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O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO 

Neste domingo estamos concluindo o tempo litúrgico do Tempo Comum, Ano B, e com ele celebramos a festa do Cristo Rei. As leituras nos ajudam a compreender esta realidade. 

No livro de Daniel, em suas visões noturnas, descreve a chegada de um homem que se aproxima diante do ancião e a ele foram “dados o poder, glória e realeza e todos os povos o serviam” e um poder eterno que não será tirado e que não se dissolverá (cf. Dn 7,13-14). 

O evangelho nos apresenta o encontro de Jesus com Pilatos. Vemos Jesus dizendo a Pilatos que seu reino não é deste mundo. Jesus explicará as razões de sua vinda: “Eu vim para dar testemunho da verdade”. O reino que Jesus apresenta é um reino de Paz, de Serviço e Justiça. O reino de Jesus não é feito pela força, pelos poderes deste mundo, mas ele se constrói no caminho que promove a vida (cf. Jo 18,33-37). 

Na segunda leitura, João nos dirá que Jesus “é o alfa e o ômega, ou seja o princípio e fim, aquele que era e que vem, o todo poderoso” (cf. Ap 1,5-8). 

No próximo domingo iniciaremos o ADVENTO, caminho de preparação ao Natal. 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A IMPORTÂNCIA DE COMPREENDER OS SINAIS DOS TEMPOS  

A liturgia deste 33º domingo do tempo comum nos apresenta uma linguagem em tom apocalíptico, bastante forte que pode nos causar medo. Tudo isto porque estamos concluindo o Tempo Comum e nos preparando para um novo ano litúrgico. 

Na 1ª leitura, o profeta Daniel, lembra o dia do julgamento: Miguel se levantará e causará espanto, angustia, “muitos dos que dormem no pó da terra despertarão, o povo será salvo, os que tiverem sido sábios brilharão” (cf. Dn 12,1-3). 

O evangelho, numa linguagem apocalíptica afirma que o sol vai escurecer-se, a lua deixará de brilhar, as estrelas despencarão é o anuncio da chegada do Filho do homem. Jesus alerta que somos capazes de perceber os sinais do pé de figueira, também precisamos estar prontos para este grande momento. (cf. Mc 13,24-32). 

A segunda leitura nos lembra que a diferença entre o sacrifício oferecido pelo sacerdote no AT e o sacrifício de Cristo, sacerdote eterno. O sacerdote entra no templo para oferecer sacrifício pelos pecados do povo. Cristo faz um único sacrifício, oferece a si mesmo, nos salvando eternamente (cf. Hb 10,11-14). 

Rezemos todos pelas conclusões do Sínodo paroquial. 

Pe. Mário Pizetta, 
Pároco


DOAR: UM ATO DE QUEM É LIVRE

O 32º domingo do tempo comum ano B, nos coloca diante de duas viúvas: uma se encontra com o profeta Elias, que lhe pede água e depois pão, a outra, a viúva que faz sua oferta no templo.

A primeira leitura relata o encontro de Elias que pede a uma viúva água e pão. A viúva alerta o profeta de que o que possui é tão pouco, ou quase nada. O profeta lhe diz para que proceda desta forma que jamais lhe faltará. Ela acredita e confia. De fato, a farinha não baixou na vasilha e a água jamais faltou (cf. 1Rs 17,10-16). Quem aprende a partilhar jamais falta.

O evangelho relata Jesus advertindo o povo para que fiquem atentos às pregações dos doutores da lei, e depois indo sentar-se diante do cofre das ofertas. Observava como alguns depositavam grandes quantias, e viu também uma pobre viúva que deu duas moedas, que não valiam nada. Depois, Jesus chama os discípulos e diz a eles que esta viúva deu tudo o que tinha, e os outros deram do sobraram (cf. Mc 12,38-44). Nosso gesto de doar não pode ter limites.

A segunda leitura, nos relembra que o sumo-sacerdote no Antigo Testamento entrava no templo uma vez por ano, para oferecer sacrifícios de reparação, Cristo entra uma só vez e sua oferta é para sempre (cf. Hb 9,24-28)

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco