12 de fevereiro – Santa Eulália de Barcelona, virgem e mátir

12 de fevereiro – Santa Eulália de Barcelona, virgem e mátir

Nasceu na Espanha, no século II. Foi martirizada aos 14 anos de idade, durante a perseguição movida pelo imperador Maximiano, em 304. Embora seus pais procurassem resguardá-la do perigo, acabou sendo presa. Ao se apresentar diante do juiz de Mérida, profere uma única palavra: “Creio”.

Recusando-se a oferecer sacrifícios aos ídolos, foi entregue sem compaixão a terríveis suplícios. Pontas agudas de ferro dilaceram suas tenras carnes. Os açoites não deixaram nem mesmo um arranhão em seu corpo delicado. Enfurecido o juiz ordena que ela seja lançada às chamas, depois, sobre seu corpo enegrecido, caem do céu límpidos flocos de neve que o recobrem como delicada manta. No momento de sua morte, exclamava: “Agora, meu Jesus, vejo no meu corpo os traços da vossa sagrada paixão!”.

Seu corpo foi sepultado na Igreja de Mérida em cujo adro, segundo São Gregório de Tours, havia três árvores. No dia da festa de Santa Eulália, essas árvores se cobriam de flores aromáticas, com poder de cura.

Deus, nosso Pai, Santa Eulália confessou com a própria vida que há um só Senhor e Deus. Não nos deixeis, Senhor, prostituir aos ídolos do dinheiro, do poder, do ter sempre mais, mesmo à custa dos valores mais caros e mais nobres da pessoa humana. Que, a exemplo de Santa Eulália, confessemos com a nossa vida de cada dia que não temos outro Deus senão a vós, e que em vós depositamos toda a nossa confiança. Amém.

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