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AS BEM-AVENTURANÇAS: O CAMINHO DA SANTIDADE

A Igreja celebra neste domingo, a festa de todos os Santos e apresenta as Bem-aventuranças como o caminho da santidade.

Na primeira leitura, o livro do Apocalipse, apresenta o grande dia, o da salvação. O Senhor assinalará na fronte todos os que a ele pertence, e de todos os povos virão pessoas e formarão uma grande multidão. Estes são todos aqueles que passaram pela tribulação e foram vencedores (cf. Ap 7,2-4.9-14).

O evangelho apresenta as bem-aventuranças. São elas: os que se abrem para Deus, os aflitos, os mansos, os que tem fome e sede de justiça, os misericordiosos, os promotores da paz. Felizes quando vos perseguirem. Na vivencia desses apelos está a certeza de que estamos passando pela porta estreita e conseguindo a santidade (cf. Mt 5, 1-12).

Na segunda leitura, João nos mostra o amor que Deus tem por cada um de nós, tratando-nos como seus filhos. A vida é um aguardar permanente até o dia da revelação plena (cf. 1Jo 3,1-3).

Ontem celebramos nossos antepassados. Foi um momento de nos confrontar com o grande mistério da morte. Nesse dia também rezamos por todos os falecidos da paróquia. Recordamos também com carinho de todos os sacerdotes que trabalharam aqui conosco.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


MISSÃO: UM CHAMADO A SERVIR

Celebramos neste domingo o dia mundial das missões. Um desafio cada vez maior para o universo da cidade, diante de um mundo que vai se distanciando de Deus. Há poucos anos, missão era partir. O outro, distante, tinha necessidade de Deus. Hoje, o grande anúncio de Deus é dentro de nossas famílias, condomínios, vilas em nossas cidades. Afastamos Deus de nossa caminhada.

A primeira leitura, vem do profeta Isaias e nos mostra que todo missionário, como o verdadeiro Servo Sofredor, carrega o peso do sofrimento. Através dele alcançará a luz e uma ciência perfeita e tornará muitos homens justos (Cf. Is 53,10-11).

O evangelho, afirma Jesus aos discípulos, e também a nós hoje, que a grande tarefa do missionário é servir, não querer sentar-se à direita ou a esquerda. Servir é assumir riscos e não reproduzir esquemas deste mundo. O que serve evangeliza. Damos testemunho na medida que servimos. (Mc 10,35-45).

A segunda leitura, o autor da carta aos Hebreus, dirá ao missionário hoje que precisamos ter confiança em Cristo, Ele nos protege. Cada pessoa que abraça a missão precisa se aproximar, com toda a confiança ao Sumo e eterno sacerdote, para obter o auxílio necessário (Hb 4,14-16).

A missão não é uma iniciativa pessoal, mas um envio do Senhor.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A SABEDORIA NOS CONDUZ PARA A VIDA ETERNA

A liturgia deste domingo nos faz uma pergunta: ”o que devo fazer para conquistar a vida eterna?”(Mc 10,17-30)

O sábio nos dirá na primeira leitura que ele não encontrou nada igual a sabedoria, ela é superior as mais belas pedras preciosas(cf. Sb 7,7-11).

O evangelho nos dirá que a vida eterna é conquistada não apenas pela observância dos mandamentos, mas quando abandonamos tudo o que nos prende deste mundo: riquezas, cargos, e também das recompensas. Somos verdadeiramente livres quando damos às coisas deste mundo o seu devido valor e nos doamos totalmente as coisas de Deus. Ali veremos o quanto receberemos em troca(cf. Mc 10,17-30).

A segunda leitura, nos dirá que conquistamos a sabedoria quando penetramos no significado da Palavra, porque ela penetra o mais íntimo do coração, pois ela nos desnuda totalmente(cf. Hb 12-13).

Neste domingo, vamos nos unir aos dois novos santos na Igreja: São Paulo VI e o Bispo Oscar Romero. Paulo VI, aquele que levou em frente o Concílio Vat. II. Don Oscar Romero, morto em 24 de março 1980, enquanto celebrava a missa. Dizia: “A missão da Igreja é identificar-se com os pobres. Assim encontrará a sua salvação”.

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


“SERÃO OS DOIS NUMA SÓ CARNE” X “POR CAUSA DA DUREZA DO SEU CORAÇÃO”

O 27º domingo do tempo comum, ano B, nos leva a refletir sobre um dos problemas da Família: a separação.

Na 1ª leitura, o texto nos mostra a criação da mulher. Deus havia criado o homem e este ao olhar sobre todos os seres criados não encontrou algum semelhante a ele, por isso Deus o fez entrar num sono profundo e de sua costela fez a mulher (cf. Gn 2,18-24).

No evangelho, os fariseus interrogam Jesus sobre a separação do homem e da mulher. Jesus, não responderá aos fariseus, mas retorna a obra criadora do Pai e dirá que tudo isto acontece por causa da dureza do seu coração, não compreendendo que os dois são uma só carne (cf. Mc 10, 2-16).

Na segunda leitura, o autor da carta dos hebreus, reconhece a grandeza de Jesus sobre todas as coisas criadas, e o estabelece como centro de toda a criação (Hb 2,9-11).

Nos dias de hoje, vivemos um tempo de dificuldades na realidade da família. Grande parte das pessoas fazem experiência de união antes de assumir o matrimônio, os filhos não são mais a principal preocupação. Muitos daqueles que abraçam o casamento, separam-se antes mesmo de completar cinco, dez anos. E quando possuem filhos, estes ficam de um lado para outro, provocando desestruturações da vida da criança.

Estamos no mês missionário, rezemos para que sejamos cada mais uma Igreja Missionária.

Pe. Mário Pizetta
Pároco