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Mensagens das Semanas Anteriores

“BENTIDA ÉS TU ENTRE AS MULHERES E BENDITO É O FRUTO DO TEU VENTRE”

Neste domingo celebramos a festa da Assunção de Nossa Senhora, proclamada pelo Papa Pio XII, em 1950. As leituras nos ajudam a compreender melhor esta solenidade.

O livro do Apocalipse, nos mostra que Maria é o sinal do bem, Ela foi e é o instrumento de Deus para nos libertar de todos os dragões, que simbolizam o mal (cf. Ap 11,19;12,1.3-6.10).

O evangelho, neste ano, apresenta o texto onde Maria vai visitar Isabel, sua prima. Maria nos mostra que o caminho da solidariedade humana. A solidariedade é uma manifestação do amor de Deus. Nas palavras de Isabel está o reconhecimento do significado da visita. O canto do Magnificat é o canto de gratidão de Maria diante das maravilhas que o Senhor realizou nela (cf. Lc 1,39-56).

A segunda leitura, Paulo, nos diz que se em Adão todos morreram, Em Cristo todos irão ressuscitar. Cristo, será o primeiro, depois os que pertencem a Cristo. Maria, por ter aceitado o encargo de ser a mãe de Jesus, recebe este prêmio, esta grande graça de ser elevado ao céu.

Neste domingo, nossa paróquia Santo Inácio de Loyola, celebra uma devoção mariana, trazida por migrantes italianos na Vila Mariana: Nossa Senhora do Mar, que neste ano celebra o seu 78º ano.

Também neste 3º domingo, rezemos pelas vocações religiosas, masculinas e femininas. Os carismas na Igreja são sinais de Deus no caminho do povo.


SERMOS VIGILANTES

O 19º domingo do tempo comum nos alerta para a questão da riqueza, não acumularmos riqueza que a traça corrói e o ladrão rouba, mas riquezas para o eterno. Para atingir este objetivo nos chama a sermos pessoas vigilantes, nos alertará a termos atitudes o empregado que espera o seu senhor voltar. Nos deixará ainda a pergunta: Onde está o teu coração? Nas coisas do mundo ou nas de Deus?

Na primeira leitura, vamos ler a palavra de um sábio, que nos dirá que os valores da vida somente se encontram em Deus. Convida-nos a termos os olhos voltados para frente e acreditar no que ainda não conseguimos ver, Vivermos para os valores duradouros não os efêmeros (cf. Hb 11,1-2.8-19).

No evangelho, encontraremos a exortação de Jesus sobre a riqueza e a vigilância. Nos adverte que o acumulo de riqueza apenas nos leva a destruição. A vigilância contínua nos coloca sempre diante de Deus. Estarmos sempre atentos como o empregado que espera o seu Senhor. (cf. Lc 12,32-48).

A segunda leitura nos mostrará o testemunho de Abraão e Sara, como exemplos de fé apresentados para todo crente. Buscar orientar a nossa vida nesta dimensão é fundamental para uma construção futura cf. Hb 11,1-2.8-19).

Na perspectiva do mês vocacional, neste domingo, lembramos a vocação matrimonial, lembrando a missão dos pais. Também somos convidados a rezar pela Família. Rezemos todos pelas nossas famílias.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 

 

PEDIR, PROCURAR E BATER: ATITUDES DE QUEM TEM FÉ.

Neste 17º domingo do tempo comum, algumas palavras ecoam de forma mais profunda a partir das leituras: a súplica e oração, manifestadas nas atitudes de pedir, procurar e bater.

A primeira leitura, nos mostra o encontro de Abraão com o Senhor. Ele implora e suplica ao Senhor para que não castigue seu povo, isto é, não elimine o justo por causa do ímpio. Abraão nos ensina a sermos perseverantes na oração cf. Gn 18,20-32).

No evangelho, temos dois momentos: primeiramente Jesus nos ensina a rezar o Pai Nosso, depois nos mostra o quadro do amigo que vai à procura de auxílio. Diante da insistência levantar-se-á para atender o amigo. Os apóstolos sentem a necessidade de rezar, por isso pedem a Jesus, que os ensine a rezar. No caso do amigo, veremos que precisamos ser persistentes na oração. Deus nos escutará pela teimosia do pedido (Lc 1,1-13).

A segunda leitura, Paulo nos dirá que a morte de Cristo nos libertou de uma culpa. No sacramento do batismo conquistamos uma nova condição, a vida nova, a ressureição (cf. Col 2,12-14).

Rezar é encontrar-se com Deus. Todos nós precisamos rezar. Quando rezamos encontramos descanso e paz. Por meio da oração escutamos os apelos de Deus e somos desafiados a assumir o projeto do Pai.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


MARIA ESCOLHEU A MELHOR PARTE

O 16º domingo do Tempo Comum deste domingo nos apresenta a situação onde Jesus é acolhido na casa de Marta e Maria. Marta, mesmo dando atenção a Jesus, está envolvida nos afazeres e Maria atenta a dar acolhida ao Mestre. Marta reclama da situação e Jesus adverte Marta: “Calma!”, afirmando que Maria escolheu a melhor parte. Vejamos as leituras;

A primeira, apresenta o episódio onde Abraão está descansando na sombra de um carvalho, e vê diante dele “três forasteiros”, acolhe-os e lhe dá hospitalidade. Veremos que Deus recompensará este gesto de acolhida, dando a ele um filho (cf. Gen 18,1-10).

No evangelho, nosso olhar se volta para o encontro de Jesus com Marta e Maria, onde jesus adverte Marta, e elogia Maria, por escolher a melhor parte (cf. Lc 10,38-42).

A segunda leitura, Paulo confessa sua alegria por estar servindo o evangelho, apresentando uma comunhão profunda com Jesus e diz que completa na sua carne os sofrimentos de Cristo Jesus (cf. Col 1,24-18).

Por muito tempo e ainda hoje este texto foi apresentado como o texto das pessoas ativas e contemplativas. Outra lição que podemos tirar: Importante as preocupações com a vida, mas há um alerta: Atenção para não nos deixar sufocar pelo ativismo sem buscar a força na oração, do encontro com Deus.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


O CAMINHO DA VIDA ETERNA

A liturgia deste 15º domingo do tempo comum busca responder uma pergunta: O que devo fazer para conquistar a vida eterna?. Vejamos o que dizem as leituras:

Na 1ª, vemos que este caminho começa por ouvir o Senhor. Sua Palavra está ao alcance de todos, ela está em sua boca e em seu coração. Na escuta da Palavra o começo de uma mudança (cf. Dt 30,10-14). Nestes últimos tempos temos constatado um desejo muito grande de conhecer a Palavra. Importante não fazermos leituras fundamentalistas.

O evangelho, que é o centro, apresenta uma situação: os conhecedores da lei, o sacerdote e o levita, ignoram o caído pelo caminho, mas o samaritano, dá a devida atenção. A conclusão de Jesus ao mestre da lei não poderia ser outra: “Vai e faze o mesmo” (cf. Lc 10, 23-37). São muitas as oportunidades de fazer o bem. Quando fazemos o bem aos outros, estamos conquistando a vida eterna.

A segunda leitura teremos, o texto de Paulo que recorda aos Colossenses, que Cristo é a referência, o centro, nele todas as coisas adquirem sentido (cf. Col 1,15-20).

Alargando o nosso horizonte constata-se que vivemos numa sociedade totalmente voltada ao universo individual, onde a marca do “ego” sobressai. Há uma completa falta de atenção a pessoa do outro.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


FALTAM OPERÁRIOS PARA A MESSE

O evangelho deste domingo tocará num grave problema das comunidades cristãs: A falta de pessoas disponíveis para ajudar na caminhada evangelizadora da Igreja.

Isaias, na 1ª leitura, convida a todos para que se alegrem com Jerusalém, pois o Senhor fará correr como um rio a paz, acolherá a todos como uma mãe acolhe seu filho e o Senhor estenderá sua mão (cf. Is 66,10-14).

No evangelho, Jesus escolhe e envia 72 para colaborar na evangelização: “ a messe é grande mas os operários são poucos”. Ao voltarem, relatam maravilhas de suas ações, mas Jesus os adverte para que não se alegrem por isso, mas porque seus nomes estão escritos nos céus (Lc 10,3).

Na segunda leitura, vemos Paulo fazendo uma confissão para os Gálatas: “me glorio somente na cruz de Cristo e nada me perturba, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus” (Gl 6,14).

Vivemos num tempo de forte individualismo e pouca sensibilidade com o que é comum. A impressão que se tem é que o ser humano perdeu o sentido do coletivo. A tragédia, o sensacionalismo, as desgraças do irmão parecem entorpecer o ser humano. As novas tecnologias aumentaram as informações, mas distanciaram as pessoas.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


 

 

 

FALTAM OPERÁRIOS PARA A MESSE

O evangelho deste domingo tocará num grave problema das comunidades cristãs: A falta de pessoas disponíveis para ajudar na caminhada evangelizadora da Igreja.

Isaias, na 1ª leitura, convida a todos para que se alegrem com Jerusalém, pois o Senhor fará correr como um rio a paz, acolherá a todos como uma mãe acolhe seu filho e o Senhor estenderá sua mão (cf. Is 66,10-14).

No evangelho, Jesus escolhe e envia 72 para colaborar na evangelização: “ a messe é grande mas os operários são poucos”. Ao voltarem, relatam maravilhas de suas ações, mas Jesus os adverte para que não se alegrem por isso, mas porque seus nomes estão escritos nos céus (Lc 10,3).

Na segunda leitura, vemos Paulo fazendo uma confissão para os Gálatas: “me glorio somente na cruz de Cristo e nada me perturba, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus” (Gl 6,14).

Vivemos num tempo de forte individualismo e pouca sensibilidade com o que é comum. A impressão que se tem é que o ser humano perdeu o sentido do coletivo. A tragédia, o sensacionalismo, as desgraças do irmão parecem entorpecer o ser humano. As novas tecnologias aumentaram as informações, mas distanciaram as pessoas.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


JESUS: “O CRISTO DE DEUS”

No evangelho deste domingo, Jesus quer ouvir aparentemente dos discípulos o que o povo diz dele. Mas o fim mesmo é saber como os discípulos o reconhecem: “E vós quem dizeis que eu sou?” Na primeira leitura, o profeta Zacarias preanuncia que sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém será derramado um espirito de graça, Diante dos que morrerem muitos irão chorar e os caminhos de Jerusalém serão purificados (cf. Zc 12,10-11;13.1). Jesus, no evangelho, quer ouvir de seus discípulos o que o povo pensa dele, mas Jesus quer ir mais longe: quer ouvir dos discípulos como eles o reconhecem? Estes dizem que “Ele, é o Cristo de Deus”. De fato, no reconhecimento de Cristo está a nossa fé. Jesus aproveita o momento e anuncia de que ele sofrerá, morrera e depois no terceiro dia vai ressuscitar. Depois comunica que quem quer segui-lo precisa assumir o caminho da cruz (cf. Lc9,18-24). Na segunda leitura, Paulo nos dirá que somos filhos de Deus se cremos em Jesus Cristo. Por isso somos todos irmãos. Entre nós não haverá mais diferenças. Nele seremos apenas um (cf. Gl 3,26-29). Que nossa fé cresça em Jesus, e que sejamos capazes de nosreconhecer como irmãos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


SANTISSIMA TRINDADE: UNIDADE, COMUNHÃO, FIDELIDADE

Neste domingo celebramos a festa da Santíssima Trindade. A festa da unidade, a comunhão e fidelidade.

As leituras irão nos ajudar a compreender este grande mistério: três pessoas, Pai, Filho e Espirito Santo, mas um só Deus.

Na primeira leitura, na personificação da sabedoria está toda a obra de Deus Pai: “O Senhor me criou, como primicia de suas obras”. Antes que fossem assentados os montes, feitos os luzeiros, quando tudo estava sendo preparado, aí eu estava” (cf. Pr 8,22-31).

O evangelho, com a promessa da vinda do Espirito Santo, a humanidade não ficará órfã. Mas ele ajudará a iluminar a mente humana para compreender tudo o que Jesus ao longo dos seus dias nos ensinou.

O homem não estará desamparado. No caminho da comunhão e fidelidade iremos compreender o grande mistério da Trindade (cf. Jo 16,12-15)

A segunda leitura Paulo nos dirá que justificados pela fé temos a paz. Mediados por Cristo, pela sua graça, podemos caminhar na esperança de que um dia conheceremos a gloria de Deus Pai. Em Jesus Cristo, somos capazes de superar todas as tribulações e nos mantermos vivos na esperança, que não decepciona (cf. Rm 5,1-5).

Todos os dias pela prática da caridade, alimentamos nossa esperança e participamos da glória da Trindade. Somos comunidade enquanto caminhamos como irmãos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


O SOPRO DA CORAGEM QUE IMPULSIONA PARA UMA IGREJA MISSIONÁRIA

Neste domingo celebramos o momento da confirmação da promessa de Jesus: “irei mas não vos deixareis órfãos”. Jesus, em comunhão com o Pai nos envia o Espirito Santo que vem agraciar com seus dons, iluminar nossa mente, dar ânimo às nossas forças, superar nossos medos e criar coragem em cada um de nós para sairmos em missão.

A primeira leitura relata que durante a festa de Pentecostes, no Antigo Testamento conhecida como a festa das Colheitas, o Espirito desceu, em forma de línguas de fogo, sobre os apóstolos impulsionando-os a ir para o mundo e evangelizar adaptando-se as diversas culturas. (cf. At 2,1-11)

O evangelho, de João nos relata que os discípulos estão escondidos numa sala por medo dos judeus. Mesmo tendo as portas fechadas, Jesus entra e sauda-os: “A paz esteja convosco, assim como o Pai me enviou eu envio vocês, e soprou sobre eles”, este é o sopro da coragem, da superação dos medos, da força da unidade, da compreensão que o evangelho não tem limites (cf. Jo 20,19-23).

A segunda leitura, Paulo afirma que reconhecemos Jesus pela presença do Espirito. Ele quem distribui os seus dons. A cada um é dado o seu dom, para que possamos formar a grande unidade( 1Cor 12.3-7.12-23).

Peçamos a Deus que nos cumule de dons para podermos construir um mundo novo.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 

Mensagem da Semana

QUEM GUARDA OS MEUS MANDAMENTOS MOSTRA QUE ME AMA

O sexto domingo da Páscoa continua a apresentação da temática do Amor e Jesus promete aos discípulos a vinda do Espirito Santo.

Na primeira leitura, Lucas nos mostra que o entusiasmo pelo anúncio do evangelho pode ocasionar situações conflituosas. Aprendemos dos apóstolos a forma como superar estes momentos: o caminho da reflexão, do diálogo. Quando nos deixamos guiar pelo Espirito Santo nossas decisões são sempre as mais acertadas (cf. At 15,1.22.-29).

O evangelho de João continua a insistência de Jesus sobre o mandamento do amor. O senhor nos dirá que manifestaremos este amor, se guardarmos os seus mandamentos. Ao guardarmos os seus mandamentos estaremos vivendo no seu amor. Assim como um ramo somente produz frutos se tiver ligado ao tronco, da mesma forma iremos produzir muitos frutos quando estamos ligados a Cristo. Tudo o que não for compreendido agora o Espirito Santo vos fará compreender (cf. Jo 14,23-29).

A segunda leitura, também João, nos apresenta a Jerusalém celeste, com muitas portas, que significam que a eternidade está aberta a todos que vivem o projeto de Jesus. A imagem da morada que “desce do céu”, nos mostra que o amor de Deus vem ao encontro do homem (Ap 21,10-14.22-23).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


NA PRÁTICA DO AMOR SOMOS RECONHECIDOS COMO DISCÍPULOS DE JESUS

No quinto domingo da Páscoa Jesus indicará para os seus discípulos e todos os que nele creem a forma de sermos reconhecidos: viver no amor. Vejamos as leituras:

A primeira leitura, o autor dos Atos, relata a volta de Paulo às comunidades onde ele tinha anunciado o evangelho, deixa anciões encarregados para animar as comunidades. Constatamos a propagação do cristianismo através de Paulo e Barnabé ( At 14,21-27), todos os que seguem Jesus são anunciadores do Reino de Deus.

O evangelho nos dirá como seremos reconhecidos no mundo: ”amai-vos uns aos outros, nisto sereis reconhecidos como meus discípulos” (cf. Jo 15, 35). Toda atitude carregada de amor, de justiça, da busca do bem comum revelam Deus. Jesus nos ensina que viver no amor não é criar ao nosso redor uma guerra. A falta de amor mata as esperanças. Jesus nos deixou o amor como caminho para construir um mundo melhor. Não construiremos um novo mundo pelo caminho da violência e da instrumentalização humana. Amor e vida caminham juntos.

A segunda leitura, o texto do Apocalipse nos mostrará a nova morada de Deus. Para lá irão todos aqueles que viveram o amor, que souberam vencer as tribulações. Nesta nova vivência, não teremos uma reprodução do que já vivemos, ali não existirá mais o sofrimento, a morte, tudo será novo ”eis que faço novas todas as coisas” (cf. Ap 21,1-5). O novo depende de todos nós. Cada um pode fazer a diferença.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


SOMOS OVELHAS CONDUZIDAS PELO GRANDE MESTRE: JESUS BOM PASTOR

Este 4º domingo nos mostra mais um rosto de Jesus: Pastor. Pastor é aquele que conhece suas ovelhas, elas o escutam e Ele dá sua vida por elas.

A primeira leitura, tirada dos Atos, nos informa que Paulo e Barnabé se encontram em Antioquia da Pisídia. Ali, uma grande multidão se reúne para escutá-los. A pregação, revolta os judeus, mas eles continuam firmes na pregação: “É necessário anunciar a Palavra de Deus” (cf. At 13, 14.43-52).

O evangelho, identifica as verdadeiras qualidades do Pastor: conhece as ovelhas, elas escutam sua voz e dá sua vida por elas (cf. Jo 10, 27-30). Cabe a cada um de nós perguntarmo-nos: quais são os pastores que escutamos hoje?

Na segunda leitura, João descreve que junto ao Cordeiro encontra-se um grande número de pessoas, todas vestidas de veste branca, elas são as ovelhas que seguiram o Pastor. Elas chegam, porque passaram pela grande tribulação (cf. Ap 7,27-30).

Hoje somos convidados a rezarmos pelo nosso Papa Francisco, para que continue sendo este grande exemplo de vida, indo ao encontro dos mais humildes, rompendo barreiras. Rezamos também para o nosso cardeal Dom Odilo e seus bispos auxiliares, para que continuem ajudando nosso povo de Deus. Rezemos também pelo nosso Pároco, Pe. Mário Pizetta, e nosso Vigário Pe. José Carlos.

Rezemos por todas as nossas lideranças, ser líder é exercer uma das missões do Pastor.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


AMAR E OBEDECER CAMINHAM JUNTOS

O terceiro domingo da Páscoa nos leva a dois momentos: Relato da aparição de Jesus e o diálogo de Jesus com Pedro. Os dois aspectos estão coligados, e carregam entre si uma comunhão. Amar será a condição para Pedro seguir Jesus e ao mesmo tempo obedecer, comportamento, que na sociedade atual, encontramos dificuldade para exercer.

Na 1ª leitura, vemos os apóstolos que respondem às autoridades que “antes devemos a obedecer a Deus, depois aos homens”. O projeto de Jesus é mais importante que uma simples submissão de poder (cf. At 5, 27-32.40-41).

O evangelho tem dois momentos: O primeiro momento onde o evangelista nos mostra os discípulos, depois da Ressureição, retornando às suas atividades da pesca, mas,  Jesus aparece diante deles, depois de pedir se eles possuíam algo para comer, e visto que nada tinham apanhado, disse: “ lançai as redes à direita da barca”. Por estar mais avançado no caminho da fé, João, reconhece ser o ressuscitado. Obedecem e voltam com uma quantidade enorme: 153 grandes peixes. Jesus come com eles. Para João evangelista esta é a terceira vez que Jesus aparece. O segundo momento é depois da refeição, quando Jesus pede a Pedro, por três vezes, se o amava, e Pedro chega a ficar triste. Jesus cobra de Pedro as três vezes que ele o nega. Depois disso Jesus  delega a Pedro: “Apascente o rebanho”. Apascentar é um ato de amor e obediência, exige abandono de si mesmo, para ir ao encontro do outro (cf. Jo 21,1-14).

Na segunda leitura, João descreve que ao redor do Cordeiro Imolado, estão milhares de criaturas: anjos, seres vivos, anciãos e todos cantavam e reconheciam que o Cordeiro é o Ressuscitado (cf. Ap, 5,11-14). Vemos portanto: quem ama, obedece. Quem obedece conquista muitos frutos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


 

 

O PODER DE PERDOAR

Este 1º domingo, depois da Pascoa, foi estabelecido por São João Paulo II, como o domingo da Misericórdia.“Recebei o Espirito Santo. A quem perdoar-des os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoar-des eles lhes serão retidos” (Jo20,22-23). Vejamos as leituras:

A primeira, relata que muitos eram os sinais realizados pelos apóstolos: doentes curados, espíritos maus espantados... Todos estes sinais serviam como testemunhas da fé no ressuscitado. Os apóstolos multiplicam os gestos de Jesus (cf.At5,12-16).

O evangelho apresenta dois momentos: No primeiro Jesus aparece e saúda a todos: “A paz esteja convosco” e derrama o Espirito Santo sobre os apóstolos: “Recebei o Espirito Santo.. ”Tomé não está com os apóstolos. Na segunda vez aparece novamente e saúda a todos e adverte Tomé, que não estava presente e manifestava dúvidas: “Não sejas incrédulo mas fiel”. A ressureição é um ato de fé, centro de nossa vida. Quando cremos nela somos novas criaturas (cf.Jo20,19-31).

Na segunda leitura, João, numa visão, recebe da parte de Deus a missão de escrever tudo o que viu, vê e verá” (cf.Ap1,9-13.17-19). A ressureição é um fato novo e é lenta a compreensão dos discípulos. Na medida em que ela é absorvida nos tornamos portadores de vida para nós e de modo especial para os outros.

Saibamos valorizar sempre a confissão como um momento de graça em nossa vida.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


“TIRARAM O CORPO DE JESUS! ”

FELIZ PÁSCOA é o que desejamos a todos vocês que que nos acompanham pelo site, Facebook, Rede Vila Mariana. Chegamos ao grande dia, a Ressureição do Senhor. Nos últimos três dias renovamos nossa adesão a Cristo revivendo momentos extraordinários: a caminhada quaresmal, a Ceia, onde Jesus instituiu a Eucaristia e nos ensinou a lavar os pés uns dos outros; acompanhamos Jesus no caminho do Calvário, e lá estivemos com ele junto à cruz, até a morte. Abatidos, não desistimos, aqui estamos para buscar a sua luz. As leituras deste domingo mostram quanto grande foi a alegria dos discípulos e do povo. Assim deve ser também nossa alegria.

Na primeira leitura, vemos Pedro totalmente transformado, testemunhando o relato da Paixão, Morte e Ressureição a todos os que o escutam. Cristo está vivo e caminha com todos nós (cf. At 10, 34-37-43).

O evangelho relata o episódio das mulheres, que de manhã cedo, foram ao túmulo e viram que a pedra havia sido retirada, elas informam a Pedro e João. Os dois correm. João, chega primeiro, mas espera Pedro. João entende o significado, Pedro é mais lento (cf. Jo 20, 1-9).

Na segunda leitura, Paulo, chama a todos que ressuscitaram com Cristo para buscar e alcançar as coisas do alto (cf. Col 3,1-4). A partir deste domingo o foco das nossas celebrações será a assimilação da experiência do ressuscitado.

FELIZ PÁSCOA A TODOS!

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR”

Com o domingo de Ramos iniciamos nossa caminhada rumo a Páscoa. A Páscoa não virá sem o caminho do Horto das Oliveiras, do Calvário e da cruz. As leituras deste domingo relatam a obediência de Jesus ao Pai. A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém marcará o início desta etapa decisiva.

O profeta Isaias, afirma que o “Servo Sofredor” não rejeitou o sofrimento, pelo contrário, “ofereceu as costas para baterem, e a face para arrancarem a barba,  e nem desviou o rosto dos bofetões e cusparadas” (cf. Is 50,6). O Servo tudo suporta porque sabe que Deus é o seu Auxiliador.

O evangelho relata a paixão, segundo o evangelista Lucas. Descreve o julgamento de Jesus e como comportavam-se seus inimigos. Jesus é acusado de subverter a ordem pública (cf. Lc 23,1-49).

A segunda leitura, de Paulo aos Filipenses, vemos que Jesus não se aproveitou da condição divina, mas assumiu o mundo humano, num gesto de rara grandeza(cf. Fl 2,6-11). Vamos lembrar:

QUINTA FEIRA SANTA: Missa da Ceia e lava Pés – 19 horas.

SEXTA FEIRA SANTA: Manhã: Adoração; 15,00: Celebração da Paixão; 19,00: Procissão pelas Ruas.

SABADO: Vigília Pascal às 19 horas.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


TIRAR DO PASSADO AS LIÇÕES E OLHAR PARA FRENTE

Neste último domingo da quaresma, somos interpelados a deixar para trás o que já passou e ter o olhar para frente. Jesus dirá a suposta mulher pecadora: “Vai e não peques mais”.

Na 1ª leitura, o Senhor dirá por meio do profeta Isaias, anuncia um novo tempo, não sendo mais necessário lembrar a ação do Senhor ao sufocar cavalos e cavaleiros que perseguiam os hebreus que fugiam do Egito, mas perceber que o Senhor abrirá novos caminhos, superará todas as dificuldades e dirá que este é o povo criado e ele cantará os meus louvores (cf. Is 43,16-21).

O evangelho, vemos mais um sinal de provocação dos judeus a Jesus: uma suposta mulher pecadora é apresentada. Ao ser interrogado pelos judeus, Jesus, escreve no chão e afirma: “Quem não tiver nenhum pecado que atire a 1ª pedra”, e todos foram embora, a começar pelos mais velhos. Depois voltando-se para a mulher disse: Alguém te condenou, ela disse não, eu também não te condeno, vai e não peques mais (cf. Jo 8, 1-11).

A segunda leitura, Paulo, dá um testemunho de sua descoberta de Cristo: “Tudo eu considerei um lixo, depois de conhecer a Cristo, esquecendo-me do que fica para trás, lanço-me para frente”(cf. Fl 3,8-14).

A quaresma nos convida a abandonar o que já passou, olharmos para frente com esperança, o Senhor caminhará com a gente.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


 

 
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