15 de novembro – Memória Facultativa de Santo Alberto Magno, bispo e doutor da Igreja

15 de novembro – Memória Facultativa de Santo Alberto Magno, bispo e doutor da Igreja

Alberto, o Grande, o douto mestre de teologia, de filosofia e de ciências naturais, que pela grande afluência de estudantes às suas lições na universidade de Paris, foi obrigado a ensinar em praça pública, nasceu em Lauingen, (Baviera), na Alemanha em 1206. Aos 16 anos um tio o trouxe a Pádua para que completasse seus estudos universitários. Aqui encontrou o superior geral dos dominicanos, o bem-aventurado Jordão de Saxônia, que o encaminhou à vida religiosa.

Em 1229 Alberto vestiu o hábito dos frades pregadores e foi mandado para Colônia, onde havia a escola mais importante da Ordem. Verdadeiro gênio enciclopédico, foi capaz de navegar com extraordinária penetração nos diferentes campos do saber humano desde as ciências naturais até as especulativas.

Ensinou em Friburgo, em Ratisbona, em Estraburgo, Colônia e Paris. Teve entre seus alunos santo Tomás de Aquino, de quem previu os grandes dotes de pensador. Eleito superior provincial da Alemanha abandonou a cátedra de Paris e quis estar constantemente presente à comunidade confiada aos seus cuidados. Percorreu a pé as regiões germânicas, pedindo esmola durante a viagem para comer e para dormir. Convocado por Roma teve de aceitar a nomeação para bispo de Ratisbona. Tornou-se proverbial o seu total desapego às comodidades que seu alto cargo lhe podia dar.

Regeu a diocese somente por dois anos. Depois pediu e obteve a exoneração do cargo, voltando a viver a vida comum no seu convento de Wurzburg e ensinar em Colônia. Já velho e cansado, para se preparar para bem morrer, fez erigir a sua própria sepultura, junto à qual ia todos os dias recitar o Ofício dos mortos. Morreu em Colônia a 15 de novembro de 1280. Canonizado em 1931, o papa Pio XII o proclamou patrono dos cultores das ciências naturais. Mereceu o apelido de Grande e de doutor universal.

Ó Deus, quisestes que o bispo Santo Alberto fosse grande porque soube conciliar a sabedoria humana e a verdadeira fé; dai-nos, na escola de tão grande mestre, conhecer-vos e amar-vos mais profundamente na medida em que progredimos nas ciências. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

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