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Mensagens das Semanas Anteriores

‘EIS AQUI A SERVA DO SENHOR”(Lc 1,38)

Neste domingo celebramos a festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora. Por fazer a vontade do Pai, Maria recebe do Pai a graça de ser livre do pecado de Adão e Eva. Ela é a Virgem pura, imaculada.

Na primeira leitura, do livro do Genesis leremos o momento que Deus interroga Adão e Eva, estes, escondem-se e se justificam que estão nus. Há o ingresso do mal no mundo. A princípio, a serpente torna-se vencedora, mas Deus não abandona os seus filhos (cf. Gn 3,9-15.20).

O evangelho nos apresenta o convite de Deus para que Maria seja a portadora de Jesus ao mundo. ”Alegra-te, cheia de graça”, “Não tenhas medo”, “Eis aqui a serva do Senhor”, são todas expressões que confirmam a atenção do Pai para com Maria, portadora deste privilégio (cf. Lc 1,26-28).

Na segunda leitura, Paulo nos dirá que “em Cristo, ele nos escolheu, antes da criação do mundo para que sejamos santos e irrepreensíveis sob o olhar no amor”.

Convido a todos, que compartilham com o nosso site, a fazer uma digna preparação para recebermos com alegria o Salvador que vem ao nosso encontro.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 

 

«VIGIAI, PORTANTO, POIS NÃO SABEIS EM QUE DIA VIRÁ O VOSSO SENHOR»

Iniciamos neste domingo, com o Advento, um novo Ano Litúrgico, ano A. Teremos como companhia de caminhada o evangelho de Mateus. Ele começa chamando-nos para uma maior vigilância diante da chegada do Filho do Homem. “O Advento que nos educa “aprender a esperar”, com paz e amor a vinda do Senhor”.

Neste tempo do Advento, a cada domingo acenderemos uma vela. Iniciamos com a cor verde, representando a esperança; no segundo domingo acendemos a vermelha, a nossa fé; no terceiro domingo a alegria; e no quarto a branca, a festa.

Na primeira leitura, somos convidados a subir na montanha, onde o Senhor nos mostrará os seus caminhos. Na montanha as armas do mal, as espadas, serão transformadas em arados, não haverá mais combates (cf. Is 2,1-5). Viveremos um novo tempo. Sair de nossas seguranças, para descobrir uma alegria maior.

O evangelho nos chama para uma atitude permanente de vigilância. Recorda que no tempo de Noé todos viviam despreocupados e aconteceu o dilúvio, e quem não estava na barca, morreu. Alerta que o dono da casa, vigiaria a tempo pleno para não deixar assaltar sua casa (cf. Mt 24,37-44). Nos lembra o papa Bento XVI: «só quem está acordado não será apanhado de surpresa» (Bento XVI). Devemos estar preparados com o amor aceso no coração, como a lamparina das virgens prudentes. Trata-se precisamente disto: chegará o momento em que se ouvirá: «Aí vem o noivo!» (Mt 25,6), Jesus Cristo!

Na segunda leitura, Paulo nos lembra que precisamos nos despojar das ações das trevas, e revestir-se das armas da luz. O apóstolo nos recomenda que devemos nos revestir de Cristo Jesus (cf. Rm 13,11-14a),

“Vigiai, portanto, pois não sabeis em que dia virá o vosso Senhor (cf. Mt 24,42). Casa limpa, coração puro, pensamentos e afetos ao estilo de Jesus. Bento XVI explica: «Vigiar significa seguir o Senhor, escolher o que Cristo escolheu, amar o que Ele amou, ajustar a própria vida à sua». Então virá o Filho do homem... E o Pai acolher-nos-á em seus braços por nos parecermos com o seu Filho” (cf. Evangeli.net 1º/12/2019)

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


UM REI DE RECONCILIAÇÃO E PAZ

Celebramos neste domingo a festa de Cristo Rei, e com esta celebração concluímos o ano litúrgico de 2019.

O prefácio da missa define bem o reinado de Jesus: “ Um reino eterno e universal; reino de verdade e de vida; reino de santidade e de graça; reino de Justiça, do amor e da paz”. Iniciaremos no próximo domingo o tempo do Advento, tempo que anuncia a chegada do Salvador. Ele vem para nos libertar, reconciliar e trazer a Paz.

Na primeira leitura Davi é ungido rei dos filhos de Israel, ele faz uma aliança com seu Senhor e assume o compromisso de guiar o seu o povo (2Sam 5,1-3).

O evangelho nos mostra Jesus sendo pregado na cruz. Certamente para muitos que o seguiam e não o compreendiam uma grande decepção. Para os que o condenaram, um alívio, os soldados e muitos outros fizeram gozações de Jesus na cruz: “Este é o rei dos judeus”, “Tu não és o Cristo?”. Ao perdoar o crucificado ao seu lado, nos ensina o quanto é importante o perdão. Jesus vem para reconciliar o ser humano e trazer paz (cf. Lc 23, 35-43).

A segunda leitura, Paulo dirá a comunidade dos Colossenses que Cristo nos libertou do pecado, pois ele é imagem do Deus invisível, Ele é a cabeça, Ele é o princípio de todas as coisas, o primogénito. Cristo é o centro de nossa vida (cf. Col 1,12-20). 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


“CUIDADO PARA NÃO SERDES ENGANADOS”

A liturgia deste domingo, por estarmos no final do tempo Comum, nos apresenta um ambiente de final dos tempos, diríamos apocalíptico.

O profeta Malaquias observando a vida do povo após o exílio, observa que a situação não é das melhores, então, faz o seu alerta: “Virá o dia, abrasador como fornalha”, onde “os soberbos e ímpios”, “serão como palhas”, enquanto que ”para os que temem o nome do Senhor nascerá o sol da justiça”. Um tempo parecido como os dias de hoje (cf. Mal 3,19-20).

No evangelho, Lucas mostra a vida das pessoas depois da destruição de Jerusalém: muitos, “admiram o templo”, e Jesus afirma que “não ficará pedra sobre pedra” e perguntam “quando acontecerá isto?”. Também Jesus alerta sobre a situação real que o povo vive, apresenta algumas situações de guerras, conflitos e conclui: é “permanecendo firmes que ireis ganhar a vida”. Olhando para o nosso tempo, estas palavras de Jesus são mais do que atuais. Vivemos um tempo de divisões, e onde tem divisão tem ódio. Pessoas buscam desesperadamente o poder, clima tenso entre os povos. Diríamos, vivemos num clima de insegurança. Diante de tudo isto, não podemos nos desesperar, muitas de nossas situações vividas hoje são resultados de nossas escolhas, pagamos caro por não colocar Jesus no centro de nossa vida (cf. Lc 21,5-19).

Na segunda leitura Paulo exortará os acomodados de Tessalônica escrevendo algo muito terrível: quem não quer trabalhar que também não coma (cf. 2Ts 3,7-12). No Brasil, hoje, segundo dados divulgados na imprensa existem mais 13,5 milhões de desempregados, e muitos querem trabalhar e não podem, outros optam por viver na mendicância. 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


BEM-AVENTURANÇAS: NOSSO CAMINHO DE FELICIDADE

No trigésimo primeiro  domingo do tempo Comum, Ano C, celebramos, no Brasil, a festa de todos os Santos. Recordamos nesse dia todos aqueles que seguiram e esforçaram-se para serem fiéis a Jesus. Quando lemos as Bem-aventuranças, anunciadas por Jesus, relembramos  Moisés  que recebeu  as tábuas da lei e entregou ao povo. Jesus, no encontro com as multidões também nos deixa as bem-aventuranças, o grande projeto de Jesus. As bem aventuranças representam o caminho de nossa felicidade. Vejamos as leituras:

Na primeira leitura, Joao, apresenta uma visão apocalíptica, onde ele vê uma grande multidão. O texto nos mostra que eles vieram da grande tribulação, foram aqueles que superaram todas as adversidades deste mundo (Ap. 7,2-4.-14). O evangelho nos apresenta as bem-aventuranças, e o papa Francisco em seu livro Gaudete e Esultate refere-se às Bem aventuranças com sendo “ a carteira de identidade do cristão”. Olhando para os nossos Santos e Santas, constatamos que todos eles viveram intensamente as bem-aventuranças (cf. Mt 5,1-12).

Na segunda leitura, João nos dirá que somos amados por Deus, somos seus filhos, e que um dia teremos a oportunidade de ver jesus quando Ele virá em sua glória (cf.1Jo 3,1-3). Santidade é graça de Deus, ela está ao alcance de todos. Da parte humana, cabe-nos a caminharmos na fidelidade aos valores que Jesus nos deixou, no Amor conhecemos a Deus.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


OLHAR COM ESPERANÇA PARA O FUTURO

A liturgia deste domingo nos incentiva a olhar para frente, um olhar fixo em nosso futuro, sermos pessoas portadoras de esperança.

A primeira leitura mostra o exemplo de uma família judia onde sete irmãos e a mãe, que mesmo sob torturas, foram resistentes até a morte em vista do futuro. O último deixa este testemunho: “prefiro ser morto pelos homens, tendo em vista a esperança dada por Deus , que um dia nos ressuscitará” (cf. 2Mac 7,1-2.9-14).

O evangelho, relatará o questionamento de alguns saduceus que questionam a ressureição. Jesus responderá a estas dúvidas afirmando que Deus não é um Deus dos mortos, mas dos vivos” (cf. Lc 20, 27-38).

Na segunda leitura, Paulo, reforça a importância de rezar pelos que estão a serviço do evangelho, rezarmos uns pelos outros para que o Senhor dirija os nossos corações ao amor de Deus e firmes na esperança. A oração nos leva a maior compreensão da ação do Espirito, quando rezamos estamos dialogando com Deus e melhor compreendemos o ser humano. (cf. 2Ts 2,16-3,5)

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


 

 

DEUS ESCUTA A PRECE DAQUELES QUE O SERVEM

Neste domingo veremos que Deus é um juiz que não faz discriminação entre as pessoas, mas tem uma predileção aos humildes e oprimidos.

Na primeira leitura, tirada do livro do Eclesiástico, vemos que “Deus não faz discriminação das pessoas”, não despreza a súplica dos humildes e dos oprimidos, enfim, o Senhor escuta quem o serve (cf. Ecl 35,15-17..20-22).

No evangelho, Jesus nos conta a parábola de duas pessoas, um fariseu e um cobrador de impostos, que foram ao templo para rezar. O fariseu, exaltava os seus feitos, enquanto que o cobrador de impostos, nem levantava a cabeça de vergonha, comportamentos totalmente opostos. E Jesus concluiu a parábola: “Quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”(cf. Lc 18,9-14).

Na segunda leitura, Paulo partilha com Timóteo, com muita alegria, o momento conclusivo de sua vida: está chegando o momento de sua partida, concluiu a sua caminhada. Sua vida está para ser concluída, lutou, combateu o bom combate, guardou a fé (cf. 2Tm 4,6-8.16-18).

Estamos fechando o mês de outubro, um mês carregado de muitos momentos de fé. Sigamos nesta trilha.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


NOSSA RELAÇÃO COM DEUS E A FORÇA DA PALAVRA. 

Neste domingo celebramos o dia mundial das missões.  O Papa Francisco, em sua mensagem, entre os muitos aspectos que ele escreve, chama todos os BATIZADOS  a reavivarem o dom do Batismo, dom recebido  gratuitamente de Deus. Nos diz que cada  batizado é uma missão. Vejamos as leituras deste domingo:

A primeira leitura apresenta um fato interessante: enquanto mantinham os braços levantados de Moises,  Josué era vencedor. Assim também aquele que reza torna-se vencedor pela oração (cf. Ex 17,8-13).

O evangelho, através da narrativa da insistência da viúva junto ao juiz, compreendemos que também nós precisamos ser insistentes em nossa relação com Deus (cf. Lc 18,1-8).

A segunda leitura, Paulo escreve a Timóteo pedindo que se mantenha firme em tudo o que aprendeu, lembrando  que toda a “Escritura é inspirada por Deus  e útil para ensinar, argumentar, corrigir e educar na justiça”. Vamos lembrar também nós que o berço de nosso fé vem da família. Na palavra encontramos a força de nossa caminhada.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


UM FINAL DE SEMANA COM NOSSA MÃE APARECIDA E UMA LIÇÃO DE GRATIDÃO E FÉ

No sábado, em nossa liturgia, iremos nos encontrar com Jesus por meio de Maria, celebrando a festa de Nossa Senhora Aparecida. No domingo, voltaremos o nosso olhar para o 28º domingo do tempo Comum, ano C, onde as leituras manifestam fé e gratidão e fazem um apelo para nos manter firmes e sermos os vencedores junto com Cristo. Vejamos: A primeira leitura, o sírio Naamã, leproso, acredita no homem de Deus, Eliseu, e vai banhar-se no rio. Fica curado. Volta e faz sua confissão de fé reconhecendo que não existe outro Deus (cf. 2 Rs 5,14-17).

O evangelho nos apresentará a cura dos dez leprosos, onde apenas um se volta a Jesus para agradecer. Jesus além de curá-lo, lhe diz que sua fé o salvou (cf. Lc 17,11-19).

A segunda leitura, continuamos na 2ª carta de Paulo a Timóteo. Na carta o apóstolo recomenda a manter-se firme diante do sofrimento, pois se permanecermos firmes com Cristo reinaremos (cf. 2Tm 2,8-13).

Vemos, portanto que as leituras nos reportam profundamente a termos dentro de nós um sentimento de gratidão e sermos criaturas de fé. Continuemos a rezar pelo Sínodo da Amazônia

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

FÉ: O DOM DA TRANSFORMAÇÃO

Neste domingo os discípulos irão pedir a jesus uma grande graça: FÉ. Assim também nós, como seguidores e discípulos precisamos pedir: “aumenta a nossa fé”. Vejamos as leituras deste 27º sétimo domingo do tempo comum, ano C.

A primeira leitura, o profeta Habacuc, está diante de muitas dificuldades, e dialoga com Deus. A primeira impressão que se tem é que Deus não o escuta. O texto nos mostra que o sofrimento é um exercício de perseverança, pois o texto concluirá afirmando: “O justo vive de fé” (cf. Hb 1,2-3;2,2-4).

No evangelho, os discípulos manifestam uma preocupação: os desafios que existem e que eles irão passar eles precisam de mais fé, por isso o pedido “aumenta a nossa fé”(cf. Lc 17,5-10). De fato, diante da realidade desafiadora da missão, é preciso ter muita fé. Ela se torna a grande propulsora de nossa vida. Ela é a virtude que sustenta o pobre em sua aflição.

Na segunda leitura, Paulo, em sua segunda carta a Timóteo, exorta-o, que reanime o dom recebido de suas mãos, não se envergonhe do evangelho, e pede que guarde o deposito da fé, recebido pelo Espirito Santo (cf.Tm 1,6-8.13-14).

Por fim direi: Deixe crescer em seu coração o espirito missionário.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.
 

 

 

O FIM DAS DIFERENÇAS

O 26º domingo do tempo comum, ano C, nos vai advertir sobre a opulência de alguns e a carência de outros, o mundo injusto que vivemos.

Na primeira leitura, o profeta Amós, usando palavras muito fortes exorta os que vivem enclausurados em suas seguranças, no conforto, despreocupados com os que vivem distantes, irão todos para o desterro (Am 6,1.4-7).

No evangelho, Jesus falando aos fariseus, relata o episódio do rico e do pobre. Na vida do rico, tudo o que era bem estar, na vida do pobre, nem as migalhas que caiam da mesa. Os dois vieram a morrer. O rico na região dos mortos, suplica para que seja livre do sofrimento e o pobre do outro lado junto à felicidade. A narrativa do evangelho mostra a distância existente entre estes dois universos, as consequências de todos os que vivem na opulência sem preocupar-se com os irmãos (cf. Lc 16,16-31).

Na segunda leitura, o apóstolo Paulo diz para Timóteo, que como homem de Deus, ele precisa afastar-se das coisas perversas e procurar o caminho da justiça, da fé. Combater o bom combate, isto é, testemunhar a fé (cf. 1Tm 6,11-16).

Estamos concluindo o mês da Bíblia. Relembramos nesse mês, quanto é importante ler, meditar e esforçar-se para viver esta Palavra, nela está a luz para o nosso caminhar, a fonte, onde brota água que sacia nossa sede e alimenta nossa esperança.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


“QUEM É FIEL NO POUCO, É TAMBÉM NO MUITO”

A liturgia deste 25º domingo do tempo Comum, ano C, vai tocar em realidades que afetam a vida humana, sobretudo em nossos dias: a cobiça e desonestidade. Vai nos alertar sobre a ganância pelo lucro.

O profeta Amós, o profeta da justiça, denunciará as autoridades do seu tempo sobre práticas duvidosas, alterar a balança, para lucrar mais. Deus não tolera a exploração sobre o pobre, “Nunca mais esquecerei o que eles fizeram”. Muitas são as formas de explorar (cf. Am 8,4-7).

O evangelho vai nos narrar a parábola do administrador inteligente, mas infiel. Utilizando-se da confiança e dos recursos do patrão, quer cativar amigos para subornar os dependentes. Jesus nos dirá: “Não se pode servir a dois senhores” (cf. Lc 16, 1-13).

Na 1ª carta a Timóteo, Paulo exortará o seu fiel colaborador a fazer muitas preces, “ façam preces e orações, suplicas e ações de graças”. Levantar as próprias mãos para reconhecer que há um só Deus e Pai de todos (cf. 1Tm 12,1-8). No reconhecimento de Deus como Senhor da história está o segredo da sabedoria.

Vivemos num tempo, onde a grande massa humana é enganada. Há desconfiança em todos os lados: no mundo poder público, privado. As denúncias ocupam as redes sociais e páginas de jornais: corrupção, favorecimentos acontecem todos os dias. Pessoas e funções são definidas por interesses pessoais, familiares, políticos não pela competência, o bem comum ficou distante. Rezar para que haja mais honestidade

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


O ROSTO MISERICORDIOSO DE DEUS

O vigésimo quarto domingo do tempo comum, ano c, nos coloca diante de um quadro de Misericórdia e Perdão.

A primeira leitura, Moises está diante de um momento de fraqueza do povo, que constrói para si um bezerro de ouro. Deus não está contente com isto, cobra de Moises esta infidelidade. Moises, como um servo humilde, pede ao Senhor compaixão, recordando a promessa de Deus feita aos antepassados. Deus não castiga seu povo, pelo contrário, mantém a sua aliança (cf. Ex 32,7-11.13-14). O Senhor quer a vida, não a morte.

O evangelho proclama as parábolas da misericórdia: a ovelha e a moeda perdida. Refletem quanto grande é a alegria quando alguém é reencontrado, enquanto que na parábola do filho Pródigo, vemos a tomada de consciência do filho, retorno a casa paterna, e acolhida do pai, mostrando a misericórdia de Deus. (cf. Lc 15,1-32 ou 1-10).

Na segunda leitura, Paulo relata a Timóteo a sua experiência com Deus, a confiança recebida por parte do Senhor. Reconhece a grande misericórdia encontrada. Agradece a Deus por tê-lo feito um modelo para que outros pudessem encontrar Cristo (cf.1Tm 1,12-17).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


EXIGÊNCIAS DO SEGUIMENTO DE JESUS

A liturgia deste domingo, o 23º do tempo comum, ano C, tem sua centralidade no seguimento de Jesus.

A primeira leitura vem do livro da Sabedoria e logo no seu inicio faz uma pergunta: quem é capaz de conhecer os desígnios de Deus? - Nos adverte afirmando que o pensamento dos mortais é limitado. O sábio mostra a dificuldade de compreensão do Reino. Responde estas dúvidas afirmando que quando conhecemos a Deus descobrimos que seus caminhos são retos e nos conduzem a salvação (cf. Sb 9,13-18).

O evangelho, vai apresentar as exigências do seguimento de Jesus: deixar a própria família e carregar a própria cruz. Jesus é a primazia, o centro de tudo. Não podemos permitir apegos nesta caminhada. Ainda nos ensina a sermos sábios: Não iniciarmos uma construção sem fazer um planejamento. Da mesma forma quando um rei vai guerrear, é necessário que avalie primeiro o potencial do adversário. Para seguir Jesus precisamos ser criaturas desprendidas, totalmente livres (cf. Lc 14,25-33).

Na segunda leitura, encontraremos a carta de Paulo a Filêmon, onde faz um apelo: “receba de volta Onésimo, ele não é mais escravo, mas meu irmão” (cf. Flm 9b-12-17).

Continuamos o mês Bíblico estudando a 1ª carta de João. Lembramos que nosso próximo encontro será dia 11 de setembro, às 19,30, na paróquia Santa Generosa.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 

COLOCAR-SE POR ÚLTIMO

Neste domingo, o 22º domingo do tempo comum, ano C, iniciamos o Mês Bíblico. Jesus nos convida no evangelho de hoje, a ocupar os últimos lugares, o lugar dos humildes. Vejamos como as leituras nos ajudam a compreender esta grande lição.

A primeira leitura nos mostra o quanto grande é a humildade: Nela, “Deus revela os seus segredos”, “nos humildes Deus é glorificado”, ensina que quanto mais crescermos na vida mais devemos praticar a humildade, oposto do que o mundo age. Recorda ainda que no caminho da humildade está a sabedoria (cf. Eclo 3,19-21.30.31).

O evangelho apresenta uma nova parábola. Jesus é convidado a uma festa de casamento e observa que as pessoas ocupam os primeiros lugares. Diante desta constatação alerta: “quando fores convidado para uma festa procure ocupar os últimos lugares. O último lugar é dos humildes, dos que são amados por Deus. Os humildes são aqueles que estão sempre no serviço Reino (cf. Lc 14,1.7-14).

A segunda leitura, do livro dos Hebreus, prossegue o discurso do 20º e 21º domingo. Exortando-nos a aproximarmos da Jerusalém do alto, uma realidade compreendida apenas pela nossa confiança no Senhor, por meio da fé. Os que buscam sua confiança no Senhor são os que se colocam por último, os humildes (cf. Hb 12,18-19.22-24a).

Iniciamos neste domingo o Mês Bíblico, que tem como tema: “O Amor em defesa da Vida” e como Lema: “Nós amamos por que Deus nos amou primeiro”( 1Jo 4,19). Este tema baseia-se na 1ª carta de João, conteúdo de aprofundamento para este mês.


“É VERDADE QUE SÃO POUCOS OS QUE SE SALVAM”(Mt 13,22)

Uma pergunta intrigante que um caminheiro faz para Jesus quando este visitava cidades e povoados. O centro de todo a liturgia deste domingo está aí. Vamos ver como a liturgia da Palavra responde.

A primeira leitura de Isaias nos lembra que Deus conhece nossas obras e pensamentos, e que a todos seria dada a oportunidade para escutar a sua voz. Portanto, escutar o que Deus pede ao homem, através de seus mensageiros, sacerdotes e levitas. Acolhendo-os encontraríamos a verdadeira libertação. Trata-se de uma leitura que nos faz olhar para frente, superando as dificuldades e tendo esperança (Is 66,18-21).

O evangelho nos indicará o caminho: “Fazei todo o esforço para entrar pela porta estreita”(Lc 13,22-30). Entrar pela porta estreita é estar sempre vigilante, caminhar na esperança, não distanciar-se de Deus. Dirá também que os que praticam a injustiça não entrarão no Reino, não tomarão parte ”afastai-vos de mim todos que praticam a injustiça”(Lc 13,27b), (cf. Lc 13,22-30).

A segunda leitura, da carta aos Hebreus, é mostrado um paralelismo entre a educação do pai com o filho, de como Deus também nos trata: “pois o Senhor corrige quem ama, e castiga a quem considera como filho”(cf. Hb 12,5-7.11-13).

Neste 4º domingo das vocações, rezamos pela vocação Laical: o Catequista, o Leigo que se compromete com Jesus Cristo, aquele que vive intensamente o seu batismo. Rezemos pelos nossos Catequistas, Ministros Extraordinários da Eucaristia, dos Enfermos, todos que exercem serviços de animação eclesial.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


“BENTIDA ÉS TU ENTRE AS MULHERES E BENDITO É O FRUTO DO TEU VENTRE”

Neste domingo celebramos a festa da Assunção de Nossa Senhora, proclamada pelo Papa Pio XII, em 1950. As leituras nos ajudam a compreender melhor esta solenidade.

O livro do Apocalipse, nos mostra que Maria é o sinal do bem, Ela foi e é o instrumento de Deus para nos libertar de todos os dragões, que simbolizam o mal (cf. Ap 11,19;12,1.3-6.10).

O evangelho, neste ano, apresenta o texto onde Maria vai visitar Isabel, sua prima. Maria nos mostra que o caminho da solidariedade humana. A solidariedade é uma manifestação do amor de Deus. Nas palavras de Isabel está o reconhecimento do significado da visita. O canto do Magnificat é o canto de gratidão de Maria diante das maravilhas que o Senhor realizou nela (cf. Lc 1,39-56).

A segunda leitura, Paulo, nos diz que se em Adão todos morreram, Em Cristo todos irão ressuscitar. Cristo, será o primeiro, depois os que pertencem a Cristo. Maria, por ter aceitado o encargo de ser a mãe de Jesus, recebe este prêmio, esta grande graça de ser elevado ao céu.

Neste domingo, nossa paróquia Santo Inácio de Loyola, celebra uma devoção mariana, trazida por migrantes italianos na Vila Mariana: Nossa Senhora do Mar, que neste ano celebra o seu 78º ano.

Também neste 3º domingo, rezemos pelas vocações religiosas, masculinas e femininas. Os carismas na Igreja são sinais de Deus no caminho do povo.


SERMOS VIGILANTES

O 19º domingo do tempo comum nos alerta para a questão da riqueza, não acumularmos riqueza que a traça corrói e o ladrão rouba, mas riquezas para o eterno. Para atingir este objetivo nos chama a sermos pessoas vigilantes, nos alertará a termos atitudes o empregado que espera o seu senhor voltar. Nos deixará ainda a pergunta: Onde está o teu coração? Nas coisas do mundo ou nas de Deus?

Na primeira leitura, vamos ler a palavra de um sábio, que nos dirá que os valores da vida somente se encontram em Deus. Convida-nos a termos os olhos voltados para frente e acreditar no que ainda não conseguimos ver, Vivermos para os valores duradouros não os efêmeros (cf. Hb 11,1-2.8-19).

No evangelho, encontraremos a exortação de Jesus sobre a riqueza e a vigilância. Nos adverte que o acumulo de riqueza apenas nos leva a destruição. A vigilância contínua nos coloca sempre diante de Deus. Estarmos sempre atentos como o empregado que espera o seu Senhor. (cf. Lc 12,32-48).

A segunda leitura nos mostrará o testemunho de Abraão e Sara, como exemplos de fé apresentados para todo crente. Buscar orientar a nossa vida nesta dimensão é fundamental para uma construção futura cf. Hb 11,1-2.8-19).

Na perspectiva do mês vocacional, neste domingo, lembramos a vocação matrimonial, lembrando a missão dos pais. Também somos convidados a rezar pela Família. Rezemos todos pelas nossas famílias.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.

 
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