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GRATIDÃO PARA 2013 E SINAIS DE ESPERANÇA PARA 2014
 

As palavras Gratidão e Esperança se encaixam bem neste momento.Gratidão pelos avanços e conquistas deste ano Pastoral. Esperança, porque acreditamos dar continuidade, e com mais entusiasmo, à caminhada de 2014.
 
Recordar alguns momentos da vida da paróquia é sempre tornar viva a memória, mesmo que sejamos "servos inúteis" (Lc 17,10b).Destacamos um momento de cada mês: CHEGADA DO PADRE MANOEL E PARTIDA DO PADRE JOSÉ CARLOS: Pe. Manoel assume o compromisso de Vigário Paroquial, no lugar do Pe. José Carlos, transferido pela Congregação.
 
JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE: A Paróquia se integrou à JMJ. A preparação, a acolhida das famílias, a colaboração dos paroquianos, o serviço dos voluntários, a presença dos jovens iraquianos, a ida dos jovens ao Rio de Janeiro.Tudo isso marcou, sem dúvida, um ano voltado para os jovens.
 
CELEBRAÇÃO DA SEMANA SANTA: Mesmo que muitas famílias tenham viajado, foi grande a participação das pessoas nas celebrações.
 
QUERMESSE: Antecipada para o início do mês de junho, mais uma vez foi um sucesso com na organização, participação e colaboração da comunidade.
 
NOSSA SENHORA DO MAR: Sem perder a tradição, a festa de Santa Maria a Mare continua a emocionar a Vila Mariana com a sua famosa procissão pelas ruas da região no mês de agosto,no dia em que celebramos a Assunção de Nossa Senhora.
 
FESTA DE SANTO INÁCIO: Grande presença da comunidade na celebração festiva e mais uma vez aquele BOLO! E os bolinhos de bacalhau...que delícia!
 
NOVOS COLABORADORES: O mês de agosto, além de rezarmos pelas vocações, foi um período de conscientização da necessidade de criação de uma NOVA PARÓQUIA, através da busca de novos colaboradores nas diversas pastorais.
 
MUTIRÃO BÍBLICO: Foi nosso segundo ano de estudo comum da Bíblia entre as Paróquias do SETOR PARAÍSO, realizado no mês de setembro.
 
FESTA DE SANTO ANTÔNIO: Bênção dos pães em três momentos: manhã, meio-dia e tarde.
 
OUTUBRO: Festa de SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS, com a presença de muitos sacerdotes. Festa de SÃO FRANCISCO com a bênção dos animais.
 
MÊS MISSIONÁRIO: Celebração na Praça da Bíblia, nos condomínios e em casas de famílias uma experiência  muito bonita.
 
ENCONTRO DOS NOVOS COLABORADORES: Um novo sinal de esperança de renovação para a Paróquia foi a chegada de novos colaboradores.
 
PRIMEIRA EUCARISTIA: Fazia muitos anos que não tínhamos um número tão significativo de crianças para recebera Primeira Eucaristia.
 
MISSAS DA FAMÍLIA PAULINA: No decorrer do ano, tivemos a alegria de celebrar momentos especiais com a Família Paulina.
 
EVENTOS, BAZARES, PASCOM E O NOSSO SITE: Todas atividades marcantes na vida paroquial.
 
OS SINAIS DE ESPERANÇA PARA 2014: Com o ingresso gradativo dos novos colaboradores, somando-se àqueles que já estão na luta, vamos avançar em nossos trabalhos pastorais e litúrgicos. Convidamos a todos os paroquianos a se integrar na vida da Paróquia e juntos buscarmos, em espírito de comunhão, o que agrada a Deus.Comunidade é sempre SOMA. Quando somamos, somos vencedores. Que Jesus Menino, que nasce na gruta de Belém, encontre espaço para nascer no coração de todos.
 
Pe. Mário Pizetta,SSP (pároco)
 
 
A Vóz do Pároco

UMA EXPERIÊNCIA INESQUECÍVEL

A Paróquia Santo Inácio, assim como dezenas de paróquias do Brasil, entre os dias 16-21 de julho, viveu uma experiência inesquecível, qual seja, a Semana Missionária, ocasião em que cada paróquia recebeu jovens do mundo inteiro. Nossa paróquia recebeu para a Pré-jornada Mundial da Juventude, 33 iraquianos, destes, 3 sacerdotes e uma religiosa. Foi um momento de acolhida, hospitalidade e celebração, como nos ensinava o Evangelho do 16º Domingo do Tempo Comum (cf. Lc 10,38-42). 
 
Mesmo diante da dificuldade da língua, foi possível uma integração entre peregrinos, famílias e comunidade. Foi uma partilha de culturas diferentes. Podemos afirmar que desde os preparativos, trabalho desenvolvido pela Jéssica e o Júnior, até os mais diversos serviços prestados como:  
 
- Acolhimento nas Famílias; 
as Irmãs Paulinas, que acolheram as jovens; 
- a equipe de Voluntários, para atuarem na recepção e cozinha;
- a equipe de cantos nas liturgias;
- a presença do Pe. José Dias Goulart e do Pe. Abramo Parmeggiani;
- os gestos concretos da comunidade com preces, alimentos e valores.
 
Houve uma soma de esforços que resultou no carinho e atenção aos peregrinos. Uma vez mais a comunidade demonstrou sensibilidade, solidariedade e espírito cristão. 
 
A Pré-jornada foi um aquecimento para a semana do encontro Internacional no Rio de Janeiro entre os dias 23-28 de julho com a presença do Papa Francisco. Na abertura oficial da Jornada, no encontro com as autoridades, o Papa Francisco afirmou que é preciso "botar fé nos jovens". Afirmou ainda que “a juventude é a janela pela qual o futuro entra no mundo”.  
 
De fato, em muitas paróquias do Brasil, de modo especial a nossa, grande tem sido a preocupação com o universo adolescente e jovem. Tudo o que fizemos até os dias de hoje tem um objetivo: fazer renascer o trabalho jovem na paróquia Santo Inácio, integrando a juventude na comunidade. 
 
Quando falamos o termo renascer, queremos dizer revitalizar, reinventar, encontrar caminhos para integrar os jovens na vida paroquial. Com a Jornada Mundial da juventude, não somente a Igreja do Brasil, mas a Igreja católica do mundo inteiro pretende avançar em sua atividade pastoral buscando uma nova evangelização. As jornadas integram os jovens cristãos e são como despertadores, são verdadeiras luzes para muitos jovens: "Ide e fazei discípulos entre todas as nações" (Mt 28,19). 
 
Os jovens acabam descobrindo que em outros universos culturais também se acredita em Deus, mesmo com as diferentes formas de expressar o sagrado. 
 
No Brasil, somos cada vez mais estimulados a buscar uma renovação na ação evangelizadora de nossa Igreja. Estamos diante de um grande desafio: Repensar e renovar as paróquias. Renovar não externamente, mas internamente. Buscarmos juntos construir uma Nova Paróquia. 
 
Neste ano da fé precisamos viver um processo de transformação e conversão não apenas nas estruturas, mas também nos trabalhos comunitários. O centro da ação da Igreja é o anúncio do Evangelho e este encontra sua realização em nossas ações concretas. Dirá o apóstolo Tiago que a "fé sem obras é morta". As obras são nossos sinais, são nossas luzes, numa palavra, são o nosso testemunho concreto. 
 
Uma Nova Paróquia quer dizer: uma nova mentalidade, um novo espírito  missionário, uma ação evangelizadora mais profunda. Direcionar nossas ações evangelizadoras aos vazios da paróquia, ampliar o espírito do voluntariado comunitário, abrirmos espaços para novas expressões vocacionais. Cada cristão, como expressão desta nova mentalidade deveria descobrir um espaço em sua vida para o serviço gratuito. Redescobrir o valor do trabalho comunitário como expressão de fé na vivência da prática religiosa. Uma nova paróquia, um mundo novo se faz com renúncias e comprometimento. 
 
VAMOS JUNTOS CONSTRUIR UMA NOVA PARÓQUIA!
 
Pe. Mário Pizetta, SSP (pároco)

 

 

Jornada Mundial da Juventude

O mês de julho, no Brasil, será marcado por um acontecimento muito especial: a Jornada Mundial da Juventude, que acontece no Rio de janeiro. Nela estará presente o Papa Francisco e milhares de jovens do mundo inteiro, não importando a origem, modalidade de expressão ou modo de viver; para um momento de comunhão, reflexão e oração. Será uma manifestação pública da juventude perante o mundo para afirmar que acreditam em Deus. A Jornada dispensa comentários sobre sua importância e significado para a Igreja Católica no Brasil e no mundo. Este momento pode estabelecer um marco de caminhada na vida de muitos jovens. Ao olharmos o mundo de hoje, podemos dizer que "há uma pluralidade de juventudes definidas a partir de grupos sociais concretos que possuem um recorte sócio cultural de classe social, estrato, etnia, religião, gênero, região, mundo urbano e rural, sendo que várias juventudes convivem em um mesmo tempo e espaço social, havendo também diferenças entre os jovens que vivem numa mesma sociedade" (cf. Flávio Munhoz Sofiati, in Vida Pastoral, n. 288, PAULUS, 2013, p.25).

Na minha caminhada, hoje com sessenta anos, posso identificar quatro gerações de jovens. Quando era adolescente, via meus irmãos participarem da Juventude Operária Católica. Quando era jovem, pude ver jovens engajados em movimentos sociais, com uma presença muito ativa no mundo social. Eram jovens com ideais transformadores e libertadores muito fortes, talvez por vivermos um período de ditadura militar.

Os anos oitenta eram tempos de profundas mudanças. No México, Puebla, a Igreja tinha feito uma opção preferencial pelos jovens,em muitas dioceses a Igreja tinha um trabalho muito intenso com a juventude. Eu diria que foram anos de muitas manifestações a favor da democracia. Na medida em que a democracia acontecia, os movimentos juvenis esvaziavam-se. Nos anos noventa e início do novo século, crescem os Movimentos e a juventude se dispersa. Surgem novas maneiras dos jovens se organizarem a partir do convívio com o mundo digital. As novas tecnologias absorvem os jovens. Os jovens ampliam os seus contatos de comunicação, mas diminuem a comunicação consigo mesmos. Vivemos hoje um tempo de fortes mudanças provocadas pelas mídias sociais onde não temos previsão onde tudo isto vai ser orientado. Apesar desta instabilidade, algumas características podem ser captadas: imediatismo, centralismo, personalismo, em geral, com uma perda de sentido no comunitário, em consequência, rejeição a tudo o que é Institucional. A impressão que se tem, olhando a juventude atual, é que se trata de uma geração que quer viver o momento, não importa como. Possui plena liberdade sobre seu corpo e suas opções, vive uma aceitação pacífica de expressão sexual livre. Diante desta realidade, surge uma pergunta: O que os jovens, sempre causadores de mudanças, estão querendo dizer ao mundo de hoje?

Concluímos afirmando que esforçar-se para entender estes gritos é fundamental para a continuidade da humanidade. O mundo precisa de uma reação.

 

Pe. Mário Pizetta,ssp (pároco)


 

 

Renovação das Paróquias: desafio para a igreja no milênio!


 

Além de Santo António e das festas juninas, o calendário litúrgico no mês de junho, nos apresenta as festividades dos Apóstolos Pedro e Paulo, os grandes pilares da Igreja. Ambos receberam de Jesus a missão de levar a sua Palavra aos povos de toda a terra, Referindo-se a Pedro, Jesus af i rmou: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" (Mi 16,18). No caso de Paulo, Deus fala por meio de Ananias: "l/oc&á um instrumento que eu escolhi para anunciar o meu nome aos pagãos, aos reis e ao povo de Israel" (At 9,15). A consciência missionária de Paulo era tão grande que, ele mesmo, escrevendo aos Romanos, afirma: "Paulo, servo de Jesus Cristo, escolhido para ser apóstolo, reservado para anunciar o Evangelho" (Rm 1,1). 

Pedro foi escolhido por Jesus para ser o líder, o coordenador, o articulador, o animador dos Apóstolos. Na figura de Pedro estão o Papa Francisco, o Bispo na diocese, o Pároco na paróquia, o Coordenador de grupo de serviços numa comunidade. Todos exercem o serviço da autoridade. O próprio Jesus nos diz o que é autoridade: "Aquele que entre vós quiser ser o maior seja o servidor de todos" (cf. Lc 22,24-26).

Paulo, mesmo não estando entre os Doze, é escolhido por Deus para difundir o Evangelho na Igreja nascente e ser uma luz para a Igreja nos nossos dias. Dele aprendemos a conquista, cada vez maior, do espírito missionário: trabalhar na evangelização dos povos, penetrar nos lugares onde a Palavra de Deus é desconhecida, atuar nos grandes areópagos do nosso tempo.

 

 Os apóstolos Pedro e Paulo não trabalham em Igrejas diferentes; seus trabalhos são complementares. A Igreja precisa muito do "espírito" de Pedro e de Paulo. Quando falamos de Pedro, como pedra, podemos ter a sensação de que sua missão seja mais importante. Esquecemos de que o anúncio do Evangelho precisa ser uma obra de comunhão, uma ação comunitária. Quando trabalhamos em comunhão construímos a unidade, melhor testemunhamos o que anunciamos. Paulo, com seu "espírito" desbravador, ousado, destemido, não conhece limites nem fronteiras. Onde existiam povos, Paulo lá estava para testemunhar o que ele mesmo recebeu do Senhor.

O grande risco que corremos hoje, diante de um mundo diversificado, pluralista e personalista, é tornar a diversidade dos serviços uma competição entre atividades da comunidade. Quando isto ocorre, são grandes os prejuízos para a evangelização. Não percebemos que a concorrência interna entre os grupos acaba destruindo todo o trabalho da comunidade. Despercebida-mente reproduzimos entre nós o que tanto combatemos do mundo. Os carismas não se substituem; se complementam. Vejamos algumas expressões comuns em nosso meio hoje: "o meu grupo", "o meu movimento", a "minha paróquia". O Reino é resultado de comunhão. O evangelista Lucas, nos Atos dos Apóstolos, nos ensina como superar os problemas na comunidade.
 
Os Apóstolos Pedro e Paulo nos inspiram fortemente para os dias de hoje; Pedro, na capacidade de agregar, de prontamente responder aos apelos do Mestre; Paulo, um grande estudioso, é comunicador insubstituível. Faz da Palavra o grande instrumento de sua missão. Paulo sempre sentiu a força de Deus: "Não tenha medo, continue a falar, não se ca/e, porque eu estou com você" (At 18,9-10).
 
Nos caminhos de Pedro e Paulo as luzes para os nossos dias.
 
Pé. Mário Pizetta.ssp (pároco)

 

 

Renovação das Paróquias: desafio para a igreja no milênio!


 

A evolução das tecnologias é uma realidade, os impactos das mudanças tecnológicas e culturais são inevitáveis. Adaptar-se a elas é condição de sobrevivência também e principalmente para as paróquias, que precisam estar atentas a essas mudanças e buscar sempre novas formas de evangelização.

O modelo de estrutura paroquial sobrevive até hoje. Todavia, diante do contexto cultural individualista e subjetivista que vivemos, este modelo, apesar de ainda válido, não responde mais às exigências na formação e assimilação do discipulado e espírito de missão. Repensar a paróquia na sua estrutura é questão vital e fator de revitalização no agir da Igreja. A pergunta: acreditar na paróquia como uma rede de núcleos independentes e interligados ou em uma paróquia que possui uma única comunidade? O importante não é o modelo.

O essencial é tornar a paróquia um espaço de evangelização, de encontro com Deus, buscando estar presente em todas as suas realidades.Nos últimos tempos tem sido grande a preocupação da Igreja da América Latina e do Caribe em assumir uma corajosa ação renovadora das paróquias, a fim de torná-las "espaços da iniciação cristã, da educação e celebração da fé, abertas à diversidade de carismas, serviços e ministérios, organizadas de modo comunitário e responsável... (cf. Dap. n. 170).

 Não podemos pensarem novos caminhos sem antes definir a sua razão de ser: "a comunidade é chamada a ser o espaço onde se recebe e se acolhe a Palavra, onde se celebra e se expressa na adoração do Corpo de Cristo" (cf. Dap. n. 172). Nesta busca de renovação não podemos nos descuidar da:

a) CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA: A participação da Eucaristia continua sendo a grande fonte da vida cristã, a verdadeira escola de vida. É o ato litúrgi-co que traz a maior força agregadora na comunidade. Se a eucaristia é o centro, como celebrá-la nas comunidades onde não existe padre? Por isso, mais do que quantidades de missa, é necessário que as celebrações, sobretudo as festivas, sejam bem preparadas e celebradas. As missas não podem se transformar em espetáculos, mas favorecer o encontro com Deus (cf. Dap. n. 175). As grandes celebrações são necessárias para nos sentirmos irmanados a outros irmãos que da mesma forma celebram a fé. Válidas são as iniciativas de promover a Eucaristia nos condomínios, prédios, espaços fora da Igreja. É uma forma de levar a Igreja até às pessoas. Quanto mais favorecemos a comunhão entre aqueles que acreditam na Eucaristia, maior se torna o testemunho.

b) ESCUTA DA PALAVRA: Cada dia que passa descobre-se que o contato, o aprofundamento na Palavra torna-se a grande fonte de revitalização da fé. A Palavra é o relato de uma experiência de fé. Nesta perspectiva, muito útil é a criação de núcleos de escuta da Palavra em condomínios, ruas, casas. Para isto é necessário que haja uma liderança que tenha o mínimo de formação bíblica. A compreensão da Palavra favorece o crescimento da fé.

c)  FORMAÇÃO DOS LEIGOS: A renovação de uma paróquia passa pela convocação e formação de leigos missionários. A multiplicação de leigos comprometidos é essencial para responder às novas exigências (cf. Dap n. 174). São eles que estão no mundo do trabalho, junto às ciências, comunicação, esportes. Nossa paróquia busca oferecer dois dias no mês para estudos sobre a doutrina da Igreja e a formação litúrgica. Tudo começa pela revitalização da catequese e pela formação religiosa, tão incentivada por Bento XVI.

d)  REVITALIZAÇÃO DE TODOS OS DEMAIS SACRAMENTOS: Mesmo vivendo nos grandes centros urbanos, constata-se uma valorização dos sacramentos. Quanto mais uma paróquia atende às necessidades particulares, mais presente ela é na vida do bairro.

e)  ESPAÇO DE SOLIDARIEDADE: O exercício da solidariedade é importante para manter vivo o espírito da comunidade e tornar-se sinal do Ressuscitado. Estes gestos tornam-se serviços na comunidade. Uma religião sem compromisso com o irmão é uma religião morta, nos diz São Tiago (cf.Tg2,1ss.).
A verdadeira renovação vem com o crescimento da fé e este só é possível a partir da experiência comunitária.

Pé. Mário Pizetta,ssp (pároco)

 

 
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