Banner
Contador de Visitas
447207


Mensagens da Semana Novembro 2017 PDF Imprimir E-mail

 

CRISTO, O REI QUE VAI AO ENCONTRO DE TODOS

 

Neste domingo concluímos o ano Litúrgico de 2017. Dessa forma, abrimos as portas do Advento no próximo domingo. Também neste domingo iniciamos o Ano do Laicato, tempo de maior conscientização sobre o protagonismo de todos aqueles que estão engajados na vida eclesial.

A primeira leitura vai mostrar que Deus é o verdadeiro Pastor, “eu mesmo vou apascentar as minhas ovelhas”. Deus não procede como os reis do mundo. Ele vai ao encontro de todos, ele vai procurar a ovelha perdida (cf. Ez 34,11-12.15-17).

Na segunda leitura Paulo, o apóstolo nos dirá que Cristo é a primícia, não só o primeiro, mas o mais importante no plano do Pai para receber a ressurreição e o Pai colocará todas as realidades deste mundo sob o seu poder. Cristo é o vencedor da morte (cf. 1Cor 15.20-26.28).

No evangelho, encontramos os últimos versículos do capitulo 25, a apresentação do juízo final. Jesus vai apresentar os critérios que serão utilizados nesse dia. Jesus vai nos confrontar com tudo o que ele em vida nos ensinou e praticou, quando esteve no nosso meio. Ele julgará o nosso amor e a justiça praticada (cf. Mt 25, 31-46).

 

Pe. Mário Pizetta, ssp

Pároco


TEMPO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS - CHAMADOS A MULTIPLICAR OS DONS

Na medida que vamos concluindo o ano litúrgico, de 2017, os textos proclamados voltam-se para a responsabilidade pessoal sobre a vida, nos interpela: quais são os frutos de nosso trabalho? Qual é a nossa colheita? Quais são nossos resultados? Quanto fomos capazes de multiplicar?

Na primeira leitura, do livro dos Provérbios, encontramos a exaltação da mulher virtuosa e temente a Deus: é mais preciosa que as joias; Ela é o encanto do marido, tem olhar para o necessitado e seus trabalhos são proclamados nas praças (cf. Pr 31,10-13.19-20.30-31).

O evangelho nos apresenta a parábola do talentos. Cada um de nós é agraciado por dons. Eles representam nossas capacidades para agirmos no mundo em favor do irmão e não apenas para si próprio. Na vida também não podemos esconder estes dons, nos omitir. Não é possível acomodar-se. Cada ser humano foi enriquecido pelo Senhor (cf Mt 25,14-30 ou 14-15.19-21).

Na segunda leitura, Paulo apóstolo, ainda continua explicando a comunidade a vinda do Senhor, “ela virá como o ladrão”, nunca vai avisar. Como “filhos da luz e filhos do dia ”, precisamos caminharmos de forma “vigilante e sóbria” (cf. 1Ts 5,1-5).

Neste domingo o Papa convida a todos a termos um olhar como de Jesus para os pobres. Em sua mensagem o Papa nos recorda que os pobres “sempre estiveram no coração da Igreja desde as comunidades primitivas”... e, “se queremos encontrar o Cristo é preciso que toquemos o seu corpo no corpo chagado dos pobres como resposta a comunhão sacramental recebida na Eucaristia”

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


PRUDÊNCIA E VIGILÂNCIA CAMINHAM JUNTAS


O 32º domingo do tempo Comum, ano A, nos apresenta duas atitudes de grande valor na caminhada cristã: a prudência e a vigilância. Vejamos como as leituras nos ajudam a compreender esta realidade:

A 1ª leitura, nos fala que a Sabedoria é a grande aliada do homem quando este a ama. Ela se antecipa e nunca se cansa, ela é a perfeição da prudência. A sabedoria ilumina todas as nossas escolhas, para buscarmos sempre os melhores caminhos (cf. Sb 6,12-16).

O evangelho continua a explicitar a apresentação do Reino nos mostrando a parábola das virgens prudentes e insensatas. As prudentes usam a sabedoria que está na vigilância. As surpresas acontecem todos os dias, o noivo pode chegar e sermos surpreendidos. Daí a necessidade de caminhar sempre preparados (cf. Mt 25,1-13).

A segunda leitura o apóstolo Paulo responderá as dúvidas da comunidade sobre o que acontecerá com aqueles que morreram. Paulo explicará que se cremos na ressureição estaremos na glória junto com o Pai (cf. 1Ts 4,13-18).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


SANTOS: SÃO TODOS AQUELES QUE VIVEM AS BEM-AVENTURANÇAS

A Igreja, no mundo INTEIRO, celebrou a festa de “Todos os Santos” no dia 1º de novembro. No Brasil, a CNBB, quando este dia cai na semana, a festa é transferida para o domingo seguinte.

A primeira impressão que vem na nossa mente quando falamos de santidade é de uma realidade muito distante, difícil de ser alcançada, um privilégio de poucos, mas na verdade, poucos são lembrados na história, mas são muitos os que se tornam santos. Santidade não é uma realidade inatingível, pelo contrário, cada ser humano pode alcançar a santidade. Santidade é ser íntimo de Deus. A História dos Santos nos mostra que temos santos de todas as idades, que alcançaram este grau nas mais diversas situações da existência. Qual o segredo? Amar, pois quando amamos testemunhamos Deus. Vejamos como as leituras nos ajudam a compreender esta busca:

Na primeira leitura, João por meio do Apocalipse,  vê  uma grande multidão de todos as nações, tribos, povos e línguas que trajavam a veste branca e tinham vindo da grande tribulação, pois tinham lavado suas vestes no sangue do Cordeiro (cf. Ap 7,2-4.9-14).

O evangelho nos apresenta o caminho percorrido pelos santos e santas, a vivência das Bem- aventuranças. Todo aquele que  pratica estas recomendações de Jesus será santo um dia. Vemos portanto que a santidade não exige grandes ações, mas fazermos o pouco em cada dia com amor (cf. Mt5,1-12).

A segunda leitura, João e sua carta 1ª carta nos dirá que somos seus filhos amados( 1 Jo 3,1-3).

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco