Banner
Contador de Visitas
447216


Mensagem da semana Julho de 2017

 

A BUSCA DO ESSENCIAL


O 17º domingo do Tempo Comum, ano A, continua a sua mensagem apresentando as últimas Parábolas.

Na 1ª leitura vemos o Senhor que fala a Salomão. O Senhor lhe dá a liberdade de pedir o que ele deseja.

Salomão se reconhece pequeno e pede apenas ao Senhor ”capacidade de governar o seu povo e distinguir o bem e o mal”.

A súplica agrada ao Senhor, e este lhe diz: ”dou-te um coração sábio e inteligente, como nunca houve outro igual antes de ti, nem haverá depois de tí” (Cf.2Rs 3, 3-7-12). Deus é imensamente pródigo quando pedimos as graças em vista do  bem comum.

O evangelho continua o discurso do Reino dos Céus. Inicialmente apresenta  a parábola do tesouro escondido, depois, o das  pérolas preciosas, e finalmente, o da pesca, onde é feita a escolha. As duas primeiras ilustram a vida do ser humano, estamos sempre na busca de algo melhor. Volta-se para os nossos valores. A escolha dos peixes, a terceira, nos indica que devemos sempre buscar o que é mais agradável a Deus. Também podemos fazer uma alusão ao  juízo final, onde Deus separará os bons e maus. Cristo é o valor maior. Ele é a pérola, o tesouro escondido. Quando o encontramos deixamos tudo para trás (cf. (Mt 13,44-52).

A segunda leitura, de Paulo aos Romanos, nos dirá que tudo concorre para o bem com aqueles que amam a Deus (cf. Rm 8,28-30). Paulo nos exorta afirmando que quando  amamos recebemos de Deus o seu amor, seremos justificados por ele e estaremos sempre no bom caminho.

A liturgia nos convida neste domingo a fazermos sempre um bom discernimento e buscarmos Cristo, como o tesouro e a pérola preciosa.


Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


DEUS É PACIENTE

O 16º domingo do Tempo Comum, ano A, nos mostra como Deus é paciente e misericordioso.

A primeira leitura nos mostra como Deus, Senhor de todas as coisas mostra-se indulgente. Dominando a sua própria força, julga-nos com clemência, e nos governa com grande consideração, ensinando desta forma que precisamos viver na justiça e nos confortarmos na esperança (cf. Sb 12,13.16-19).

O evangelho ilustrará esta paciência de Deus na parábola do joio e o trigo. O semeador semeou o trigo, mas nasceu também o joio.

Os empregados pediram ao patrão para arrancar o joio, o patrão não permitiu pois o trigo também podia ser arrancado junto. Orientou os seus empregados para fazer a separação no tempo da colheita (cf. Mt 13,24-30). O bem convive com mal. Deus oferece a todos a oportunidade de mudar de vida. As parábolas nos ajudam a compreender a força de Deus na construção do seu Reino (cf. Mt 13,31-43).

A segunda leitura nos mostra a ação do espirito Santo que vem em socorro de nossas aflições. Ele é quem entra no íntimo de cada ser humano e nos fortalece.

O Espirito é que nos dá força diante das nossas dificuldades e nos anima na esperança (cf. Rm 8,26-27).

 

Pe. Mário Pizetta, ssp
Pároco


A SEMENTE E O TERRENO

O 15º domingo de Tempo Comum apresenta a parábola do Semeador. Jesus se utiliza da imagem do camponês que sai a semear nas terras da Palestina.

A semente é a palavra que encontra uma diversidade de terrenos, que é o coração humano.

A primeira leitura compara a ação da chuva e da neve sobre a terra com a Palavra que chega ao ser humano. Assim como chuva faz germinar a semente, a Palavra vem para transformar o ser humano, torná-lo mais próximo de Deus (cf. Is 55,10-11).

O evangelho apresenta a parábola do semeador. Em cada terreno que a semente cai tem uma forma de reagir. O evangelista identifica quatro diferentes tipos de situações: a primeira, que cai ao longo do caminho são comidas pelos pássaros, a segunda, que cai entre os pedregulhos nasce mas não tem raízes, a terceira, entre os espinheiros, cresce rápido mas não tem consistência, a quarta, caiu em terra boa, esta produziu muitos frutos(cf. Mt 13,1-23). A terra boa é quando o coração humano está aberto para acolher a palavra, permite a força da Palavra agir, gerando a transformação para o bem.

Na segunda leitura, na carta aos Romanos, Paulo, utilizando-se da imagem das dores de parto, explica que o processo transformador é de certa forma um caminho de sofrimento.

Existencialmente também é assim: as alegrias chegam somente quando passamos por um grande processo de transformação.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


"SÁBIOS E ENTENDIDOS X PEQUENOS"

 "VINDE A MIM TODOS OS QUE SE ENCONTRAM CANSADOS  E ABATIDOS"(cf. Mt 11,28)

 

Jesus neste domingo Jesus nos convida a vivermos na condição de pequenos do Reino e buscarmos nele o alivio do peso de nossos fardos.

Na primeira leitura o profeta Zacarias abre o horizonte para uma nova perspectiva: convida a cidade de Jerusalém a alegrar-se porque o verdadeiro libertador está chegando, ele é humilde, vem montado num jumento, quebrará os arcos dos guerreiros e eliminará os carros de Efraim (Zac 9,9-10).

No evangelho Jesus agradece ao Pai o fato de esconder dos sábios e entendidos os grandes segredos do Pai e os revelar aos pequeninos. Os sábios e entendidos são os que vivem sob os critérios do mundo, enquanto que os pequenos são aqueles que estão abertos ao Reino, acolhem, aceitam e constroem sua vida a luz de Cristo.

Jesus também nos convida a estar com ele, pois ele é manso e humilde (cf. Mt 11,25-30).

Na segunda leitura, Paulo dirá que nossa vida não se sustenta na carne, mas enquanto vivemos no Espirito de Jesus, pois é no Espirito que está a vida. Viver é conquistar o Espirito de Jesus(cf. Rm 8,9.11-13).

Jesus na liturgia deste domingo nos convida a sermos mansos e humildes. A mansidão nas relações com as pessoas e humildade para acolher seus ensinamentos.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


 

 

 

A BUSCA DO ESSENCIAL


O 17º domingo do Tempo Comum, ano A, continua a sua mensagem apresentando as últimas Parábolas.

Na 1ª leitura vemos o Senhor que fala a Salomão. O Senhor lhe dá a liberdade de pedir o que ele deseja.

Salomão se reconhece pequeno e pede apenas ao Senhor ”capacidade de governar o seu povo e distinguir o bem e o mal”.

A súplica agrada ao Senhor, e este lhe diz: ”dou-te um coração sábio e inteligente, como nunca houve outro igual antes de ti, nem haverá depois de tí” (Cf.2Rs 3, 3-7-12). Deus é imensamente pródigo quando pedimos as graças em vista do  bem comum.

O evangelho continua o discurso do Reino dos Céus. Inicialmente apresenta  a parábola do tesouro escondido, depois, o das  pérolas preciosas, e finalmente, o da pesca, onde é feita a escolha. As duas primeiras ilustram a vida do ser humano, estamos sempre na busca de algo melhor. Volta-se para os nossos valores. A escolha dos peixes, a terceira, nos indica que devemos sempre buscar o que é mais agradável a Deus. Também podemos fazer uma alusão ao  juízo final, onde Deus separará os bons e maus. Cristo é o valor maior. Ele é a pérola, o tesouro escondido. Quando o encontramos deixamos tudo para trás (cf. (Mt 13,44-52).

A segunda leitura, de Paulo aos Romanos, nos dirá que tudo concorre para o bem com aqueles que amam a Deus (cf. Rm 8,28-30). Paulo nos exorta  afirmando que quando  amamos recebemos de Deus o seu amor, seremos justificados por ele e estaremos sempre no bom caminho.

A liturgia nos convida neste domingo a fazermos sempre um bom discernimento e buscarmos Cristo, como o tesouro e a pérola preciosa.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco