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Mensagens da semana outubro 2016
 

"ZAQUEU, DESCE DEPRESSA, VOU ATÉ SUA CASA" (cf. Lc 19,5)


Na liturgia deste 31º domingo do Tempo Comum, Ano C, encontramos a famosa passagem de Lucas do encontro de Jesus com Zaqueu, onde Jesus avisa Zaqueu, sobre uma árvore, que Ele vai até sua casa. Zaqueu, era um homem rico e ao mesmo tempo explorador, servia o poder romano, sem compaixão dos mais pobres. No entanto, Zaqueu queria conhecer Jesus. Lucas nos mostra que existe duas realidades presentes: a crítica dos legalistas que condenam Jesus porque vai à casa de um suposto pecador, e a manifestação da opção de Jesus: ir ao encontro dos marginalizados e pecadores. O amor de Jesus conquista o coração de Zaqueu (cf. Lc 19,1-10).


O livro da Sabedoria, na 1ª leitura, revela a proximidade de Deus na obra criadora e sua sensibilidade a tudo o que existe (cf. Sab 11,22-12,2).


Na segunda leitura Paulo reza e exorta sobre a fidelidade dos tessalonicenses a vocação a que cada um foi chamado, para que o nome de Jesus possa ser sempre glorificado e não se deixem contaminar por doutrinas contrárias a Cristo (cf. 2Ts 1,11-2,2).


Estamos chegando ao final do Ano Litúrgico e com ele o encerramento do Ano da Misericórdia. Convidamos ainda aqueles que não passaram pela Porta. Santa que procurem fazer este exercício espiritual, para obter o perdão do Senhor para suas próprias fragilidades.


Pe. Mário Pizetta
Pároco


IGREJA MISSIONÁRIA: TESTEMUNHA DA MISERICÓRDIA


Neste domingo a Igreja celebra o Dia Mundial das Missões. O Papa em sua mensagem nos convida, como discípulos missionários para "sair" e sermos portadores da grande compaixão de Jesus. A Igreja: "tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus, coração pulsante do Evangelho"(Bula Misecordiae Vultus, 12).

 

Neste ano a Campanha Missionária teve como tema: "Cuidar da Casa Comum é nossa Missão".


Com relação as leituras proclamadas neste domingo encontramos:

Na 1ª leitura, do livro do Eclesiástico, aprendemos que Deus não faz acepção de pessoas e acolhe a prece de todo aquele que serve ao Senhor, sobretudo do humilde: "A prece do humilde ultrapassa as nuvens" (Ecl 35,15-17-30-22). Paulo escrevendo a Timóteo, fará um balanço de sua caminhada afirmando que "combateu o bom combate, terminou sua corrida e guardou a fé"(2Tm 4,6-8.16-18).

 

Jesus no evangelho vai narrar a história dos dois homens que foram ao templo para rezar: o fariseu e o cobrador de impostos. Lucas relata a prece de cada um. O fariseu, todo presunçoso, o cobrador de impostos, todo humilde. E Jesus concluiu que o cobrador de impostos voltou para casa justificado. Este domingo, mais uma vez, volta-se para o tema da oração. Aprendemos que para a oração ser eficaz, precisa da humildade, simplicidade e sinceridade de quem a faz (cf. Lc 18,9-14). Da verdadeira oração nasce o espirito missionário.


Pe. Mário Pizetta
Pároco


A PERSEVERANÇA DA ORAÇÃO


A liturgia deste domingo novamente traz a catequese do evangelista Lucas sobre a Oração. Aprenderemos que não bastará apenas rezar uma vez ou outra, mas é preciso ser perseverante na oração. Veremos neste domingo o sentido da súplica na oração. Esta dinâmica de ser perseverante é uma demonstração de fé.

Esta mensagem nós vamos encontrar na 1ª leitura, livro do Exodo, no episódio das mãos levantadas de Moises. A oração e fé caminham juntas. Quando estas realidades se associam conquistam a vida. A oração encontra sempre receptividade do Senhor (cf. Ex 17,8-13).

No evangelho, chama a atenção a persistência da viúva diante do Juiz. Esta atitude vem nos mostrar que também nós precisamos ser perseverantes na oração. Precisamos ser insistentes junto ao Pai, a quem elevamos nossa prece (cf. Lc 18,1-8).

Na segunda leitura encontraremos a exortação de Paulo a Timóteo sobre a Palavra: "Toda a Escritura é inspirada por Deus é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir e para educar na justiça", continuará Paulo: "proclama a palavra, insiste oportuna ou importunamente, argumenta, repreende, aconselha com toda paciência e doutrina"(cf. 2Tm 3,16.4,2). Rezar é um diálogo com Deus. Por meio da oração entramos em nosso mundo interior, em nosso mundo espiritual, espaços onde podemos melhor compreender os caminhos de Deus. A virtude é conquistada pela disciplina na oração e na vida.
 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


''SOMOS SIMPLES SERVOS: ESTAMOS TODOS A SERVIÇO”

 

A reflexão deste domingo coloca diante de nossos olhos um binômio: Fé e Fidelidade. A interação dessas realidades nos colocam a serviço do projeto de Jesus.

Na 1ª leitura escutaremos um diálogo entre o profeta Habacuc e o Senhor. O profeta compreenderá que mesmo nos momentos difíceis devemos ter fé e fidelidade ao Senhor, pois "o justo viverá por sua fé" (cf. Hab 1,2-3; 2,2-4).

Na primeira parte do evangelho veremos os discípulos pedindo a Jesus que aumente a sua fé. Depois aprenderemos a lição da disponibilidade diante de Deus. "Somos simples servos"(cf. Lc 17,5-10). Os discípulos começam a perceber a importância da fé. É por meio dela que encontrarão profundidade, fidelidade na missão.

Na segunda leitura Paulo dirá a Timóteo a necessidade que temos de reavivar o caminho de nossa fé para termos fidelidade no seguimento de jesus. O aumento da fé permite dar testemunho, compreender as exigências do reino. A fé não permite que tenhamos vergonha de testemunhar o que cremos, como dirá o apostolo Paulo. (cf.1Tm 1,6-8.13-14).

Fé e fidelidade constituem os pilares para viver o espirito missionário. Rezemos todos neste mês de outubro pelas Missões. Vamos construir juntos uma Igreja em saída como nos recomenda o Papa Francisco.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco


GRATIDÃO: UM GESTO DE AMOR

A liturgia deste domingo apresenta um dos temas mais caros no evangelho de Lucas: A gratidão.

Na primeira leitura encontramos a cura de Naamã, general sírio, que obedece ao profeta Elizeu para ir lavar-se no Jordão. Como sinal de gratidão ao Deus do profeta pedirá para levar sacos de terra, como gesto de humildade e simbolizando o verdadeiro Deus (2 Rs 5,14-17).

No evangelho escutaremos o texto dos dez leprosos que depois de terem sido acolhidos por Jesus. Enquanto se dirigiam ao sacerdote todos foram curados mas apenas um voltou-se para agradecer, este era samaritano, excluído dos judeus (Lc 17,11-19).

Na segunda leitura vemos a exortação de Paulo a Timóteo para que mantenha-se firme em Cristo Jesus. Vemos o testemunho do apóstolo que afirma que a Palavra de não está algemada (cf. 2Tm 2,8-13).

Um dia lia que a gratidão é uma flor rara. Expressar gratidão é um gesto profundo de amor, um gesto nobre de quem é humilde. Precisamos sempre agradecer a Deus, aos irmãos. Quando agradecemos estamos sendo acumulados de novos benefícios. Vamos nos recordar que a Eucaristia é um grande gesto de agradecimento.

 

Pe. Mário Pizetta
Pároco