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Mensagens das Semanas Anteriores

“TIRARAM O CORPO DE JESUS! ”

FELIZ PÁSCOA é o que desejamos a todos vocês que que nos acompanham pelo site, Facebook, Rede Vila Mariana. Chegamos ao grande dia, a Ressureição do Senhor. Nos últimos três dias renovamos nossa adesão a Cristo revivendo momentos extraordinários: a caminhada quaresmal, a Ceia, onde Jesus instituiu a Eucaristia e nos ensinou a lavar os pés uns dos outros; acompanhamos Jesus no caminho do Calvário, e lá estivemos com ele junto à cruz, até a morte. Abatidos, não desistimos, aqui estamos para buscar a sua luz. As leituras deste domingo mostram quanto grande foi a alegria dos discípulos e do povo. Assim deve ser também nossa alegria.

Na primeira leitura, vemos Pedro totalmente transformado, testemunhando o relato da Paixão, Morte e Ressureição a todos os que o escutam. Cristo está vivo e caminha com todos nós (cf. At 10, 34-37-43).

O evangelho relata o episódio das mulheres, que de manhã cedo, foram ao túmulo e viram que a pedra havia sido retirada, elas informam a Pedro e João. Os dois correm. João, chega primeiro, mas espera Pedro. João entende o significado, Pedro é mais lento (cf. Jo 20, 1-9).

Na segunda leitura, Paulo, chama a todos que ressuscitaram com Cristo para buscar e alcançar as coisas do alto (cf. Col 3,1-4). A partir deste domingo o foco das nossas celebrações será a assimilação da experiência do ressuscitado.

FELIZ PÁSCOA A TODOS!

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR”

Com o domingo de Ramos iniciamos nossa caminhada rumo a Páscoa. A Páscoa não virá sem o caminho do Horto das Oliveiras, do Calvário e da cruz. As leituras deste domingo relatam a obediência de Jesus ao Pai. A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém marcará o início desta etapa decisiva.

O profeta Isaias, afirma que o “Servo Sofredor” não rejeitou o sofrimento, pelo contrário, “ofereceu as costas para baterem, e a face para arrancarem a barba,  e nem desviou o rosto dos bofetões e cusparadas” (cf. Is 50,6). O Servo tudo suporta porque sabe que Deus é o seu Auxiliador.

O evangelho relata a paixão, segundo o evangelista Lucas. Descreve o julgamento de Jesus e como comportavam-se seus inimigos. Jesus é acusado de subverter a ordem pública (cf. Lc 23,1-49).

A segunda leitura, de Paulo aos Filipenses, vemos que Jesus não se aproveitou da condição divina, mas assumiu o mundo humano, num gesto de rara grandeza(cf. Fl 2,6-11). Vamos lembrar:

QUINTA FEIRA SANTA: Missa da Ceia e lava Pés – 19 horas.

SEXTA FEIRA SANTA: Manhã: Adoração; 15,00: Celebração da Paixão; 19,00: Procissão pelas Ruas.

SABADO: Vigília Pascal às 19 horas.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


TIRAR DO PASSADO AS LIÇÕES E OLHAR PARA FRENTE

Neste último domingo da quaresma, somos interpelados a deixar para trás o que já passou e ter o olhar para frente. Jesus dirá a suposta mulher pecadora: “Vai e não peques mais”.

Na 1ª leitura, o Senhor dirá por meio do profeta Isaias, anuncia um novo tempo, não sendo mais necessário lembrar a ação do Senhor ao sufocar cavalos e cavaleiros que perseguiam os hebreus que fugiam do Egito, mas perceber que o Senhor abrirá novos caminhos, superará todas as dificuldades e dirá que este é o povo criado e ele cantará os meus louvores (cf. Is 43,16-21).

O evangelho, vemos mais um sinal de provocação dos judeus a Jesus: uma suposta mulher pecadora é apresentada. Ao ser interrogado pelos judeus, Jesus, escreve no chão e afirma: “Quem não tiver nenhum pecado que atire a 1ª pedra”, e todos foram embora, a começar pelos mais velhos. Depois voltando-se para a mulher disse: Alguém te condenou, ela disse não, eu também não te condeno, vai e não peques mais (cf. Jo 8, 1-11).

A segunda leitura, Paulo, dá um testemunho de sua descoberta de Cristo: “Tudo eu considerei um lixo, depois de conhecer a Cristo, esquecendo-me do que fica para trás, lanço-me para frente”(cf. Fl 3,8-14).

A quaresma nos convida a abandonar o que já passou, olharmos para frente com esperança, o Senhor caminhará com a gente.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


 

 

“ESTE MEU FILHO ESTAVA MORTO E RETORNOU A VIDA”

 

O quarto domingo da Quaresma, Ano C, através da narrativa do Filho Pródigo, nos traz o lado misericordioso de Deus: Nos dá a liberdade para agirmos, e mesmo quando erramos nos acolhe.

A primeira leitura, por meio do livro de Josué, lembra que após o povo de Israel ter chegado a Terra prometida celebra a Páscoa, servindo-se dos primeiros produtos da terra, substituindo o Maná (cf. Js 5,9-12).

O evangelho, apresenta a parábola do Filho Pródigo, elucidando vários particulares: Inicialmente o pai concede ao filho o que ele pediu: a parte da herança que lhe cabia; depois, relata a experiência vivida pelo filho e seu arrependimento. Na sequência, a decisão de voltar a casa do Pai, e confessar o seu pecado, a grande atitude do pai: acolher o filho que volta. No entanto, o filho mais velho protesta diante do que acontece. O pai o adverte: “Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu.. ele estava morto e tornou a viver”. De cada uma dessas partes podemos tirar lições para a vida: Deus não interfere nas nossas opções que fazemos ao longo da vida, mas nos acompanha. Quando estamos na fartura, temos um grande número de amigos, no entanto a fartura um dia termina, e caímos na real. Não existe outro caminho senão voltar para a casa do Pai. Vem o arrependimento, a consciência do pecado. O filho mais velho não entende o sentido da misericórdia, acha um absurdo o comportamento do pai (cf. Lc 15,1-3.11-32).

A segunda leitura, da 2ª carta aos Corínthios, Paulo dirá que “em Cristo somos novas criaturas”, por isso seu grande apelo: “reconciliai-vos com Deus”. Com a presença de Deus podemos nos engajar mais facilmente nas políticas públicas para dar vida nova aos outros (2Cor 5,17-21)

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


DEUS É PACIENTE EM NOSSO CAMINHO DE CONVERSÃO

Neste 3º domingo da Quaresma, ano C, vamos encontrar um forte apelo de conversão, de mudança de vida. No evangelho, após uma advertência de conversão, encontramos a parábola da figueira, o lado paciente de Deus. O Senhor nos dá tempo para nossa conversão.

A primeira leitura nos mostra o encontro do Senhor com Moisés, onde escuta: “Eu, vi a aflição do meu povo, vi o clamor devido a dureza dos seus opressores, e resolvi descer e libertá-los”. Encontramos da parte de Deus a sensibilidade diante do sofrimento. Nosso Deus é um Deus libertador (cf. Ex 3,1-8.13-15).

O evangelho, apresenta dois momentos: a primeira parte possui as referências históricas (o sangue derramado por Pilatos e a torre derrubada) contém uma ameaça. E Jesus ainda diz: “se não vos converterdes, perecereis todos do mesmo modo” (Lc 13,5). A segunda parte relata a parábola da figueira, onde o dono por três anos procurava figo, e não encontrava. O dono queria cortar o pé, mas o vinhateiro pediu mais um tempo para que pudesse trabalhar a terra ao redor da figueira. Vemos, portanto, uma bela lição de vida. Transformações podem sempre acontecer na vida das pessoas. Precisamos ir ao encontro dos outros oferecendo novas oportunidades (cf. Lc 13,1-9).

A segunda leitura, Paulo relembra a comunidade, a experiência vivida pelo povo de Israel, muitos receberam o batismo de Moises, mas depois esqueceram, se distanciaram. Paulo, afirma que temos necessidade de estarmos sempre vigilantes e firmes no caminho (cf. 1 Cor 10,1-6.10.12).

O caminho do seguimento de Jesus é contínuo.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 


JESUS CHAMA DISCIPULOS PARA A GRANDE EXPERIÊNCIA.

Neste segundo domingo da Quaresma, somos chamados a ir para o monte Tabor e contemplar a grande transformação. Diante do que vê Pedro não quer mais retornar a planície.

Na 1ª leitura, Deus chama Abrão para um encontro. Desse diálogo nasce aliança com seus descendentes, Deus promete a Abrão, já idoso, que sua descendência será numerosa como as estrelas do céu. Um grande desafio para Abrão (cf. Gn 15,5-12.17-18).

No evangelho, Lucas apresenta a narrativa da Transfiguração: Jesus leva Pedro, Tiago e João para o alto da montanha para rezar e transfigura-se. Pedro não quer mais vir embora, quer permanecer ali. Com Jesus aparecem Moises e Elias, para significar que Jesus continua a história de amor de Deus com as criaturas. Para que isto aconteça, é necessário reconhecer, escutar e praticar o que ele tem a dizer. Na oração acontecem as grandes revelações de Deus (cf. Lc 9,28-36).

Na segunda leitura, Paulo, chorando, convida a comunidade de Filipo a imitá-lo, como ele é Cristo. Paulo denuncia que alguns não estão vivendo como ele tinha ensinado, são “inimigos da cruz de Cristo”. Paulo recomenda, que como cidadãos do céu, aguardamos a vinda definitiva de Cristo, que realizará a grande transformação (cf. Fl 3,17-4,1).

Entre as muitas conclusões deste 2º domingo da Quaresma, uma delas pode ser: “O caminho da oração é o grande segredo para vislumbrar os caminhos de Deus”.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


QUARESMA: TEMPO DE APRENDER A VENCER AS TENTAÇÕES

Na última quarta-feira, com as cinzas, iniciamos o tempo quaresmal. A palavra de Deus, neste dia, nos chamava para a conversão: “ rasquem o coração não as vestes”(Jl 2,13); “deixai-vos reconciliar com Deus”(2Cor 5,20b) e “caridade, oração e Jejum,”(Mt 6, 6.16-16), como os exercícios à conversão. Neste domingo, 1º da Quaresma, vemos:

A primeira leitura, Moises recorda as diversas etapas do caminho percorrido pelo povo de Israel até chegar a terra prometida: a formação deste grupo, a libertação da escravidão do Egito, a passagem pelo deserto, e a chegada da terra prometida. Recordar faz sempre bem, voltar às origens melhor ainda (Dt 26, 4-10).

O evangelho nos apresenta Jesus no deserto ensinando-nos a superar as tentações do ter, poder e ser. “Não só de pão vive o homem; Adorarás apenas o Senhor teu Deus; Não tentarás o Senhor”. São as três grandes linhas condutoras escutadas neste domingo. O deserto gera medo, sensação de impotência e o momento onde aprecem as maiores tentações. Fazem parte das tentações tudo o que nos desvia do caminho de Deus. As tentações de Jesus são também as nossas tentações (cf. Lc 4,1-13).

Na segunda leitura, Paulo, dirá que “todo aquele que crer, não será confundido”. A confusão que às vezes formamos é resultante de nossas dúvidas e fraquezas (Rm 10,8-13).

Em todos os momentos do caminhar humano estamos sujeitos às tentações. Elas convivem com a gente. Um dia, alguém mais perto de Deus do que eu, fez o seguinte comentário: “o demônio não gosta de tentar os fracos”.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 


ATENÇÃO: UM CEGO NÃO PODE GUIAR OUTRO CEGO

Neste domingo a liturgia nos convida a fazer um olhar todo especial sobre nós mesmos e nos avaliar como estamos vivendo o nosso caminho de fé.

Na 1ª leitura utilizando uma linguagem do mundo, a peneira, que separa as sujeiras e salva as sementes, o autor sapiencial nos alerta para não fazermos juízos precipitados ao vivenciarmos situações existenciais, necessário ouvir as pessoas primeiro. Nos alerta o texto sagrado: “o fruto revela como a árvore foi tratada”, portanto, nossa fala é reveladora de quem somos. (cf. Ecl 27,5-8).

No evangelho, Jesus adverte os discípulos através de três fortes afirmações: “um cego não pode guiar outro cego”, “um discípulo não pode ser superior ao mestre”, “antes de tirar o cisco do olho do teu irmão, tira primeiro o que existe em teu olho”. Jesus pede um olhar profundo para dentro de si mesmo. Jesus também nos diz: “não existe árvore boa que produza frutos maus” (cf. Lc 6,39-45).

Na segunda leitura, Paulo afirma que a ressureição de Jesus é a grande vitória sobre a morte. ”Ó morte, onde está a tua vitória? ”, “a morte foi tragada pela vitória”, por isso Paulo nos diz: “permaneceu firmes emprenhando-se na obra do Senhor” (cf. 1Cor 15,54-58).

A correção fraterna primeiro exige que a pessoa olhe primeiro para dentro de si mesmo, veja os frutos que está produzindo, depois pode ir ajudar o seu irmão.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 

Verdadeira Misericórdia: Amar os Inimigos!

 

O 7º domingo do tempo Comum, ano C, nos apresenta o verdadeiro sentido da misericórdia de Deus: que nossos comportamentos não sejam vingativos e que sejamos verdadeiramente irmãos. 

A primeira leitura, de 1Sm, relata o episódio que Davi podia ter eliminado a vida de Saul, mas não permitiu que assim fosse feito, pois “ele era um Ungido”. Assim também nós humanos não podemos sair matando pessoas (cf. 1Sm 26, 2-9.12-13.22-23). 

No evangelho, encontramos a continuidade do discurso de Jesus na planície, onde Jesus através de uma série de afirmações, mostra o verdadeiro sentido daqueles que o seguem: viver a misericórdia divina: amar os inimigos (Lc 6,27-38). 

Na segunda leitura, o apóstolo Paulo, nos explicará a questão do homem terrestre e do homem celeste. O homem terrestre é o homem do mundo, o Adão, feito da terra, enquanto que o homem celeste é o homem espiritual, o que busca identificar-se a Cristo ressuscitado, uma nova criatura (1Cor 15,27-38). 

Vemos então que o reino de Deus não pertence aos violentos, mas daqueles que vivem a misericórdia, o perdão, aqueles que se esforçam para construir a fraternidade humana, um caminho de paz. 

Pe. Mário Pizetta - Pároco


O DOMINGO DOS CONTRASTES DO NOSSO DIA A DIA

Neste 6º domingo do Tempo Comum, temos como ponto central a apresentação das Bem-aventuranças por parte de Lucas onde Jesus adverte-nos sobre dois caminhos: o da Bênção e o da Maldição.

Na leitura de Jeremias vemos a contraposição entre aqueles que confiam no Senhor e aqueles que confiam nas próprias forças, aqueles que querem ser autossuficientes, uma vida que dispensa Deus (cf. Jer 17,5-8).

No evangelho, Lucas mostra que os benditos: pobres, famintos, aqueles que choram, os perseguidos, os odiados devem alegrar-se, mas “os ricos”, não terão a mesma sorte: ”aí de vós”(cf. Lc 6,17.20-26).

Na segunda leitura continuamos na reflexão de Paulo. Este nos dirá que se não acreditarmos na ressureição de nada adiantaria a nossa fé. Com isto o apóstolo está nos dizendo que nossa crença na ressureição é o ponto central de todo nosso viver. A Ressureição é base de nossa fé (cf. 15,12.16-20).

A bem-aventurança é o caminho da bênção enquanto que o caminho da autossuficiência é o caminho do individualismo, consequentemente da maldição.

Busquemos sempre o caminho da bênção que vem de nossa confiança no senhor.


AVANÇAR PARA AGUAS MAIS PROFUNDAS PARA SER PESCADOR DE HOMENS

Jesus, neste 5º domingo do tempo comum, nos faz um grande apelo: ”avançar para águas mais profundas”, para sermos evangelizadores. Vejamos o quadro das leituras:

Isaias, na 1º leitura, apresenta a visão que teve do Senhor. Sente-se confuso no que escuta e vê. Um serafim coloca em sua boca uma brasa que o purifica. A partir disso, Isaias responde ao Senhor: “Aqui estou! Envia-me”. (cf. Is 6,1-6). Cada um de nós recebe de Deus uma missão. Cada batizado é convidado a ser um enviado.

No evangelho, Lucas nos mostra uma grande multidão que queria ouvir Jesus. Jesus vê duas barcas, sobe em uma que era de Pedro, e pede a este: ”avança para aguas mais profundas”. Pedro compreenderá que avançar para águas mais profundas é condição básica para colher frutos na evangelização. Pedro queixa-se que havia trabalhado a noite toda e nada tinha pescado, mas em atenção à sua palavra lançaria as redes”. Avançar para aguas mais profundas quer dizer sair do comodismo, da zona de conforto. Para compreender o projeto de Jesus precisamos abandonar o que fazemos, trocar de mundos, no caso de Pedro o mundo do mar para o mundo dos homens (cf. Lc 5,1-11).

Na segunda leitura, Paulo testemunha a origem de sua pregação, que tudo o que fez foi pela graça de Deus (“ sua graça não foi estéril”). Paulo reconhece ser o menor de todos os apóstolos, confessa aos habitantes de Corinto a fé na ressureição, é nela que coloca toda a força do seu anúncio (cf. 1Co 15,1-11).

Pe. Mário Pizetta - Pároco


O CAMINHO DO PROFETA

A liturgia do 4º domingo do tempo comum, ano C, nos convida a refletir o “caminho do profeta”: caminho de desafios, sofrimento, solidão, risco, mas também caminho de paz e de esperança, porque é um caminho onde Deus está. O profeta nunca será abandonado: “não temas, porque Eu estou contigo para te salvar”.

Na primeira leitura encontramos a figura do profeta Jeremias. Escolhido, consagrado e constituído profeta por Javé. Jeremias, vai passar por todo o tipo de dificuldades, mas não desistirá de concretizar a sua missão e de tornar viva a Palavra de Deus no meio dos homens (cf. Jr 1,4-5.17-19).

O Evangelho apresenta-nos Jesus, como profeta, em Nazaré. Jesus não é reconhecido, sofre o desprezado pelos habitantes de sua terra. Eles esperavam um Messias extraordinário, forte, poderoso, dominador. Não entenderam a proposta profética de Jesus (cf. Lc 4,21-30).

Na segunda leitura, Paulo, depois de ter nos mostrado que formamos um corpo, que recebemos dons diferentes. Paulo vai nos dizer que o amor é a base de toda nossa relação, essência da vida cristã. O Papa Francisco, na meditação na vigília com a juventude, afirma: “só o que se ama pode ser salvo”. O caminho do profeta é um caminho de assunção de fragilidades e de esperanças, precisamos sempre caminhar, não importando as dificuldades (1Cor 12,31-13,13).

Pe. Mário Pizetta - Pároco

 

A MISSÃO JESUS: ANUNCIAR A PALAVRA AOS POBRES

O 3º domingo nos mostra a missão de Jesus: anunciar a boa nova aos pobres...

A 1ª leitura relata a experiência em que o sacerdote Esdras promulga ao povo a Lei, este se põe a ouvir e todos buscam estabelecer um compromisso. A Palavra de Deus é vida, é luz para todos. (cf. Ne 8,2-6.8-10)

No evangelho, lemos o início dos evangelho de Lucas, este, quer dar maior solidez ao que escreve. Usa o nome de Teófilo, que quer dizer amigo de Deus. Jesus, em Nazaré, dirige-se a sinagoga. Recebe o livro, abre-o e lê: “O espirito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres, proclamar a libertação aos cativos, recuperar a vista aos cegos, libertar os oprimidos e proclamar o ano da Graça” e depois disse: “Hoje se cumpriu esta passagem que vocês acabam de ler” (cf. Lc 1,1-4; 4,14-21).

Na segunda leitura, o apóstolo Paulo continuará falando sobre a organização da comunidade cristã, usando o exemplo dos membros do corpo, onde todos os membros são importantes, um precisa do outro para sobreviver e construir a unidade (cf.1Cor 12,12-30). Saibamos colocar nossos dons a serviço da comunidade. Sozinhos não fazemos nada.

Pe. Mário Pizetta - Pároco


 JESUS SURPREENDE OS NOIVOS E MANIFESTA SUA GLÓRIA

O segundo domingo do tempo comum, ano C, nos traz o milagre das Bodas de Cana. Revela o grande amor que Deus pelo seu povo trazendo alegria a todos. Jesus também manifesta a sua glória solidarizando-se com os noivos.

Na primeira leitura o profeta Isaias, fala ao povo que volta do exílio da Babilônia. Mostra o grande amor de Deus: “Não será mais chamada de Abandonada, Deserta, mas dirá Minha Predileta”. Bem casada, a nova Jerusalém, será como a noiva, alegria do noivo (cf. Is 62,1-5).

O evangelho, apresenta Jesus num casamento, Maria, está presente, e como mãe, sente as necessidades e avisa os serventes para que façam tudo o que Jesus pedir. Vindo a faltar vinho, o que seria uma humilhação aos noivos, Jesus transforma a água em vinho. O mestre sala prova o vinho e leva ao noivo e lhe diz: “Tu reservastes o melhor vinho até agora”(cf. Jo 2,1-11). Ao realizar este milagre, o primeiro, Jesus manifesta a sua glória e trás alegria a sua festa. Jesus sempre nos surpreende, de modo especial quando nos abrimos para ele.

A segunda leitura, Paulo nos apresenta os carismas, como verdadeiros sinais do amor de Deus. Deus nos enriquece na vivência social com seus dons. Somos pessoas com modos de ser diferentes,  cada um enriquece o grupo com seu jeito de ser. Cada dom manifestado torna a comunidade mais sólida. Dons que se integram e complementa-se. O importante é cada um colocar-se a serviço do outro criando a unidade.


BATISMO DE JESUS: “TU ÉS O MEU FILHO AMADO”

Neste domingo, com o Batismo de Jesus, estamos encerrando o tempo do Natal. A liturgia da palavra, nos ajuda a compreender este grande momento.


Na 1ª leitura, dos Atos, Isaias nos apresenta a grande missão do Messias: “Eu, o Senhor, te chamei para justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí, como centro de aliança do povo, luz das nações, para abrir os olhos aos cegos, tirar os cativos da prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas”(Is 42,1-4.6-7).

O evangelho, lido em Lucas, nos mostra as dúvidas que haviam na cabeça do povo com relação a João Batista. Todos pensavam de que ele seria o Messias, mas Jõao declara: “Eu batizo com água, mas virá aquele que é mais forte de que eu, eu não sou digno nem desamarrar as suas sandálias...Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo., enquanto batizava a Jesus uma voz assim falava: “ Tu és o meu Filho amado, em ti eu ponho o meu bem-querer”( cf. Lc 3,15-16.2122)

A segunda leitura, encontramos as palavras de Pedro, onde nos diz: ”que Deus não faz distinção de pessoas. Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença”(cf. At 10,35-36). Duas fontes da verdadeira sabedoria que nos fazem ser pessoas felizes: Temor a Deus e a prática da justiça.

O Batismo nos integra na vida da comunidade e, junto com todos que vivem o seguimento de jesus, ajudar na construção de um mundo mais justo, abrindo os olhos aos cegos e libertando os que jazem nas trevas.

Um bom começo de Ano para todos os que nos seguem no site

Pe. Mário Pizetta - Pároco

 

“O ENCONTRO DE DUAS MÃES E DUAS CRIANÇAS TRAZEM ESPERANÇA”

O quarto domingo do advento, onde acendemos a vela branca, nos mostra a visita de Maria a sua prima santa Isabel, o encontro de duas mães que trazem esperança, pois trazem em seus ventres sinais vivos de um novo mundo.

Miquéias, anuncia que Belém permanecerá no abandono até o dia em que uma mulher dará à luz. Esta criança apascentará o rebanho, não vai recuar e trará a paz para todos (cf. Mq 5,1-4).

O evangelho nos mostra o encontro de Isabel e Maria. Escutaremos neste domingo, da boca de Isabel, a identificação de Maria: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito  o fruto do teu ventre”. Isabel, afirma não merecer esta visita e proclama afirmando: “Bem-aventurada aquela que acreditou” (cf. Lc1,39-45).

A segunda leitura, a carta aos Hebreus nos diz que Jesus não veio repetir sacrifícios e holocaustos, como no passado, mas veio fazer a vontade de Deus. “Eu vim para fazer tua vontade” (cf. Hb 10,5-10).

Cada pessoa que acredita no Senhor, tem uma nova contribuição para o mundo.

FELIZ NATAL E UM NOVO ANO REPLETO DE MUITAS BÊNÇÃOS

OBRIGADO POR VOCÊ PRESTIGIAR NOSSO SITE

Pe. Mário Pizetta - Pároco


ALEGRAI-VOS: O SENHOR ESTÁ PRÓXIMO

 

O terceiro domingo do Advento, nos apresenta a cor rosa, para manifestar a nossa alegria pela vinda do Salvador. A Palavra proclamada vai nos ajudar na compreensão de toda esta alegria.

SOFONIAS, na primeira leitura, usa palavras fortes: “canta de alegria, rejubila povo de Israel, não te deixes levar pelo desanimo, o Senhor está no meio de tí”. São todas palavras que nos convidam a perceber um novo tempo (cf. Sf 3,14-18).

Lucas, no evangelho, mostra que uma diversidade de pessoas se aproximavam de João Batista, todos ficavam admirados e perguntavam-se diante do que escutavam: “o que devemos fazer?”. João Batista tocava em pontos fortes: a solidariedade, a ética, e o emprego da violência. A pregação de João Batista tocava as pessoas e muitos até interrogavam-se: não seria ele o Messias? O texto ainda nos mostra a grande humildade de João: “Eu batizo com água, mas depois de mim virá aquele que eu não sou digno de desamarrar as suas sandálias, ele vos batizará no Espírito” (cf. Lc 3,10-18).

A segunda leitura, de Paulo aos Filipenses, o apóstolo convida a comunidade a: “alegrai-vos no Senhor”, pois o Senhor está próximo (cf. Fl 4,4-7).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


PREPARAI O CAMINHO DO SENHOR

Neste segundo domingo do Advento, quando acendemos a vela vermelha, dirigimos nosso olhar a João Batista, filho de Zacarias, que convoca a todos para um batismo de conversão, preparar os caminhos para receber o Senhor que vem.

Na primeira leitura o profeta Baruc pede a Jerusalém que afaste a veste do luto e da aflição, e revista-se da glória que vem de Deus, olhe para o oriente, onde o Senhor abaixará todos os altos montes. Que não perca a esperança de dias melhores de onde virá a misericórdia e a justiça (cf. Bar 5,1-9).

O evangelho de Lucas, num primeiro momento nos mostra a organização do poder Romano na Palestina no decimo quinto ano do império de Tibério Cesar, depois, nos mostra que a palavra de Deus foi enviada a João, filho de Zacarias, que convocava o povo para a conversão, lembrando as palavras de Isaias: esta é a voz que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor (cf. Lc 3-6).

Na segunda leitura escutamos como Paulo se alegra com a comunidade que acolhe a palavra do Senhor. O apóstolo pede ao Senhor que faça crescer sempre mais o amor, o conhecimento e experiência para discernir o que é melhor fazer para produzir os frutos da justiça (cf. Fl 1,4-6.8-12). A liturgia, por meio do precursor, nos pede uma mudança de mentalidade.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


ADVENTO: UM TEMPO DE CRIAR ESPERANÇAS

Iniciamos neste domingo um novo Ano Litúrgico, o  Advento, um tempo de reviver o mistério da Encarnação e renovar nossas esperanças. Jesus vem habitar em nosso meio.

A primeira leitura, do profeta Jeremias, nos diz que do rebento de Davi Deus fará surgir aquele que virá para estabelecer a justiça, trazer a paz, à vida às pessoas (cf. Jr, 33,14-16).

O evangelho proclamado tem  duas partes: a primeira Jesus anuncia a destruição de Jerusalém pelo poder romano. A segunda Jesus nos convida a manter-nos numa atitude de oração e vigilância. Este comportamento nos ajudará a permanecer firmes e de cabeça erguida. Não perderemos a sensibilidade das coisas de Deus (cf. Lc 21,25-28.34-36).

A segunda leitura Paulo apresenta o amor como base de  todas as relações a serem vividas na comunidade, pois quando praticamos o amor construímos uma santidade perfeita  e agradamos a Deus (cf. 1Ts 3,12-4,2).

Neste tempo do Advento vamos buscar dar a nossa vida mais esperança assumindo uma atitude de oração e vigilância constante.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 
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