19 de outubro – Memória do Bem-aventurado Timóteo Giaccardo, presbítero paulino

19 de outubro – Memória do Bem-aventurado Timóteo Giaccardo, presbítero paulino

Nasceu em Narzole (Cúneo, Itália) no dia 13 de junho de 1896; no mesmo dia recebeu o batismo como o nome de José Domingos. Em maio de 1908, encontrou o Bem-aventurado Tiago Alberione, fundador dos Paulinos e da Família Paulina, que, ao reconhecer nele dons de natureza e de graça, encaminhou-o para o Seminário Diocesano de Alba. Sensível às novas necessidades dos tempos e entusiasmado com os novos meios de comunicação, em 1917 transferiu-se para a Pia Sociedade de São Paulo – Paulinos – (Congregação fundada há 3 anos) como mestre dos primeiros jovens vocacionados. Foi ordenado sacerdote no dia 19 de outubro de 1919, em Alba.

Foi amado, ouvido, seguido, venerado no Instituto e fora dele. Foi o primeiro sacerdote paulino e vigário geral da Família Paulina. Em janeiro de 1926, pelo reconhecido amor ao papa, foi enviado a Roma para iniciar e conduzir a primeira comunidade da congregação.

Em 1936 voltou a Alba para ser o superior da Casa Mãe dos Paulinos. Colaborador fidelíssimo do Bem-aventutado Tiago Alberione, dedicou-se sem descanso às congregações paulinas, acompanhando-as a profunda vida interior e a seus modernos apostolados. Como jornalista, colaborou em várias publicações e dirigiu 4 periódicos.

Sua vida é um exemplo atual de como se pode conciliar uma profunda vida espiritual com intensa atividade apostólica. Faleceu no dia 24 de janeiro de 1948, na véspera da Festa da Conversão de São Paulo. Seus restos mortais repousam na cripta do Santuário de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, em Roma, situado na casa por ele fundada. A Família Paulina celebra sua memória no dia 19 de outubro. Foi beatificado por são João Paulo II no dia 22 de outubro de 1989.

Ó Deus, que guiastes com a luz da vossa Palavra e com a força da Eucaristia o Bem-aventurado Timóteo Giaccardo na vida e no apostolado, fazei que, por sua intercessão, na Igreja e no mundo, os meios de comunicação social sejam utilizados para conduzir ao bem, e contribuam eficazmente em todos os lugares para a difusão da mensagem evangélica. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Memória Facultativa de São Paulo da Cruz, presbítero

Memória Facultativa de São Paulo da Cruz, presbítero

Paulo Francisco Danei, piemontês, nascido em Ovala, Itália, em 1694, é o fundador da Congregação dos Clérigos descalços da Santa Cruz e da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo (Passionistas). O caráter e a própria essência da nova instituição, cujos membros vivem, meditam e pregam a Paixão do Senhor. Paulo, com a idade de 19 anos, ouvindo um sermão sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, decidiu colocar-se ao seu serviço.

Amadureceu a sua verdadeira vocação dedicando-se à oração e à penitência. Alma eminentemente contemplativa, passava até sete horas consecutivas imerso em profunda meditação. Aos 26 anos recebeu do bispo de Alexandria, Gattinara, o hábito preto do penitente com os sinais da Paixão de Cristo: um coração com uma cruz em cima, com três pregos e o monograma de Cristo. Convenceu o irmão João Batista a ajuntar-se a ele e juntos se retiraram a um ermo sobre o monte Argentauro, próximo a Orbetello. Viveram aí vida eremítica, em duras penitências corporais. Aos domingos desciam às cidades próximas para pregar a Paixão de Cristo.

A pregação deles, apaixonada e dramática (às vezes se flagelavam em público para tornar mais viva a imagem de Cristo sofredor), comovia o povo e convertia até os mais refratários. Suas missões, marcadas por uma cruz de madeira, obtiveram resultados surpreendentes. O papa Bento XIII concedeu-lhes a licença de erigir a congregação e ordenou presbíteros os dois irmãos. A Regra inicial, escrita por são Paulo da Cruz, era muito rígida. Paulo, que era prestigiado por bispos e papas, teve de mitigar um pouco a antiga Regra dos passionistas para obter a definitiva aprovação eclesiástica.

À congregação masculina logo agregou-se a feminina. Paulo morreu a 18 de outubro de 1775, no convento romano anexo à igreja dos Santos João e Paulo, sobre o Monte Célio. O papa Pio IX o incluiu no elenco dos santos a 28 de junho de 1867.

Ó Deus, o presbítero São Paulo, que fez da cruz o seu único amor, nos obtenha a vossa graça para que, estimulados pelo seu exemplo, abracemos com coragem a nossa cruz. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Santos João e Isaac, mártires

Santos João e Isaac, mártires

Os “mártires canadenses”, entre os quais os padres jesuítas João de Brébeuf e Isaac Jogues, pagaram com a vida sua fé entre os anos 1642 e 1649, quando exerciam a missão junto aos indígenas.

Ó Deus, que consagrastes os primórdios da Igreja na América Setentrional com a pregação e o sangue de vossos mártires João e seus companheiros, concedei que, por sua intercessão, floresçam sempre e por toda parte as comunidades cristãs. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

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