Mensagens da Semana – Junho 2012

Pensamentos da Semana – Junho 2012

São Pedro e São Paulo representam os dois grandes pilares do cristianismo.

O Senhor nos livra de todos os temores (cf. Sl 36).

Deus esteve sempre ao meu lado, me deu forças e fez com que sua mensagem fosse anunciada integralmente (cf. 2Tm 4,17).

A chave, a pedra, a rocha, o pergaminho são expressões simbólicas da festividade dos apóstolos Pedro e Paulo.

A missão não nos leva a refugiarmos na Igreja, mas nos conduz ao coração do mundo (cf. Dap 148).

Confessamos o nome de Jesus quando o testemunhamos com nossa vida.

Pe. Mário


“Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e o poder do inferno não prevalecerá contra ela (cf. Mt 16,18).

“Eu te darei as chaves do reino dos céus:tudo o que ligares na terra será ligado no céus; tudo o que desligares na terra será desligado no céus” (cf. |Mt 16, 19)

Lembrando São Pedro e São Paulo não esqueçamos de rezar pelo Papa, Bispos, Sacerdotes que são os seguidores dos dos apóstolos.

“O Senhor me chamou desde o ventre de minha, fez de minha palavra uma espada afiada”(Is 49,1-2). Cada nascimento representa uma obra de Deus. Alguns nascidos o Senhor chama para algo maior.João Batista é um deles.

“Trabalhei em vão, gastei minhas forças sem fruto, o Senhor me dará a recompensa”(Is 1,4). Muitas vezes em nosso trabalho pastoral, e mesmo na vida, temos estes mesmos sentimentos, esquecemos o sentido de inutilidade. Aliás às vezes é a aceitação do inutil que faz as grandes obras, as grandes maravilhas.

“Eu te farei luz das nações para levar a salvação aos confins da terra”(Is 1,6b).

João Batista “crescia e se fortalecia no espirito”. Buscou nos caminhos do deserto a compreensão de sua vocação e missão (cf. Lc l,80). O ser humano também precisa passar pela experiência do deserto para compreender o seu chamado. O silêncio do deserto nos ajuda a compreender nossas ações, faz nascer novas esperanças.O deserto não significa retirada do mundo, mas silêncio operante, para escutar Deus e ver de forma diferente o mundo.

Deus, em cada tempo da história, nos mostra a sua fidelidade, muitas vezes confundimos a ação de Deus, por isso João Batista nos alerta:  “Eu não sou aquele que pensaisque eu seja, depois de mim virá aquele do qual eu nem mereço desamarar as sandálias”(cf. At 13,25).

Uma consciência missionária evita a estagnação das comunidades e torna dinâmica nossa ação evangelizadora.

Pe. Mário


O reino de Deus é como é como alguem que espalaha a semente na terra (Cf. Mc 4,26).

O reino de Deus é como o grão de mostarda, a menor de todas as sementes, mas depois nasce, cresce e se torna a maior de todas as hoirtliças, que pode até abrigar os pássaros do céu (cf. Mc 4,31-32).

O homem pode afastar-se de Deus, mas Deus nunca esquece da sua alinaça. Ele é sempre fiel ( cf. Ezequiel 17,22-24).

Para que o reino de Deus cresça em nós é necessário que o coração humano esteja disposto a acolhê-lo. O coração homem é como a terra que faz crescer a semente (Pe. Mário).

Na confiança e esperança no Senhor está a compreensão de tudo o que é limitado e provisório

Pe. Mário


Vamos recordar sempre: ao fazermos o anuncio da palavra de Deus somos como o agricultor que lança a semente na terra(cf. Mc 4,26-34).

A festa da Santíssima Trindade nos chama a criar e cosntruir uma sociadedade de partilha, solidariedade e justiça.

Deus nos chama a viver de forma unida e comunitária a luz da Trindade.

Somos filhos, herdeiros e coerdeiros de Cristo (cf. Rm 8,17).

Deus nunca abandona os que creem: “Eu estarei convosco todos os dias , até o fim dos tempos”(cf.Mt 28,20).

Recorde este episódio – Santo Agostinho interrogava a criança na beira do mar: ” o que você pretende fazer levando continuadamente a balde de agua domar e esvaziando-o no poçoque fez na areia?”. A criança respondeu: “quero colocar toda a agua do mar no poço”. Santo Agostinho lhe disse: impossível! No que a criança também lhe respondeu:”Igualmente impossível é o que tu pretendes: compreender o mistério da Trindade”.

Constituem-se parentes de Jesus quem faz a vontade de Deus.(cf. Mc 3,35)

O bem e o mal estão sempre presentes na vida humana, o ser humano é livre para optar por um ou outro.Na opção pelo bem teremos sempre a vida plena.

Quem está próximo de Cristo encontra-se mais fortalecido para vencer o mal.

O pecado é a forma de partilhar com o demônio, enquanto que a busca da justiça, paz, perdão, fraternidade, amor é o caminho de comunhão com Deus.

No Senhor eu coloco minha esperança, pois nele eu encontro o perdão dos meus pecados.(cf. Sl 129)

Justificar o próprio erro no comportamento do outro é fugir do problema e algo que desagrada a Deus.

Pe. Mário Pizetta
Pároco


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