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“OVELHAS SEM PASTOR”

Neste domingo, o 16º do tempo comum, ano B, veremos a primeira atitude daquele que segue Jesus: Compaixão. Este comportamento é uma forma nova de olhar o outro, um verdadeiro gesto de amor.

A primeira leitura, tirada de Jeremias, é uma advertência aos maus pastores, aqueles que escolhidos para serem pastores do povo não cuidam do rebanho, abandonam o povo, apenas instrumentalizam aqueles que lhe servem. São verdadeiros exploradores do povo, estes são os maus pastores. (cf. Jr 23,1-6).

No evangelho, Marcos registra a volta dos discípulos que tinham sido enviados em missão. Jesus convida os discípulos para um lugar deserto, lugar do silencio para descansar e avaliar o trabalho desenvolvido. Jesus deixa claro que o descanso é necessário, assim como o refletir sobre a missão. Ao olhar para aquela multidão sentiu compaixão. A compaixão é uma porta para o caminho da conversão. (cf. Mc 6,30-34).

Na segunda leitura, Paulo dirá a comunidade de Éfeso, que Cristo rompeu com os murros, libertou-nos do pecado e nos deu uma nova condição: em Cristo somos novas criaturas (cf. Ef 2,13-18).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


JESUS NÃO TRABALHA SOZINHO, CHAMA COLABORADORES

O 15º domingo do tempo comum, ano B, vemos no evangelho de Marcos que Jesus chama e envia pessoas para colaborar com ele no anúncio do Reino. A evangelização não pode ser um ato individualista, mas comunitário. Deus nos chama à comunhão.

Na 1ª leitura, Amós, reconhece que ele é apenas um simples pastor e cultivador de sicômoros, no entanto, o Senhor o chamou: “Vai profetizar para Israel meu povo” (Am 7,12-15). Ser profeta exige coragem, ousadia e muita confiança no Senhor. Despertamos o sentido do profetismo na medida que nos envolvemos com a realidade, onde constatamos as injustiças, o desprezo humano, nestes espaços nasce a indignação.

No evangelho Jesus recomenda aos discípulos que não levem nada além do necessário. Desfazer-se totalmente de tudo para apenas sentir a confiança do Senhor (cf. Mc 6,7-13). Jesus pede aos discípulos confiança e disponibilidade. Jesus alerta também para os possíveis riscos que todo o discípulo vai enfrentar.

Evangelizar, anunciar Jesus não é uma tarefa fácil.

Na segunda leitura, Paulo nos diz que Cristo nos chamou à santidade, nos fez conhecer os grandes mistérios da nossa fé, nos designou a sermos seus filhos adotivos, pelo seu sangue fomos libertos e perdoados de nossos pecados (cf. Ef 1,3-14).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


JESUS É REJEITADO NA SUA CIDADE

No 14º domingo do tempo comum, ano B, o evangelista Marcos, vai nos mostrar que jesus é rejeitado em sua terra de origem. As pessoas não reconhecem Jesus.

A 1ª leitura o profeta Ezequiel, como mensageiro de Deus, é enviado a levar a mensagem de Deus para um povo de cabeça dura e coração de pedra ( cf. Ez 2,2-5). Hoje da mesma forma, cada agente de pastoral é chamado a ser um testemunho vivo perante uma sociedade que vai deixando o Senhor de lado.

No evangelho, Jesus vai a sua cidade, Nazaré. Alguns se admiram dele, perguntam-se: donde lhe vem tanta sabedoria? Outros, afirmam: “ele não é um carpinteiro, seus irmãos não moram aqui conosco?, e outros ainda se escandalizavam no que viam”. Após perceber esta realidade Jesus declara: “um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares” (cf. Mc 6,1-6).

Na segunda leitura, Paulo nos alertará sobre o risco das vaidades estarem presentes em nossas atividades de evangelizadores, por isso fala da existência “de um espinho na carne”. Paulo reconhece que para a missão “basta a tua graça, pois é na fraqueza que a força se manifesta” (cf. 2Cor 12,7-10).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco