º domingo do Tempo Comum nos leva a associar a vivência da Palavra e a prática da lei, buscando cumprir a vontade de Deus.

Na 1ª leitura escutaremos que Deus nos dá o livre arbítrio, temos a possibilidade de escolher o bem ou o mal. Entre a vida ou a morte. Para o cristão não existe outra escolha: optar sempre pela vida. A vida, por ser um bem, é a nossa escolha (cf. Eclo. 15,16-21).

Na segunda leitura, o apóstolo Paulo vai falar da sabedoria oculta de Deus: "o que Deus preparou para os que o amam é algo que os olhos jamais viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração jamais pressentiu". Cabe a nós escolher viver na sabedoria de Deus. (cf. 2Cor 6-10). Viver na sabedoria de Deus é optar sempre pela vida, fazer o bem e praticar a justiça.

No evangelho veremos que Jesus nos lembra as leis e normas vindas dos antepassados, e afirma: "não veio para abolir a lei e os profetas, mas dar pleno cumprimento". Jesus vai lembrar que a nossa justiça precisa ser superior aos mestres da lei e dos fariseus. Dirá ainda: "Não cometer adultério" advirtirá sobre comportamento do olho, da mão.

Jesus quer a superação do formalismo e o fundamentalismo da lei. Por exemplo, "não basta apenas não matar", não podemos maltratar o irmão (cf. Mt 5,17-37). O evangelho de hoje nos pede que sejamos capazes de superar o legalismo e o farisaísmo.

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


O BRILHO DO MUNDO E O BRILHO DE DEUS

Neste 5º domingo veremos a segunda parte das Bem-aventuranças, onde à prática desses apelos se transformam em "luz e sabor".

Na primeira leitura constatamos o brilho da luz de Deus quando acolhemos o pobre, o fraco, o faminto, quando nos colocamos do lado dos pequenos. O profeta Isaías nos estimula à prática da caridade e do atendimento das necessidades do próximo carente, já preanunciando o que o próprio Jesus iria ensinar e fazer com autoridade divina: “Reparte o pão com o faminto, acolhe em casa os pobres e peregrinos. Quando encontrares um nu, cobre-o e não desprezes a tua carne. Então, brilhará tua luz como a aurora” (Is 58,7.8), (cf. Is 58,7-10).

No evangelho Jesus está dizendo aos seus discípulos que sua vida necessita ser luz no meio do mundo. Alerta que não podemos ser omissos, não podemos estar adormecidos, muito menos engessados. Adverte ainda que a ação dos que seguem Jesus necessitam estar presentes nas atividades do mundo. A presença do discípulo, junto a estas realidades, confirmará nossa ação evangelizadora. Também damos gosto ao nosso viver quando somos presença ativa (cf. Mt 5, 13-16).

Na segunda leitura Paulo adverte a comunidade de Corinto que quando esteve junto a eles não usou dos recursos da sabedoria humana, mas esforçou-se para apresentar Jesus Cristo e este crucificado (cf. 1Cor 2,1-5). Paulo exalta o caminho da cruz, pois ela é a fonte salvadora. Portanto, para viver o caminho de nossa fé precisamos assumir Cristo em nós, pois Ele é o centro de nosso viver, razão de nossa ação pastoral, de nosso serviço eclesial. Seremos sal e luz quando encarnamos Jesus em nós.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


 

 
Mensagem da semana Janeiro 2017 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Sáb, 07 de Janeiro de 2017 17:06

Mensagem da semana Janeiro 2017

AS BEM-AVENTURANÇAS: O CAMINHO DA FELICIDADE

 

Assim como Moisés ia até o monte para falar com Deus. Jesus também nos convida para o monte, para escutar uma de suas mais belas mensagens: As Bem-aventuranças, a grande proposta para percorrer o caminho da felicidade. A liturgia da palavra deste domingo nos indica o caminho desta estrada.

 

A primeira leitura convida os humildes da terra a buscar o Senhor e praticar a justiça. O caminho da humildade e a prática da justiça permite a abertura para Deus. Conduz a paz, descanso e repouso para aqueles que crêem (cf. Sof. 2,3;3,12-13).

 

Na segunda leitura escutaremos de Paulo esta exortação: "Deus escolheu os fracos para confundir os fortes". O apóstolo Paulo dirá que Deus escolhe os não entendidos para confundir os sábios, os sem importância para mostrar a inutilidade, e por fim dirá: se alguém deseja gloriar-se, gloria-se no Senhor (cf. 1Cor 1,26-31).


O evangelho apresenta o texto das Bem-aventuranças: o caminho da felicidade. Este caminho começa quando priorizamos Deus. Para isto não podemos estar apegados à riqueza. Jesus indicará que o caminho da pobreza de espirito, a mansidão, a pureza, os misericordiosos, os que promovem a paz, os que buscam a justiça serão todos bem-aventurados. No caminho do seguimento, a perseguição traz alegria e grande será a recompensa (cf. Mt 5,1-12). O caminho das bem-aventuranças é o caminho da conquista da felicidade. Somos felizes quando servimos a Deus.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


PARA SEREM CONTINUADORES DA MISSÃO DE JESUS

 

As leituras deste domingo nos levam a dois aspectos: Jesus é a luz que vem resgatar a vida do povo, por isso anuncia o Reino de Deus. Jesus é aquele que vem tirar a carga pesada que cai sobre nossos ombros, é esperança. Jesus não fará isto sozinho, vai escolher homens para ajudá-lo na missão: "Segui-me, e eu farei de vocês pescadores de homens" (Mt 4,19).

Na primeira leitura, com Isaias veremos que a luz voltará a iluminar e resgatar a alegria: "o povo que andava na escuridão viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu" (Is 9,1).

No evangelho, Mateus vai nos relatar que jesus vai morar em Cafarnaum, situado às margens do mar da Galiléia, no território de Zabulon e Neftali. Jesus é a luz que está chegando e seu apelo é forte: "Convertei-vos porque o reino de Deus está próximo"(cf. 4,17). Luz que vem para iluminar as trevas. Para colaborar com Jesus na missão ele chama discípulos. Todo o discípulo será luz e pescador. Todo o agente pastoral, como discípulo de Jesus, é uma luz na comunidade e pescador.

Na segunda leitura, Paulo exortará a comunidade para que viver na unidade e evitar divisões: "não admitais divisões entre vós, sede bem unidos e concordes no pensar e no falar"(cf. 1Cor 1,10-13.17).

Como colaboradores de Jesus façamos nosso trabalho pastoral com alegria, gerando unidade. O reino se manifesta com mais autenticidade quando estamos unidos.


Pe. Mário Pizetta
Pároco


TESTEMUNHAR É RECONHECER: EIS O CORDEIRO DE DEUS

O Tempo Comum é o tempo onde os evangelhos nos mostram Jesus na sua Vida pública. Neste domingo teremos o encontro de Jesus com João Batista.

Veremos a vocação de João Batista: não apenas indicando, mas testemunhando: "Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo"(Jo 1,29-34). Esta imagem nos leva ao livro do Exodo. Nele recordamos o cordeiro imolado na libertação do povo (cf. Ex. 12,1-14). Este encontro é uma confirmação de tudo o que João Batista tinha anunciado. João também testemunha: ao ver o Espírito descer sobre Jesus afirma: "Este é o Filho de Deus"

O profeta Isaias, na primeira leitura faz referência ao tema vocacional: "Tu és o meu servo, Israel, em quem serei glorificado"(cf. Is 49,3). Este servo é escolhido desde o nascimento, vindo ao mundo não apenas para restaurar as tribos de Israel, mas também para ser luz: " eu te farei luz das nações, para que minha salvação chegue até os confins da terra" (cf. Is 49,6).

Na segunda leitura, vemos a saudação de Paulo a comunidade de Corinto, onde reconhece ter sido chamado para ser apóstolo. Fala que todos os que receberam o batismo são chamados a santidade (cf. 1Cor 1,1-3). Paulo deseja que a graça de Deus esteja na vida desta comunidade.

Neste domingo também celebramos o dia do Migrante e do Refugiado. Em sua mensagem o Papa Francisco exorta:" Entre os migrantes, as crianças constituem o grupo mais vulnerável"


Pe. Mário Pizetta
Pároco

 

UMA LUZ PARA A HUMANIDADE

 

Neste domingo, o segundo depois do Natal, celebramos a festa da Epifania: a manifestação de Jesus como luz para o mundo.

O profeta Isaias convida o povo de Jerusalém a levantar-se, acender as luzes, porque chegou para todos a luz do mundo (cf. Is 60,1-10).

No evangelho vemos alguns magos que procuram saber: "onde está o rei dos judeus que acaba de nascer?, pois vimos a sua estrela".

No texto de hoje conhecemos as reações: Herodes fica perturbado, os sacerdotes indiferentes, os magos seguem a estrela.

Os magos, seguindo a estrela encontram o menino com Maria, ajoelharam-se e o adoraram, ofertando ouro, incenso e mira.

Para retornarem, os magos seguem outro caminho (cf. Mt 2,1-12).Na segunda leitura Paulo fala aos Efésios que a salvação é ofertada a todos (cf. Ef 3,2-3.5-6).

Jesus é a verdadeira estrela a guiar os homens em seu caminho. Os que se deixam conduzir por esta estrela terão sempre vida.

Outro aspecto muito interessante é avaliar como as diferentes personagens do texto apresentado em Mateus reagem diante do anuncio do nascimento de Jesus.

Deixemos Jesus nascer e nos conduzir.

 

Pe. Mário Pizetta

Pároco

Última atualização em Sáb, 28 de Janeiro de 2017 08:51
 

UMA PERGUNTA E UMA RESPOSTA

 

Neste 3º domingo do Advento mais uma vez nos encontramos com a figura de João Batista, que envia seus discípulos para fazerem uma pergunta a Jesus: "ÉS TU AQUELE QUE HÁ DE VIR OU DEVEMOS ESPERAR OUTRO?" e Jesus respondeu a João por meio dos seus discípulos: "IDE DIZER A JOÃO O QUE VISTES E OUVISTES"(cf. Mt 11,2-11). Depois que eles partem, Jesus explica ao povo quem é João. Jesus o chama de profeta, aliás, mais do que profeta, afirmando que de todas as pessoas que já nasceram ninguém é maior que João Batista. João é o enviado por Deus para preparar os caminhos de Jesus. A comunidade cristã é o lugar onde descobrimos Jesus. Para leva-lo nas estradas da vida.

 

O profeta Isaias, na primeira leitura, pede que sejamos alegres pois existem sinais novos. Estimula o povo para que crie animo, não tenham medo, Deus vem para salvar e todos que acolherão o Senhor. Estes, não mais passarão pela experiência da dor e do pranto (cf. Is 35,1-6.10).

 

Na segunda leitura São Tiago utilizando-se da imagem do homem do campo que espera o desabrochar da semente, assim também precisamos ficar firmes na espera do Senhor (cf. Tg 5,7-10). Na medida que vamos nos aproximando do Natal somos levados a conduzir a vida com mais alegria e otimismo. Caminharmos com perseverança, com isto estaremos construindo o Reino que Jesus quer. O evangelho nos leva a identificar os sinais que Jesus vai operando no mundo e em cada um de nós na escuta de sua palavra. PASCOM

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


 

 

Mensagens da semana novembro 2016

CONVERTEI-VOS PORQUE O REINO DE DEUS ESTÁ PRÓXIMO


No segundo domingo do Advento encontramos na liturgia a figura de João Batista, a voz que clama no deserto. Suas palavras são muito fortes: "raça de cobras venenosas...o machado já está na raiz das árvores...de todas as partes da Judéia, de Jerusalém vinham pessoas ao encontro de João... ele afirmava: Eu batizo com água para a conversão mas virá aquele que vos batizará no Espírito...(cf. Mt 3,1-12).

 

Paulo escrevendo aos Romanos exorta para que a comunidade tenha um só coração e uma só alma. Paulo justifica seu apelo: "Acolheu-vos uns aos outros, assim como Cristo vos acolheu"(cf. Rm 15,4-9). Trata-se de mudar nossos hábitos, e trazermos para nossa vida os valores que o Reino é portador.

 

Na primeira leitura Isaias dirá que surgirá da raiz de Jessé um ramo e sobre ele repousará o Espírito. (cf. Is 11,1-10). Esta leitura anuncia um novo tempo. A superação da violência nos é apresentada na imagem do cordeiro e o lobo que viverão juntos.

 

A liturgia do Advento nos convida a endireitar os nossos caminhos, isto é, nos recolocarmos na estrada de Deus mediante um caminho de conversão. A mudança é possível quando mudamos nosso modo de pensar e agir. Uma das grandes mudanças é a superação da mentalidade consumista.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


ADVENTO: TEMPO DE ESPERA, JESUS VAI CHEGAR

 

Iniciamos neste domingo o tempo do Advento, período de quatro semanas, onde vamos nos preparar para receber o Menino Jesus.

 

A primeira leitura nos convida a subir os montes para que o Senhor nos mostre os seus caminhos assimilando os seus preceitos. Irmos até a casa de Jacó para sermos guiados pela luz do Senhor (cf. Is 2,1-5). Ir para os montes não é uma realização de um passeio pelas montanhas, mas fazer um encontro com o Senhor. Da alegria do encontro com o Senhor nascem os compromissos com o irmão.

 

A segunda leitura nos fala que é tempo de despertar pois o Menino Deus está próximo, é necessário despojar-se das armas das trevas e deixar-se guiar pela luz (Rm 13,11-14). Transformar as armas que produzem a morte em vida. Vamos lembrar que, como cristãos, somos geradores de vida.

 

No evangelho somos convidados a estarmos sempre vigilantes pois não sabemos o dia nem a hora que o Senhor virá. Vigiar é assumir o caminho de Jesus, pois quem vive em seus caminhos pode perceber sua presença e não se preocupar com o fim. (cf. Mt 24,37-44). "Nós não somos das trevas nem da noite, nós somos do dia e da luz". Que cada um de nós seja gerador de luz e ajude o seu irmão a esperar sempre o dia.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco 


A REALEZA DO SERVIÇO


Hoje celebramos a festa de Cristo Rei. Para entender esta festa somos levados a ir até o calvário e junto a cruz, olharmos para o alto. Fixar nossos olhos naquele que está ali colocado na cruz. Escutar o que dizem os chefes do povo, os soldados, os condenados. Em meio a tantas gozações reconheceremos nas palavras de alguém que está ao seu lado, o rosto de um verdadeiro Rei: do Amor, misericórdia, da não violência.

Ele não se defende, não tem soldados, pois o seu reinado não é deste mundo das competições, da violência, do consumismo, das glórias, da ganância. A aceitação da morte pela cruz é a manifestação de que Jesus não é deste mundo. Jesus não veio competir com os poderes do mundo, estes passam, e depressa. O reinado de Jesus atende os pobres, cura os cegos, os coxos, vai ao encontro dos marginalizados, acolhe os pecadores. Ele não quer a glória e poder do mundo. Jesus quebra os paradigmas dos reinados no tempo e se coloca ao serviço da vida.

O texto, da primeira leitura, segundo livro de Samuel, apresenta a entronização de Davi como rei dos filhos de Israel: "Tu apascentarás o meu povo Israel e serás o seu chefe"(cf. 2 Sam 5,1-3). Em seu reinado haverá prosperidade, paz.

No evangelho vemos Jesus pregado na cruz e como se comportam as pessoas próximas a ele (cf. Lc 23,35-43).

Na segunda leitura encontraremos na carta aos Colossenses o hino Cristológico de Paulo: Cristo é a imagem, a cabeça e tudo foi criado por meio dele e para ele (cf. Col 1,12-20). Convido a todos a entrarmos em comunhão com o Papa Francisco que neste dia encerra o Ano da Misericórdia em Roma.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


NÃO FICARÁ PEDRA SOBRE PEDRA

 

Na medida que vamos chegando ao final do ano Litúrgico, as leituras nos deixam algumas alertas sobre uma realidade que nem sempre é agradável, a questão do FIM. O que podemos dizer. Vamos observar:

Tudo o que possui vida neste mundo possui o seu fim, isto ocorre no mundo dos animais, das plantas. Cada uma tem um tempo específico de vida.

No mundo humano também isto acontece, mas a compreensão do fim apresenta uma perspectiva diferente: para os que crêem, a morte não é o fim, mas o começo de uma nova vida, com a segunda vinda de Cristo.

Na liturgia da Palavra somos convidados a estarmos sempre preparados. Que não aconteça que quando o Senhor vier, estejamos com o coração distante, preso em nossas ocupações deste mundo.

A 1ª leitura mostra que o fim será diferente para o ímpio e o justo: "Os soberbos e os ímpios serão como palha, enquanto que os que temem ao Senhor, nascerá a sol da justiça" (cf. Mal 3,19-20).

O evangelho nos apresenta a advertência de Jesus para não admirar as belezas do templo, porque tudo será destruído, não ficará pedra sobre pedra. Nos alerta ainda para estarmos atentos e não nos deixarmos levar por falsos profetas (cf. Lc 21,5-19).

Na segunda leitura o apóstolo Paulo nos alertará sobre a importância de cada um ganhar o seu pão com o seu próprio trabalho (cf. 2Ts3,7-12). Lembramos que neste domingo se encerra o Ano da Misericórdia na região episcopal Sé e no próximo domingo dia 20 a nível mundial.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


SANTIDADE: UMA META QUE TODOS PODEM CHEGAR

 

Neste domingo, a Igreja no Brasil, celebra a vida de todos os que passaram neste mundo fazendo o bem: os Santos e Santas.

 

Na 1ª leitura veremos que João afirma que "via uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas que não se podia contar"(Ap 7,9). A santidade não é privilégio de algum grupo, mas um caminho aberto e proposto a cada ser humano. A santidade é a manifestação do amor de Deus em cada um de nós.

 

O evangelho apresentará a estrada da santidade: pobreza de espirito, os aflitos do Reino, os misericordiosos, os mansos, os que promovem a paz, aqueles que tem sede de justiça, os puros, os perseguidos por causa do evangelho, e Jesus concluirá: "alegrai-vos e exultai por que será grande a recompensa"(cf. Mt 5,1-12), como nos diz o Papa Francisco: "Santidade é entregar-se ao outro".

 

Na segunda leitura vemos que João, em sua carta nos afirma: " vede que grande presente Deus nos deu, sermos chamados seus filhos" (1Jo 3,1-3). Celebrar os santos é recordar de todos os que ao longo de sua vida se esforçaram para testemunhar as Bem-aventuranças.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco.


 

 
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