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FALTAM OPERÁRIOS PARA A MESSE

O evangelho deste domingo tocará num grave problema das comunidades cristãs: A falta de pessoas disponíveis para ajudar na caminhada evangelizadora da Igreja.

Isaias, na 1ª leitura, convida a todos para que se alegrem com Jerusalém, pois o Senhor fará correr como um rio a paz, acolherá a todos como uma mãe acolhe seu filho e o Senhor estenderá sua mão (cf. Is 66,10-14).

No evangelho, Jesus escolhe e envia 72 para colaborar na evangelização: “ a messe é grande mas os operários são poucos”. Ao voltarem, relatam maravilhas de suas ações, mas Jesus os adverte para que não se alegrem por isso, mas porque seus nomes estão escritos nos céus (Lc 10,3).

Na segunda leitura, vemos Paulo fazendo uma confissão para os Gálatas: “me glorio somente na cruz de Cristo e nada me perturba, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus” (Gl 6,14).

Vivemos num tempo de forte individualismo e pouca sensibilidade com o que é comum. A impressão que se tem é que o ser humano perdeu o sentido do coletivo. A tragédia, o sensacionalismo, as desgraças do irmão parecem entorpecer o ser humano. As novas tecnologias aumentaram as informações, mas distanciaram as pessoas.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


JESUS: “O CRISTO DE DEUS”

No evangelho deste domingo, Jesus quer ouvir aparentemente dos discípulos o que o povo diz dele. Mas o fim mesmo é saber como os discípulos o reconhecem: “E vós quem dizeis que eu sou?” Na primeira leitura, o profeta Zacarias preanuncia que sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém será derramado um espirito de graça, Diante dos que morrerem muitos irão chorar e os caminhos de Jerusalém serão purificados (cf. Zc 12,10-11;13.1). Jesus, no evangelho, quer ouvir de seus discípulos o que o povo pensa dele, mas Jesus quer ir mais longe: quer ouvir dos discípulos como eles o reconhecem? Estes dizem que “Ele, é o Cristo de Deus”. De fato, no reconhecimento de Cristo está a nossa fé. Jesus aproveita o momento e anuncia de que ele sofrerá, morrera e depois no terceiro dia vai ressuscitar. Depois comunica que quem quer segui-lo precisa assumir o caminho da cruz (cf. Lc9,18-24). Na segunda leitura, Paulo nos dirá que somos filhos de Deus se cremos em Jesus Cristo. Por isso somos todos irmãos. Entre nós não haverá mais diferenças. Nele seremos apenas um (cf. Gl 3,26-29). Que nossa fé cresça em Jesus, e que sejamos capazes de nosreconhecer como irmãos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


SANTISSIMA TRINDADE: UNIDADE, COMUNHÃO, FIDELIDADE

Neste domingo celebramos a festa da Santíssima Trindade. A festa da unidade, a comunhão e fidelidade.

As leituras irão nos ajudar a compreender este grande mistério: três pessoas, Pai, Filho e Espirito Santo, mas um só Deus.

Na primeira leitura, na personificação da sabedoria está toda a obra de Deus Pai: “O Senhor me criou, como primicia de suas obras”. Antes que fossem assentados os montes, feitos os luzeiros, quando tudo estava sendo preparado, aí eu estava” (cf. Pr 8,22-31).

O evangelho, com a promessa da vinda do Espirito Santo, a humanidade não ficará órfã. Mas ele ajudará a iluminar a mente humana para compreender tudo o que Jesus ao longo dos seus dias nos ensinou.

O homem não estará desamparado. No caminho da comunhão e fidelidade iremos compreender o grande mistério da Trindade (cf. Jo 16,12-15)

A segunda leitura Paulo nos dirá que justificados pela fé temos a paz. Mediados por Cristo, pela sua graça, podemos caminhar na esperança de que um dia conheceremos a gloria de Deus Pai. Em Jesus Cristo, somos capazes de superar todas as tribulações e nos mantermos vivos na esperança, que não decepciona (cf. Rm 5,1-5).

Todos os dias pela prática da caridade, alimentamos nossa esperança e participamos da glória da Trindade. Somos comunidade enquanto caminhamos como irmãos.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.


O SOPRO DA CORAGEM QUE IMPULSIONA PARA UMA IGREJA MISSIONÁRIA

Neste domingo celebramos o momento da confirmação da promessa de Jesus: “irei mas não vos deixareis órfãos”. Jesus, em comunhão com o Pai nos envia o Espirito Santo que vem agraciar com seus dons, iluminar nossa mente, dar ânimo às nossas forças, superar nossos medos e criar coragem em cada um de nós para sairmos em missão.

A primeira leitura relata que durante a festa de Pentecostes, no Antigo Testamento conhecida como a festa das Colheitas, o Espirito desceu, em forma de línguas de fogo, sobre os apóstolos impulsionando-os a ir para o mundo e evangelizar adaptando-se as diversas culturas. (cf. At 2,1-11)

O evangelho, de João nos relata que os discípulos estão escondidos numa sala por medo dos judeus. Mesmo tendo as portas fechadas, Jesus entra e sauda-os: “A paz esteja convosco, assim como o Pai me enviou eu envio vocês, e soprou sobre eles”, este é o sopro da coragem, da superação dos medos, da força da unidade, da compreensão que o evangelho não tem limites (cf. Jo 20,19-23).

A segunda leitura, Paulo afirma que reconhecemos Jesus pela presença do Espirito. Ele quem distribui os seus dons. A cada um é dado o seu dom, para que possamos formar a grande unidade( 1Cor 12.3-7.12-23).

Peçamos a Deus que nos cumule de dons para podermos construir um mundo novo.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco.