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A vóz do Pároco - Maio de 2015.
 

MAIO: COM MARIA E CELEBRANDO O DIA DAS MÃES
 

Maio é um mês Mariano porque invocamos Nossa Senhora e festejamos o dia da criatura que mais amamos: a Mãe.

A lembrança da mãe nos faz voltar ao passado, lembrar-nos daquela que nos acolheu, protegeu, embalou, acompanhou-nos no sono mais profundo e, no tempo oportuno, nos acordou.

Quando falamos de mãe, resgatamos o sentimento mais profundo de um ser humano, o sentimento de filho. Com a palavra Mãe não apenas fazemos canções, poesias. Ela nos humaniza e faz aplacar os mais brutos pensamentos que, às vezes, ocorrem dentro de nós.

Um dia escutei de uma mãe: “ser mãe, no passado, era mais fácil do que nos dias de hoje”. Esta afirmação tem algo de muita verdade. O modelo de mãe, em época não muito recente, assim se desenhava: o pai trabalhava, enquanto a mãe cuidava dos filhos. O que ela fazia não era considera do trabalho. Entre as muitas tarefas, preparava a comida, lavava, costurava, acompanhava os filhos nas tarefas escolares, era a guardiã da casa, uma verdadeira pedra angular. Era uma vida de muito sacrifício.

Com o surgimento dos centros urbanos, começa a despertar uma nova concepção de mãe: muitas precisam sair para o trabalho e dar solidez econômica à família, melhores condições aos filhos e à própria estrutura familiar. A vida do campo era menos preocupante.

Com a consolidação das cidades, surge outra mudança no perfil da família: o número de filhos. No campo, o controle da natalidade não existia. Os filhos eram sinal da bênção de Deus. Na cidade, porém, o número de filhos por família começa a diminuir. Vem a emancipação da mulher, que deixa de ser uma servidora do lar e começa também a estudar.

Hoje, vemos a mulher sempre presente, mais participativa. O mercado de trabalho fez surgir novos modelos de famílias. Com frequência, vemos muitos casais que não possuem filhos e, o que é mais preocupante, muitos não os querem. Veem os filhos como um impedimento à carreira, à vida.

Diante dessa realidade, alguns sinais se apresentam: crescem o individualismo e a indiferença, desaparecem os sentimentos; quando existem, estes são, muitas vezes, carregados de traços doentios.Perguntamo-nos: Para onde vai o sentimento de mãe? Para muitas mulheres, ser mãe era um dos maiores sonhos. E hoje...?

Rezo por todas aquelas mulheres que não renunciam ao lado materno.


PARABÉNS, MÃES! 
 

Pe. Mário Pizetta, ssp - Pároco


A vóz do Pároco - Março e Abril de 2015.
 

A VITÓRIA DA VIDA SOBRE A MORTE

Nada melhor define a Páscoa do que esta expressão: “a vida venceu a morte”. Com a ressurreição, Jesus resgata a vida. A sua presença no mundo é uma luz que não se apaga, um caminho que nos conduz ao eterno, uma existência que nos traz felicidade. A quaresma nos fez percorrer uma estrada. Vejamos:

  • Durante quarenta dias acompanhamos os passos de Jesus rumo a Jerusalém. Fomos ao deserto com Ele e aprendemos a superar as tentações. Subimos ao Monte Tabor com Pedro, Tiago e João. Vimos a manifestação gloriosa de Jesus. Ficamos tão emocionados que tivemos vontade de lá ficar, mas a vida continuava, tínhamos que descer do monte. Na planície estava a vida.
  • Diante do templo, por ocasião das festas da Páscoa, acompanhamos a indignação de Jesus que expulsou os vendilhões do espaço. Comparamos a serpente do deserto com Cristo na Cruz. Olhar com fé para a Cruz nos purifica do pecado. “A luz foi posta no mundo, mas ela não foi reconhecida” (cf. Jo 3,19). Fomos alertados que “todo grão de trigo que cai na terra, se não morrer, não vai nascer” (cf. Jo 12,24b).
  • Durante a Quaresma aprendemos que, para conquistar a felicidade, cada um precisa aprender carregar a sua Cruz. No domingo de Ramos, vimos e acolhemos Jesus com flores, palmas. Gritávamos: Hosana Rei. Não passava na nossa cabeça que Jesus iria ser condenado à morte. Ele deveria ser aclamado Rei. De fato, Ele foi um Rei. As autoridades o levaram para a cruz. Jesus era um obstáculo para o mundo da época.
  • E o mundo não reconheceu Jesus. Jesus atraia multidões, alguém que veio trazer algo novo. Suas ações perturbavam a ordem pública, pois não dizia o que as pessoas queriam ouvir, mas justamente aquilo que não queriam ouvir.
  • Estivemos na Ceia com Jesus, quando Ele nos ensinou que precisamos lavar os pés uns dos outros. Neste dia Jesus nos deixa a Eucaristia como sua memória eterna.
  • Passamos algumas horas com Jesus no Horto das Oliveiras, depois o acompanhamos no caminho do Calvário. Ficamos impotentes diante da brutalidade contra Ele. · No silêncio da Sexta-feira Santa meditamos uma contradição: Ele fez bem todas as coisas em nosso meio e os homens não o reconheceram. A morte de Jesus nos deixou tristes, mas não abatidos. Havia esperança em nós, afinal, Ele tinha nos dito que ressuscitaria.
  • Chegamos à manhã da grande vitória. Viver a Ressurreição é colocar-se no caminho a serviço da vida. A cada gesto que fazemos em favor do irmão, plantamos sementes de esperança.

Vivemos um tempo de crise muito forte que invade nossas famílias, nos deixa agitados, tira-nos o sono. Diante de momentos difíceis, nada melhor do que acolher o espírito do ressuscitado. A ressurreição deixa para trás o velho. Busquemos acolher os processos de transformação, de mudança de vida. Deus nos criou para a vida, não para a morte. Jesus faz morrer dentro de nós tudo o que impede a vida. Vivamos a Páscoa enquanto olhamos para frente, para o futuro. 

FELIZ PÁSCOA A TODOS!

Pe. Mário Pizetta,
ssp - Pároco


 

 

A vóz do Pároco - Janeiro e Fevereiro de 2015.

UMA PARÓQUIA A SERVIÇO DA VIDA PLENA PARA TODOS

 

Depois de um breve período de férias, iniciamos um novo ano: 2015. Aos poucos vamos retomando os trabalhos pastorais e os serviços. No mundo dos homens encontramos férias; mas, nas realidades de Deus, nunca! 

 

Neste novo ano a linha condutora de nossa caminhada Pastoral é: "Sermos uma Igreja que testemunha Jesus Cristo na cidade de São Paulo" (11º Plano Pastoral - 2013-2016). 

 

Nossa primeira preocupação desse ano é com a CAMPANHA DA FRATERNIDADE. Esta nos leva a um tema muito envolvente:Igreja e Sociedade, com o lema: Eu vim para servir. 

O objetivo da Campanha é "Aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus” (Texto da Campanha n. 13, CNBB). Com a CF, a Igreja quer reafirmar a sua grande missão, cumprindo a ordem de Jesus, que "veio para servir" (cf. Mc 10,35-45).

 

Outro evento marcante da Igreja neste ano é a celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II. Para ajudar nesta reflexão voltaremos a reler e a estudar o documentoGaudium et Spes ( A alegria e as esperanças). Este estudo será uma das ações do Setor Paraíso. Entender a presença da Igreja na caminhada da sociedade é cada vez mais importante para a evangelização.

 

Igualmente, como grandes preocupações de nossa ação pastora,l estão a , os catequese jovens família e a . Destas, nossa paróquia estará mais atenta aos jovens. Aliás, uma paróquia encontra renovação quando vai ao encontro dos jovens e abre espaço para que possam fazer sua experiência com Jesus Cristo, lembrando o Evangelho do segundo domingo do tempo comum, quando os discípulos de João perguntam: “ ” E Jesus responde: (cf. Jo Onde moras? “Vinde e Vede” 1,39s).

 

E continuaremos nos empenhando para dar mais utilidade aos nossos espaços paroquiais, incentivando novas iniciativas e parcerias, como a prática de exercícios físicos (alongamento e ginástica para os diabéticos) e o desenvolvimento de atividades culturais: Pintura, Macramê, Desenho, Alfabetização, Oficinas, Música (violão, flauta e teclado). Também prosseguiremos os estudos e, quem sabe, iniciaremos as obras do ESTACIONAMENTO.

 

Desafios não faltam, por isso, convidamos a todos que desejam participar mais da vida da comunidade que deixem seus nomes na secretaria ou procure nossas equipes.

 

A paróquia quer ser uma casa de serviço à vida plena!

 

Pe. Mário Pizetta, ssp 
Pároco


 

 

A voz do Pároco - Novembro e Dezembro de 2014

 

OS SINOS DE BELÉM TOCAM: "NÃO TENHAM MEDO!"

 

"Não tenham medo! Eu anuncio para vocês a Boa Notícia, que será uma grande alegria para todo povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vocês um salvador, que é o Messias, o Senhor" (Lc 2,10-12).

 

Estas foram as palavras do anjo aos pastores e elas se repetem hoje para todos nós. Jesus está no nosso meio. Ele veio morar no meio de nós.

 

A presença de Jesus na vida de cada um e na vida da comunidade é o sinal para todos os que andam abatidos, cansados, desanimados e sem esperança. O anúncio de sua chegada é uma Boa Notícia. Jesus Menino é uma criança que vem nos alegrar, é a companhia de que tanto precisamos.

 

Este anúncio, no final de ano, avisa que é Natal, tempo que nos convida a encaminhar mensagens de esperança aos familiares, amigos e aos que fazem parte de nossa caminhada.

 

Com o Natal sinalizamos que deixamos para trás um tempo e vamos ao encontro de outro, um tempo novo, pois de nada adianta ficar olhando para trás. O caminho feito nos serve para ir elaborando nossa experiência de vida. O que existe para construir é sempre mais importante do que aquilo que ficou para trás. Viver exige olhar para frente. O que passou é uma página a mais em nossa história.

 

Com este número de novembro-dezembro, o Boletim Informativo Santo Inácio encerra 2014. Podemos dizer com satisfação: foi um ano repleto de novas vitórias. Vejamos algumas:

 

  • A grande conquista Pastoral de 2014 foi a reorganização dos Ministros Extraordinários da Eucaristia e da Pastoral da Saúde. Hoje este serviço está mais organizado e fortalecido, mas pode ser ainda bastante ampliado com a chegada de novos colaboradores. A abertura ao outro é um sinal de maturidade na fé, uma verdadeira experiência de Deus. A missão da comunidade é levar Cristo ao outro. Não nos esqueçamos da carta de Paulo, no 30º domingo, quando ele se alegrava com a comunidade de Tessalônica pelo fato de seus membros terem acolhido a Palavra de Deus e esta Palavra não ter ficado aprisionada na comunidade, mas ter sido levada além da Acaia e da Macedônia (cf. 1Ts 1,5-10).                                                                                                                       
  • Lembramos o fortalecimento da catequese, com a chegada de novas colaboradoras. Como consequência, mais de 30 crianças estão fazendo a sua 1ª Eucaristia.                                                                              
  • Não podemos esquecer nossa experiência de Setor, o Mutirão Bíblico, as missas Missionárias nos condomínios, o site da paróquia, que passou a ter mais de 230 acessos diários. Destaque também para outras vivências agora mais estruturadas, como Reza do Terço, comemorações de São Francisco, Santo Antônio e Santa Teresinha, 1ª sexta-feira do mês, celebrações da Família Paulina...                                                                                                                                                                   
  • Na dimensão das atividades diversas tivemos a reorganização dos Bazares, a Quermesse, e novas iniciativas (Alongamento, Ginástica, Desenho).

 

Enfim, foram muitas conquistas. Vamos em frente...

 

Olhando para 2015, temos importantes desafios no sentido de dar mais vida às diversas Parcerias de Serviços na paróquia. Vamos concentrar esforços para uma: “Maior aproximação dos jovens na vida da comunidade”, “Atenção maior às famílias” e “Melhora cada vez maior de nossas celebrações”, além de um “Fortalecimento do trabalho da Catequese”, “Dinamização dos nossos eventos”, e “Ampliação da Acolhida”.

 

Não esqueça: a sua presença na comunidade é muito importante.

 

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
(pároco)


 

 

A voz do Pároco - Outubro de 2014

 

MISSÃO: O OLHAR DE JESUS PARA O IRMÃO

 

Não é novidade para ninguém afirmar que estamos vivendo um tempo de grandes transformações na forma de se relacionar com as pessoas. Estamos passando do tempo do encontro pessoal para a época virtual. Com isto, atingimos um número de contatos cada vez maior, mas correndo risco de esvaziamento e de fechamento. Alguns sinais indicam que cresce o número de solitários, de pessoas perturbadas, de pessoas tristes... E, em contrapartida, cresce a busca por remédios.

 

O mês de outubro nos leva a aprofundar e a compreender a dimensão missionária na vida do discípulo de Cristo. Cada batizado, cada pessoa engajada na comunidade descobre que somos todos convidados a viver o mandato de Jesus: "Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações"(Mt 28,19).

 

Missão não é um ato de esperar, mas de ir ao encontro do outro. A missão é voltar-se para o outro. O espírito missionário nasce no Batismo, cresce na vivência da fé e encontra expressão na comunidade cristã. A participação na vida da comunidade nos possibilita encontrar e conhecer melhor a vida do outro, seus problemas e suas esperanças.

 

O encontro com o outro abre as portas para a prática da solidariedade. A fé nos desafia. A missão é sempre uma atitude de solidariedade com o irmão. O grande exemplo de missão vem do Mestre, que ia ao encontro do outro, passava por vilas e povoados... O desejo de ser missionário vem da nossa fé, que nos obriga a sair do isolamento pessoal para ir ao encontro do outro, entrar em comunhão (cf. Dap. n.156).

 

a. Onde começa a missão?
A exortação Apostólica "Alegria do Evangelho", do papa Francisco, nos diz: "O serviço missionário começa aos pés do altar, ganha força com a meditação da Palavra, no diálogo concreto com o Senhor, na contemplação dos desafios que se colocam diante dos olhos, no espaço interior que damos para Deus"(cf. AE n. 262).

 

b. O que fazemos na missão?
Na missão, levamos o que aprendemos aos pés do altar: o amor que recebemos de Jesus, pois quem se sente amado por Deus quer partilhar esta alegria com o outro. Ir em missão é uma atitude de desprendimento de si próprio para ser o rosto misericordioso de Jesus a todos que ainda não descobriram o amor do Pai, portanto, missão é abrir espaço para que o amor do Pai seja descoberto e partilhado com aqueles que estão distantes, os desocupados, como nos diz o evangelho do 25º domingo do tempo comum (cf. Mt 20,1-16).

 

A verdadeira missão inicia dentro da própria comunidade. Sempre é bom perceber: não somos nós a fazer missão, mas é Deus que opera no nosso agir. O discípulo é apenas um instrumento do agir de Deus. Lc "Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a Tua Palavra" ( 1,38). Quanto mais forte é o espírito missionário na vida de uma comunidade maior será a sua ação evangelizadora, pois mais visíveis serão as ações de Jesus.

 

Neste mês de outubro, rezemos por todos aqueles, homens e mulheres apaixonados de Cristo, que renunciam a si mesmos e levam esperança para os desvalidos.

 

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
(pároco)


 

 

A vóz do Pároco - Setembro de 2014

 

TUA PALAVRA É FONTE DE SABEDORIA

O título do salmo 119(118) afirma: "A palavra de Deus ilumina o caminho do homem".

 
 

Parte desse salmo foi rezada no 17º domingo do Tempo Comum, e uma das estrofes dizia: "Vossa palavra, ao revelar-se, me ilumina. Ela dá sabedoria aos pequeninos”.

 

Paulo, o grande pregador dos povos, também nos diz: "Elas têm o poder de comunicar a sabedoria"(cf. 2Tm 3,15).

 

Esta introdução nos coloca no foco deste mês: Melhor coleção de livros já publicada A Bíblia. na história e também a mais lida e a mais consultada, a Bíblia é a grande transformadora de vidas.

 

A Palavra é fonte de sabedoria porque nos mostra o grande amor de Deus pela humanidade. Ela é fonte de inspiração para os homens orientarem os seus caminhos.

 

Escrevendo a Timóteo, o apóstolo Paulo diz: "Toda escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para refutar, para corrigir e para educar na justiça"(2Tm 3,16).

 

Deus, no Antigo Testamento, utilizou a Palavra para se comunicar ao povo escolhido; depois, chegada a plenitude tempos, nos envia o seu Filho ao mundo(cf. Jo 1,1ss). Por meio de sua vida, Ele manifesta o plano do Pai para a humanidade: o Reino de Deus.

 

Por meio da pregação, Jesus falou ao povo e chamou um grupo de homens, os instruiu, e os deixou para continuar a obra amorosa de Jesus(cf. Mt 10,2-4; Mc 3,13-19; Lc 6,12-16). A eles foi confiada a missão de ir ao mundo: "Vão pelo mundo inteiro e anunciem a Boa notícia para toda a humanidade"(cf. Mc 16,15).

 

No livro do profeta Ezequiel, encontramos estas palavras: "Vi uma mão estendida para mim, na mão, um livro enrolado. 'Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel.'

 

Eu abri a boca, e ele fez comer o rolo. 'Alimenta o teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou.' Ele era doce como o mel em minha boca"(Ez 2,8-3,4). De fato, a Palavra é fonte de onde o homem bebe a vida. É feliz todo aquele que a procura e a medita em sua vida, deixando-se guiar pelos seus ensinamentos.

 

Com a vinda do Espírito Santo, os apóstolos iniciam o caminho de evangelização.

 

A Igreja reúne todos os dias os fiéis para ouvir a Palavra de Deus e celebrar a Eucaristia. Dar a Palavra é a missão da Igreja, portanto, este é o alimento que a Igreja oferece aos seus fiéis. A Palavra de Deus torna-se Luz em nosso caminho, pois nela encontramos as respostas para nossas interrogações.

 

O mês da Bíblia quer nos levar a compreender o quanto o encontro com a Palavra revoluciona a vida. O , que o Setor Paraíso está promovendo neste mês de setembro, é um Mutirão Bíblico incentivo para conhecermos mais a Palavra de Deus.

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
(pároco)


 

 
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