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Mensagens das Semanas Anteriores

“ELEVADA A GLÓRIA DO CÉU”

Estas palavras nós as encontramos no prefácio da missa que celebramos neste domingo: Assunção de Nossa Senhora, a grande festa Mariana. Neste final de semana temos a missa da vigília, sábado, e a missa da festividade, domingo. Nosso pensamento volta seu olhar para a liturgia dominical.

A primeira leitura nos mostra dois grandes sinais: o primeiro, “Uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo de seus pés, e uma coroa de doze estrelas” ( Ap 12,1). Essa mulher é Maria que se apresenta como o grande sinal para o mundo. O segundo, “um dragão, cor de fogo, com sete cabeças, dez chifres, e sobre a cabeça sete coroas” (Ap 12,3), Esse é o mal, que se coloca para confrontar todas as ações do bem. Coloca-se diante da mulher para matar o filho que estava para nascer, mas o filho foi levado para junto de Deus, a mulher para o deserto. Ouve-se o grande grito: “realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus”.

O evangelho relata o encontro de Maria com a sua prima Isabel. Nos ensina a solidariedade de Maria. O cântico da Magnifica é a exultação da que mostra a realeza de Jesus. A visitação é um exemplo de “Igreja em saída” (cf. Lc 1,39-56).

A segunda leitura, Paulo nos falará da realeza de Cristo, Tudo será colocado debaixo de seus pés (cf. 15,20-27).

A paróquia Santo Inácio, neste domingo celebra uma devoção Mariana trazida da Itália, Nossa Senhora do Mar, celebrada a 77 anos. Haverá procissão às 10 horas seguida da missa.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“QUEM COMER DESTE PÃO VIVERÁ ETERNAMENTE”

Prosseguimos neste domingo, dia dos pais, a refletir “Jesus é o pão da vida”.

Na primeira leitura veremos a experiência de Elias, que tomado pelo cansaço deita-se sob um junipero à espera da morte. O Senhor o alimenta, mas Elias volta a dormir, o Senhor o acorda novamente, alimenta-o e pede para que prossiga o caminho até o Sinai ( 1Rs19,4-8).

No evangelho, os judeus murmuram diante do discurso de Jesus sobre Ele ser “o pão da vida”, mas este ainda continua: “quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida no mundo” (cf. Jo 6,41-51). Para compreender que Jesus é pão precisamos acolher a pessoa de Jesus, suas palavras, gestos e atitudes. No acolhimento, sem restrições, entendemos o significado de “minha carne”.

Na segunda leitura Paulo faz uma série de recomendações à comunidade e pede a eles que vivam no amor de acordo como Cristo nos amou” (cf. Ef 4,30-5,2). Para viver no amor necessitamos afastar todo tipo de irritação, cólera, gritaria, injurias e sermos imitadores de Cristo. Paulo, nos pede para sermos imitadores de Deus, como filhos que ele ama.

Pe. Mário Pizetta, ssp

Pároco


JESUS É O PÃO DA VIDA

Depois de ter feito a multiplicação dos pães e distribuído com fartura ao povo. Jesus vai afirmar que “Ele é o pão da vida”. Das leituras propostas deste domingo podemos ver:

O texto do livro do Êxodo nos mostra o descontentamento do povo no caminho à terra prometida. Moises escuta o povo e intercede ao Senhor, que o atende enviando o maná: “ Isto é o pão que o Senhor vos deu como alimento” (Ex 16,2-4.12-15).

O evangelho, relatado por João, nos revela que o povo vai procurar Jesus. Quando o encontra fazem perguntas a Jesus, no que afirma: “Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna e que o Filho do homem vos dará” (cf. Jo 6,27).

Na segunda leitura, o apostolo Paulo nos alertará que para alcançarmos a Cristo precisamos nos “despojar do velho homem”, e buscar o novo homem (cf. Ef 4,17.20-24).

Neste domingo, veremos que Jesus é fonte de vida, é o verdadeiro alimento para a vida eterna.

As leituras sobretudo no evangelho, nos adverte de que Jesus não é um supermercado ou farmácia mas fonte de vida para o homem que abre caminhos para uma vida nova.

No mês de agosto, rezamos pelas vocações, neste primeiro domingo rezamos pela vocação do padre. Rezemos por todos os sacerdotes que passaram pela nossa vida.

Pe. Mário Pizetta, ssp

Pároco

 

 

“OVELHAS SEM PASTOR”

Neste domingo, o 16º do tempo comum, ano B, veremos a primeira atitude daquele que segue Jesus: Compaixão. Este comportamento é uma forma nova de olhar o outro, um verdadeiro gesto de amor.

A primeira leitura, tirada de Jeremias, é uma advertência aos maus pastores, aqueles que escolhidos para serem pastores do povo não cuidam do rebanho, abandonam o povo, apenas instrumentalizam aqueles que lhe servem. São verdadeiros exploradores do povo, estes são os maus pastores. (cf. Jr 23,1-6).

No evangelho, Marcos registra a volta dos discípulos que tinham sido enviados em missão. Jesus convida os discípulos para um lugar deserto, lugar do silencio para descansar e avaliar o trabalho desenvolvido. Jesus deixa claro que o descanso é necessário, assim como o refletir sobre a missão. Ao olhar para aquela multidão sentiu compaixão. A compaixão é uma porta para o caminho da conversão. (cf. Mc 6,30-34).

Na segunda leitura, Paulo dirá a comunidade de Éfeso, que Cristo rompeu com os murros, libertou-nos do pecado e nos deu uma nova condição: em Cristo somos novas criaturas (cf. Ef 2,13-18).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


JESUS NÃO TRABALHA SOZINHO, CHAMA COLABORADORES

O 15º domingo do tempo comum, ano B, vemos no evangelho de Marcos que Jesus chama e envia pessoas para colaborar com ele no anúncio do Reino. A evangelização não pode ser um ato individualista, mas comunitário. Deus nos chama à comunhão.

Na 1ª leitura, Amós, reconhece que ele é apenas um simples pastor e cultivador de sicômoros, no entanto, o Senhor o chamou: “Vai profetizar para Israel meu povo” (Am 7,12-15). Ser profeta exige coragem, ousadia e muita confiança no Senhor. Despertamos o sentido do profetismo na medida que nos envolvemos com a realidade, onde constatamos as injustiças, o desprezo humano, nestes espaços nasce a indignação.

No evangelho Jesus recomenda aos discípulos que não levem nada além do necessário. Desfazer-se totalmente de tudo para apenas sentir a confiança do Senhor (cf. Mc 6,7-13). Jesus pede aos discípulos confiança e disponibilidade. Jesus alerta também para os possíveis riscos que todo o discípulo vai enfrentar.

Evangelizar, anunciar Jesus não é uma tarefa fácil.

Na segunda leitura, Paulo nos diz que Cristo nos chamou à santidade, nos fez conhecer os grandes mistérios da nossa fé, nos designou a sermos seus filhos adotivos, pelo seu sangue fomos libertos e perdoados de nossos pecados (cf. Ef 1,3-14).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


JESUS É REJEITADO NA SUA CIDADE

No 14º domingo do tempo comum, ano B, o evangelista Marcos, vai nos mostrar que jesus é rejeitado em sua terra de origem. As pessoas não reconhecem Jesus.

A 1ª leitura o profeta Ezequiel, como mensageiro de Deus, é enviado a levar a mensagem de Deus para um povo de cabeça dura e coração de pedra ( cf. Ez 2,2-5). Hoje da mesma forma, cada agente de pastoral é chamado a ser um testemunho vivo perante uma sociedade que vai deixando o Senhor de lado.

No evangelho, Jesus vai a sua cidade, Nazaré. Alguns se admiram dele, perguntam-se: donde lhe vem tanta sabedoria? Outros, afirmam: “ele não é um carpinteiro, seus irmãos não moram aqui conosco?, e outros ainda se escandalizavam no que viam”. Após perceber esta realidade Jesus declara: “um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares” (cf. Mc 6,1-6).

Na segunda leitura, Paulo nos alertará sobre o risco das vaidades estarem presentes em nossas atividades de evangelizadores, por isso fala da existência “de um espinho na carne”. Paulo reconhece que para a missão “basta a tua graça, pois é na fraqueza que a força se manifesta” (cf. 2Cor 12,7-10).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 
Mensagem da semana Junho 2018

SÃO PEDRO E SÃO PAULO: AS DUAS GRANDES COLUNAS DE NOSSA IGREJA.

Neste final de semana a Igreja nos chama a rezarmos com os dois grandes construtores, verdadeiros cuidadores do rebanho de Deus: São Pedro e São Paulo. Cada um colaborou de uma forma diferente: Pedro, no caminho da organização da Igreja. Paulo, como o grande anunciador do Evangelho.

Na 1ª leitura, Lucas, relata que Herodes começa a perseguição aos apóstolos. Manda matar Tiago, prender Pedro, mas este é liberto pelo Senhor e Pedro confessa: “Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar da mão de Herodes” (cf. At 12,1-11).

No evangelho, Jesus interroga os discípulos acerca dele. Pedro confessa: “Tu és o Messias, Filho de Deus”,

Jesus lhe diz: “Feliz és tu Pedro, por que não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, por isso eu te digo: Tu és Pedro e sobre esta pedra construirei minha Igreja.....”(cf. Mt 16,13-19). Professar a fé até a morte.

Na segunda leitura, encontraremos o testemunho de Paulo ao seu estimado discípulo Timóteo: ”Afirma estar chegando ao fim, que combateu o bom combate, guardou a fé, completou a sua carreira, reconhece que o Senhor sempre esteve ao seu lado, agora ele espera a coroa da justiça que o Senhor dará não somente a ele, mas a todos que se esforçarem para viver o que o Mestre ensinou” (cf. 2Tm 4,6-8.17-18).

Pedro e Paulo foram martirizados em Roma, um no ano 64 e o outro 67. Que São Pedro e São Paulo nos ensinem a amar nossa Igreja.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“JOÃO É O SEU NOME”

A Igreja celebra neste domingo a Solenidade da Natividade de São João Batista, o precursor do Messias. Nesse final de semana temos leituras na missa da vigília e do dia da festa. Nosso comentário se refere às leituras referentes ao domingo:

A 1ª leitura, do profeta Isaias, exalta a figura do servo sofredor ”Tu és o meu servo, Israel, em quem eu serei glorificado”, “ele me preparou desde o nascimento para ser o seu servo” ( Is 49, 1-9). João Batista não é o servo que Isaias se refere, mas podemos identificar João como um servo do Senhor. João é o escolhido de Deus para preparar os caminhos da chegada do Salvador.

No evangelho, Lucas relata o nascimento de João Batista, um grande acontecimento não apenas na vida da família de Isabel e Zacarias, mas na vida dos vizinhos e do povo. João Batista é sinal de esperança. As pessoas se perguntavam: “o que será deste Menino?”. João é o grande mensageiro que vem anunciar um novo tempo para a humanidade: O Messianismo (cf. Lc 1,57-66.80). João é a voz que clama no deserto.

Na segunda leitura, Lucas, nos mostra duas figuras importantes no anúncio da vinda do Messias. Num primeiro momento do texto lembra o surgimento de Davi. De sua descendência nascerá posteriormente o Salvador. Depois, nos fala da presença de João Batista como aquele que prepara o caminho da chegada de Jesus (At 13,22-26).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


DEUS AGE NO SILÊNCIO

O 10º domingo do tempo comum faz uma pergunta: a que vamos comparar o Reino de Deus?

As leituras propostas nos ajudam a compreender o significado da ação silenciosa de Deus.

A primeira leitura mostra a soberania de Deus, ela está acima de todas as coisas: “Eu, o Senhor, digo e faço” (cf. Ez 12,22-24). Nada é comparável a ação de Deus.

O evangelho mostra como Jesus explica o Reino de Deus. Por meio de parábolas, ou seja, de imagens da natureza ele revela que a ação de Deus é uma ação gradativa, continua e silenciosa. É como uma semente lançada na terra, ela com a força da natureza, sem a mão do lavrador, vai produzir seus frutos. Assim também a palavra quando chega no coração humano, ela age sem a presença do pregador (cf. Mc 4,26). Explica ainda que o grão de mostarda, a menor de todas as sementes, quase invisível, uma vez na terra boa, quando cresce, torna-se lugar para o pouso dos pássaros (cf. Mc 4,26-34).

Na segunda leitura Paulo nos dirá que mesmo vivendo na morada passageira de nosso corpo, precisamos através de nossas atitudes agradar ao Senhor (cf. 2Cor 5,6-10).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


JESUS AMPLIA O CONCEITO DE FAMILIA

O décimo domingo do tempo Comum, ano B, nos mostra um quadro onde Jesus amplia o conceito de família: ”Meus irmãos e minha mãe são aqueles que fazem a vontade de Deus” e fala do pecado contra o Espirito Santo (cf. Mc 3,29.35).

A primeira leitura nos apresenta uma realidade muito comum em nosso universo cotidiano: sempre encontramos justificativas para nossos erros. Também nos alerta, que cada ato errado tem às suas consequências para quem o pratica e para os outros (cf. Gn 3,9-15).

No evangelho, num primeiro momento do texto, descreve a família de Jesus preocupada com o comportamento de Jesus, acreditam que ele está endemoniado. Depois, Jesus vai nos dizer que quem blasfemar contra o Espírito Santo jamais será perdoado (cf. Mc 3,20-35). O pecado contra o Espirito Santo é a falta de confiança na misericórdia de Deus.

Na segunda leitura, o apóstolo Paulo, nos dirá que tudo o que é visível é passageiro, enquanto que o invisível é eterno, por isso que o sofrimento não se compara a graça que cada um vai receber pela sua perseverança (cf. 2Cor 4,13-5,1)

Pe. Mário Pizetta
Pároco


DESCANSO E SUPERAÇÃO DO LEGALISMO

O 9º domingo do Tempo Comum, Ano B, nos leva a compreender a necessidade do descanso para todos e a superação da prática legalista religiosa.

A primeira leitura destaca a importância do descanso: “Guarda o dia de sábado, trabalharás seis dias e neles farás todas as suas obras. O sétimo dia é dedicado ao Senhor” (cf. Dt 5,12-15). O ser humano não é uma máquina produtiva, ele também precisa descansar, ter um tempo para se encontrar com Deus. O encontro com o Senhor revitaliza as forças e traz paz. O ser humano não se completa em si mesmo, existe algo a mais quando este olha ao redor de sí.

No evangelho Jesus coloca a lei do sábado ao serviço da vida, o amor está acima da lei: “o sábado foi feito para o homem, não o homem para o sábado” (Mc 2, 23-28). Deus colocou seus decretos, suas leis como formas de ajudar as pessoas encontrarem equilíbrio nas suas ações. Jesus deixa claro que as leis devem estar a serviço da pessoa. Dirá São Paulo: “ A letra mata, mas o Espirito vivifica” (cf. 2Cor 3,6). Num mundo moderno como vive-se hoje, as formas de entender o sábado exigem de nós uma nova maneira de interpretar.

A segunda, de Paulo aos Coríntios, falará que em todos os momentos da nossa vida estamos sofrendo uma certa inquietação, mas não podemos nos perturbar (cf. 2Cor 4,6-11).

Iniciamos o mês de junho, e com ele a celebração de muitos santos populares: Santo Antônio, São João, São Pedro. Todos eles nos ajudam a compreender que Deus é o Senhor da vida.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 

 
Mensagens da semana Maio 2018

Em nome do pai, do filho e do espirito santo.

A Igreja celebra neste domingo a festa da Santíssima Trindade. Um único Deus em três pessoas: Pai, Filho e Espirito Santo. “A Comunidade Trinitária é verdadeiramente mistério, realidade que supera toda a compreensão humana. O mistério do amor Trinitário revela algo do mistério mais profundo do ser humano”. No anúncio do evangelho o grande convite de Jesus aos discípulos: “Ide pelo mundo e fazei todos meus discípulos, batizando–os em nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo”.

A primeira leitura, do livro do Deuteronômio, Moisés afirma ao povo que Deus é único, não há outro Deus, reconhece como este Deus escolheu um povo e esteve ao seu lado, pede que seja admirada a grandeza de sua obra: a criação do Homem e de todo universo. Revela portanto, um Deus presente na história humana (cf. Dt 4,32-34.39-45).

No evangelho, Jesus faz um grande pedido aos discípulos: Fazer discípulos todos os povos. Jesus ainda afirmará aos seus discípulos que eles não estariam sozinhos nesta caminhada, Ele estaria com eles até o fim dos tempos. Com o Batismo somos incorporados na família de Deus (cf. Mt 28, 16-20).

A segunda leitura, Paulo dirá que todo aquele que se deixa conduzir pelo Espirito, torna-se filho de Deus, sendo filhos nos tornamos herdeiros e co-herdeiros de Cristo, portanto nos tornamos testemunhas de Cristo no mundo (cf. Rm 8,14-17).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


IDE ANUNCIAR O EVANGELHO A TODA CRIATURA

Neste domingo celebramos a Ascensão do Senhor. A subida de Jesus ao céu não é uma despedida e muito menos um abandono, é uma nova forma de relacionar-se e viver com Jesus. Jesus deixou nas mãos de seus discípulos a grande missão de serem continuadores de sua obra. Eles não estarão sozinhos. Da casa do Pai, Jesus enviará o Espirito que virá para auxiliar na difícil tarefa. Viver a fidelidade.

Na primeira leitura dos Atos, Lucas lembra que durante quarenta dias Jesus apareceu aos discípulos. Durante uma refeição pediu para que eles não se afastassem de Jerusalém e que seriam batizados pelo Espirito para serem testemunhas em todo mundo, não podemos ficar olhando para o mundo de braços cruzados, é preciso ir e proclamar a vida. (cf. At 1,1-11).

No evangelho, Marcos nos relatará o grande mandato de Jesus: Ide por todo o mundo anunciai a toda criatura o evangelho. Jesus afirma que esta missão será acompanhada de sinais: ”expulsarão demônios em meu nome, falarão novas línguas, nenhuma serpente lhe fará mal, curará os doentes” (cf. Mc 16,15-20).

Na segunda Leitura, Paulo nos dirá que Cristo foi constituído cabeça da Igreja, seu corpo. Tudo está sob seu domínio. Ele foi para a direita de Deus Pai (cf. Ef 1,17-23).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“AMIGOS, NÃO SERVOS” - AQUELE QUE AMA VIVE O RESSUSCITADO

O 6º domingo da Páscoa nos dirá que o caminho do amor é o caminho de todo aquele que foi chamado para atuar no mundo em nome de Jesus. O amor é o caminho de Deus. Onde está Deus está o amor. O amor é a rosto de Deus. “Quem não ama não pode conhecer Deus”.

A 1ª leitura, os Atos dos Apóstolos, narra a ida de Pedro a casa de Cornélio. Vemos que Deus não faz distinções, antes, acolherá todo aquele que teme o Senhor e pratica a justiça. Deus vai ao encontro de todo aquele que o procura (cf. At 10,25.26.34.44.-48).

No evangelho, Jesus nos convidará a permanecer no seu amor, isto é, estabelecer entre nós humanos laços verdadeiros de amor. Jesus nos trata de amigos porque nada esconde, tudo revela. Jesus ainda diz aos discípulos e a cada um de nós, que foi ele quem nos escolheu para que possamos produzir frutos. Por isso ele nos convida a permanecer no seu amor (cf. Jo 15,9-17).

Na segunda leitura, a carta de João, nos dirá que o amor é a expressão máximo de Deus. “Quem não ama não chegou a conhecer a Deus” (cf. 1 Jo 4,4-10).

Vemos na liturgia de hoje que Jesus nos pede que viver este amor que ele nos ensinou. Ele é a energia que move nossas comunidades. O amor não é uma teoria abstrata mas uma atitude de vida.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco

 
Mensagens da semana Abril 2018

“PERMANECEI EM MIM , E EU PERMENECEREI EM VÓS”

O 5º domingo da Pascoa, nos traz o evangelho da videira verdadeira. O evangelho da fé no Ressuscitado para produzir muitos frutos. Viver sempre em comunhão com Cristo, para não tornar nossa vida infrutífera.

Na primeira leitura, os Atos dos Apóstolos nos mostram a aproximação e integração de Paulo com os discípulos através de Barnabé. Paulo, pregava junto aos discípulos. Pelo fato de não conhecerem a sua mudança de vida, sofre perseguição dos judeus de língua grega. Ao saberem desse risco levam embora Paulo de Jerusalém. Paulo é levado para a Cesaréia (cf. At 9, 26-31).

No evangelho Jesus dirá: “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor”(Jo 15,1). O agricultor tira da arvore aquele ramo que não produz fruto. Aquele que produz ele o poda para que dê mais fruto ainda.

Para produzirmos frutos precisamos estar ligados a videira que é Cristo”(cf. Jo 15,1-8).

A segunda leitura, João em sua 1ª carta, nos alertará sobre a totalidade do amor: “que o vosso amor não seja apenas de palavras, mas concreto, isto é, por meio de gestos”(cf. 1 Jo 3,18-24).

Estar presente na comunidade participando da liturgia, da missa, lendo e meditando a Palavra, rezando em comunidade, envolvendo-se na defesa das políticas públicas e praticando a caridade são formas de nos manter sempre ligados a videira e produzir muitos bons frutos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


MERCENÁRIOS OU PASTORES

No 4º domingo da Páscoa, voltamos o nosso olhar a uma das mais belas páginas do evangelho: Jesus, Bom Pastor. Pastores são todos aqueles que assumem responsabilidades de condução do povo, seja a nível religioso, social e político. Todo o exercício de autoridade é um serviço de Pastor. Cada serviço abarca uma realidade de nossa vida.

Na primeira leitura, Pedro, assumindo a condição de ressuscitado, responde às acusações que lhe são feitas e testemunha sobre Jesus, afirmando que Ele ”é a pedra que os construtores rejeitaram e que tornou-se a pedra angular” (cf. At 4,8-12). Todos os que vivem a condição de ressuscitados podem tornar-se multiplicadores das ações de Jesus.

No evangelho, Jesus exorta os discípulos e a todos que possuem responsabilidades sobre as pessoas para serem Bons Pastores. Jesus dirá que o verdadeiro Pastor é aquele que dá vida pelas suas ovelhas, trabalha em função do bem das pessoas, pensa e vive em função daqueles que lhe são confiados. Exerce o pastoreio como um serviço. No entanto, exorta Jesus, aquele que não é Pastor, mas mercenário, não mostra preocupação com suas ovelhas (cf. Jo 10,11-18).

Na segunda leitura, João nos dirá que nós somos muito felizes, por sermos chamados Filhos de Deus(cf. 1Jo 3,1-2)

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“ VÓS SEREIS MINHAS TESTEMUNHAS”

O 3º domingo da Páscoa nos leva a um aprofundamento sobre a assimilação da experiência com o Ressuscitado, fato fundamental no caminho da fé. Na primeira leitura, Pedro faz uma acusação ao povo de seu tempo de que foram eles que mataram jesus: “vós matastes o autor da vida” e por isso da mesma forma apela para que se arrependam dos seus pecados (cf. At 3,13-15.17-19).

No evangelho vamos ter a continuidade do relato dos discípulos de Emaus. Jesus se encontra com os discípulos e os saúda em nome da Paz. Pede para ser reconhecido, ele não é um fantasma. Reconhecer Jesus ressuscitado será reconquista da confiança em Jesus quebrada com a morte na cruz. Ao partilhar o peixe assado, os discípulos reconhecem Jesus. Jesus explica que tudo o que aconteceu era necessário. Jesus já havia dito isto antes. O gesto de Jesus era para remissão dos pecados e a conversão (cf. Lc 24,35-48).

A segunda leitura recomenda a todos que seja evitado o pecado, mas se alguém pecar que busque Jesus Cristo para estar livre dos pecados (1 Jo 2,1-5). A missão da Igreja hoje é ajudar as pessoas a reconhecer Jesus, o ressuscitado.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


O DOMINGO DA MISERICÓRDIA

O 1º domingo, depois da Páscoa, foi instituído por São João Paulo II, como o domingo da Misericórdia.

Na 1ª leitura Lucas, nos Atos dos Apóstolos, apresenta o modelo de comunidade: Todos viviam em harmonia, não haviam necessitados entre eles. Até os que possuíam propriedades, vendiam e distribuíam seus bens entre os mais necessitados. Era uma comunidade ideal. Nos perguntamos: este mundo é possível hoje? Por que não conseguimos isto? (cf. At, 4,32-35). A consciência do Ressuscitado que nos leva a criar uma comunidade de verdadeiros irmãos.

O evangelho nos apresenta o episódio onde Jesus rompe as portas, ali estão escondidos os discípulos por medo dos judeus. A narrativa mostra dois momento: Jesus encontra os discípulos e depois encontra novamente os discípulos e especificamente fala com Tomé. Jesus lhes mostra as mãos, os pés, pede para tocá-lo e lhe diz: “Não sejas incrédulo”. Jesus, ainda o repreenderá: “Bem aventurados aqueles que não viram e creram (cf. Jo, 20,19-31).

Na segunda leitura João afirmará que o amor ao irmão é um sinal visível do amor de Deus (cf. Jo, 20,19-31).

Romper portas, abrir novos caminhos, é a vida de todos os que ressuscitam com Cristo. Ressuscitar com Cristo é engajar-se em todos os grupos que promovem a vida. É posicionar-se a favor dos irmãos e nisto está o testemunho da ressureição.

Pe. Mário Pizetta,
Pároco

 
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